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FIDCs do Panamericano sofrem resgates acima de meio bilhão de reais em novembro

O mês de novembro provou ser, conforme esperado, um grande teste de liquidez para os administradores e gestores de dois fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC), que têm como cedentes o Banco Panamericano e que são fundos abertos. No mês passado, a Uqbar publicou um artigo analisando os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC ligado ao Banco Panamericano Os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC do Panamericano (17/11/10). De acordo com o artigo, os eventos financeiros que assolaram o Banco Panamericano há pouco mais de um mês se traduziriam, no âmbito do FIDC Master Panamericano CDC Veículos (MasterPan), primeiramente em um grande desafio de liquidez.

O MasterPan, juntamente com o outro FIDC que também tem o Banco Panamericano como cedente, o AutoPan FIDC CDC Veículos (Autopan), sofreu resgates pesados no mês de novembro. Entre os dois fundos foram R$ 552,7 milhões de cotas sênior resgatadas. Somente no FIDC MasterPan os resgates somaram R$ 450,03 milhões, ou seja, 20,7% do seu patrimônio liquido (PL) no mês anterior.O PL do fundo no final de novembro era de R$ 1,95 bilhão.

Valorização anual de cotas de FII sobe para 9,6%

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos de variação de preço em períodos anuais, apresentou evolução no mês de novembro. Este tipo de rentabilidade vinha caindo ao longo de 2010 até o final de setembro, mas voltou a subir a partir de outubro passado.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até novembro, ficou em 9,6%. Esta rentabilidade anual estava em 29,0% no final de dezembro de 2009, tendo declinado para 3,7% no final de setembro deste ano e recuperado para 4,9% no final de outubro.

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Liquidez de secundário de FII quadruplica em relação ao fim do ano passado

O nível de liquidez no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA continua a indicar tendência de alta, se consolidando, mês a mês, em patamares que não haviam sido antes registrados. Em novembro de 2010, em termos de montante negociado, R$ 27,1 milhões em cotas de FII trocaram de mãos entre investidores, ao passo que, em termos de número de negócios, foram 2552. Há um ano, em novembro de 2009, estas cifras foram de R$ 6,6 milhões e 747 respectivamente.

Em novembro de 2010, a média móvel de seis meses, que atingiu R$ 24,8 milhões para montante negociado, é a mais alta desde novembro do ano passado. A média móvel de seis meses, de 2.278 para número de negócios, é a mais alta da história deste mercado.

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Uqbar comenta última Audiência Pública da CVM sobre normas contábeis de FIDC

No mês passado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) submeteu à audiência pública nova minuta de instrução que dispõe sobre as normas contábeis aplicáveis às demonstrações financeiras dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC. Como de praxe, a Uqbar participou da audiência. Abaixo reproduzimos na íntegra nossos comentários e sugestões sobre as propostas do edital.

1) Classificação e Registro Contábil das Operações de Transferência de Ativos Financeiros

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Secundário de cotas de FII avança em valorização de preço e liquidez em novembro

O mês de novembro viu o mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) na BM&FBOVESPA se firmar em níveis de liquidez e se elevar um pouco mais em níveis de preço de cota.

A média linear da variação de preço de cota entre todos os FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA e na Cetip no último mês foi de 1,6% positivos. No acumulado do ano até o fim de novembro a média alcançou 9,9%.

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FII de Renda Fixa, um ano após a Lei 12.024

Em agosto de 2009, com a aprovação da Lei 12.024, o arcabouço jurídico-regulamentar do mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) pareceu ter recebido o retoque final para viabilizar um novo patamar de negócios no setor. Ao isentar os FII, sob certas condições, da tributação sobre os rendimentos provenientes de investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI)e Letras Hipotecárias (LH), a nova lei estabeleceu a condição que faltava para a criação de uma nova classe de FII, aqueles dedicados a investimentos em renda fixa. Estava aberto o canal para o pequeno investidor pessoa física investir nestes títulos através da aquisição de cotas de FII. Por outro lado, estavam estabelecidas as condições ideais para gestores destes novos tipos de FII de captarem recursos de forma pulverizada.

Logo vieram as previsões de crescimento tanto de emissões de cotas de FII de renda fixa como dos próprios CRI. Em setembro de 2009, a Uqbar fez um levantamento junto a escritórios especializados de advocacia, que indicava o lançamento de quatro FII de renda-fixa até o fim daquele ano, com um tamanho médio de patrimônio líquido de R$ 70,00 milhões. Reforçando as avaliações positivas para estes fundos, havia a perspectiva de um boom de crédito imobiliário, como de fato está ocorrendo, validada pela política econômica governamental e pelo desempenho das variáveis macroeconômicas determinantes para o setor imobiliário, como a taxa de juros e o nível de investimento e crescimento.

Índices de PDD das classes de FIDC de pior desempenho têm leve alta em outubro

As categorias de ativo-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com maior nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) apresentaram pequena piora de desempenho em outubro, diferentemente do que vinha ocorrendo ao longo de 2010. A exceção foi a categoria Títulos Mobiliários que andou em direção oposta.

A Uqbar dá continuidade hoje à sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

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Quantidade de registros de FII na CVM bate recorde em 2010

O aquecimento imobiliário já repercute diretamente na indústria de fundos de investimentos imobiliários (FII). Somente neste ano, 20 novos fundos já foram registrados junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em 2009, ano que registrou número recorde de registros destes veículos, o número foi igual a 15.

Mesmo desempenho pode ser observado com relação a quantidade e montante de ofertas registradas na CVM em 2010. Até a data de publicação deste artigo, 28 novas ofertas, totalizando R$ 4,4 bilhões, foram registradas junto ao órgão regulador. No ano passado, foram 22 registros concedidos, que somaram R$ 2,6 bilhões, de tal forma que o crescimento neste ano até agora já foi de 27,3% e 66,8% respectivamente.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de outubro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Rentabilidade efetiva anual do setor de FII sobe para 14,4% no final de outubro

Os vinte Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até outubro de 2010, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 14,4% no período. Esta rentabilidade, medida em termos anuais, vinha caindo ao longo do ano, mas o mês de outubro pode marcar um ponto de inflexão, a partir do qual esta tendência seria invertida. No final de julho ela tinha atingido 18,7%, cedendo para 17,1% no fim de agosto e 13,7% no término de setembro.

Utilizando a nova ferramenta do Orbis de elaboração de consultas, o usuário pode construir o ranking de rentabilidade efetiva nos últimos doze meses no setor de FII negociáveis no mercado secundário (ver instruções abaixo). O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota. Assim, o ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.

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