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Classificação/Dezembro - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de dezembro de 2009.

As classificações não consideram fundos não padronizados e também excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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FIDC - PDD se aproxima do nível de Atrasos

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) continua a crescer, não só em termos absolutos, mas também em termos relativos frente aos números consolidados de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) e Patrimônio Líquido (PL).

No final de dezembro de 2009 o montante consolidado de PDD atingiu R$ 1,65 bilhão, contra R$ 2,18 bilhões de Atrasos e R$ 33,78 bilhões de PL, excluindo o FIDC NP Sistema Petrobras. No final de 2008, estes indicadores eram de R$ 582,2 milhões para PDD, R$ 1,53 bilhão para Atrasos e R$ 35,50 bilhões para PL. Ou seja, nos últimos doze meses o indicador consolidado de PDD cresceu de 38,05% para 75,69% do consolidado de Atrasos e de 1,64% para 4,89% do consolidado de PL.

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Apesar da baixa liquidez, FII ABC Plaza Shopping fecha 2009 na frente

O ano terminou e a Uqbar publica hoje o rankingde rentabilidade efetiva nos últimos doze meses dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário. Como o ano inteiro de 2009 corresponde aos últimos doze meses e como o cálculo da rentabilidade efetiva leva em conta tanto os rendimentos distribuídos pelos fundos como a variação de preço da cota dos mesmos, o ranking de FII publicado abaixo é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos fundos durante 2009.

Da terceira coluna adiante na tabela abaixo são apresentados dados de liquidez de cada fundo. Tanto em termos do montante negociado como pelo critério do número de negócios, pode-se fazer uma avaliação da liquidez mais recente dos fundos, no mês de dezembro, ou da liquidez ao longo de todo ano, pela média mensal. As informações relativas à liquidez são essenciais para validar a rentabilidade, já que, para um determinado montante, quanto maior for a liquidez maior será a possibilidade de se efetivar uma oferta de compra ou de venda no nível de preço indicado pela rentabilidade.

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Preço da cota coloca FII Panamby na liderança do ranking de rentabilidade efetiva mensal

Repetindo as mesmas posições de liderança do ranking de variação mensal de preço de cota no mês de dezembro, publicado no dia 7 de janeiro, sai hoje o ranking de rentabilidade efetiva mensal, para o mesmo mês, no setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII).

Conforme descrito na Curta de 21/12/09, FII Hospital da Criança lidera ranking de rentabilidade efetiva mensal em novembro, que abriu esta série mensal, a rentabilidade efetiva é calculada usando-se a Taxa Interna de Retorno (TIR), levando-se em conta os rendimentos distribuídos pelos fundos no respectivo mês e a variação de preço de cota dos mesmos. Como a volatilidade mensal dos preços das cotas tem sido alta o suficiente para ser a causa determinante no cálculo da rentabilidade efetiva, ou TIR, os dois rankings acabam por produzir posições bem parecidas.

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Bradesco mantém liderança isolada no mercado de administração de FIDC

Tal qual acontece no mercado de custodiantes de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), o Bradesco mantém uma posição de destaque no mercado de administração de FIDC. Já há mais de quatro anos entre os administradores líderes no mercado, o banco, através de sua distribuidora BEM DTVM, assumiu a primeira posição isolada neste mercado* a partir do meio do segundo semestre de 2008. No final de novembro de 2009, a BEM DTVM administrava um conjunto de FIDC cujo patrimônio líquido consolidado atingiu o montante de R$ 7,95 bilhões.

O fenômeno dos fundos do abecedário, ocorrido a partir de outubro de 2008, alterou marcadamente a liderança tanto para o mercado de custodiantes como para o mercado de administração de FIDC. No primeiro caso, fez com que o Bradesco alcançasse o líder Itaú. No segundo caso, possibilitou uma arrancada da BEM DTVM para a liderança isolada. Conforme descrito no Informativo Trimestral nº 16 e na Curta de 02/10/09, Bradesco e Itaú disputam liderança no mercado de custódia, no auge da crise e da vulnerabilidade creditícia de alguns bancos médios em 2008, vários FIDC foram montados para absorver parte da carteira destes bancos, os quais foram socorridos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), e o Bradesco foi capaz de ganhar vários mandatos novos como custodiante e administrador.

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2009 mostra alta valorização de cotas de FII

Em 2009, o conjunto de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis no mercado secundário da BM&FBOVESPA tiveram forte valorização de preço. Dos dezessete fundos cujas cotas foram negociadas tanto em dezembro de 2008, como em dezembro de 2009, de tal forma que o cálculo de valorização de preço foi possível, apenas um deles sofreu desvalorização de preço no período. Dos outros dezesseis, treze tiveram valorização de preço de cota acima de 20%, oito acima de 30%, quatro acima de 40% e um acima de 50%.

Esta leitura se depreende da tabela abaixo que nos mostra o ranking de variação de preço de cota de FII nos últimos doze meses, até dezembro de 2009, para os fundos negociáveis no mercado secundário. Este é o segundo ranking desta série mensal, iniciada mês passado e que faz parte da cobertura da Uqbar da rentabilidade no setor de fundos imobiliários.

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Apenas seis FII com valorização de preço de cota em dezembro

Seguimos hoje com a publicação abaixo do ranking de variação mensal de preço de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) em dezembro de 2009. Este é o segundo ranking desta série, iniciada mês passado e que faz parte de um conjunto de séries de rankings voltadas para cobrir de forma completa a análise das rentabilidades na indústria de fundos imobiliários negociados no mercado secundário. Para uma descrição dos parâmetros e critérios deste ranking, ver Curta de 11/12/2009, Uqbar inicia monitoramento de rentabilidade no setor de FII.

No mês de dezembro apenas seis FII tiveram valorização do preço de suas cotas, contra quatorze FII cujas cotas sofreram desvalorização. Esta tendência de queda de valor de cota no setor se iniciou em outubro passado, quando o mercado secundário de FII atingiu níveis bastante altos e passou a sofrer o impacto de novas ofertas públicas, as quais cresceram muito a partir de então.

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Mercado secundário de FII ainda sob o impacto das novas ofertas públicas

O volume negociado no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) se estabilizou no mês de dezembro de 2009 depois de uma queda forte no mês anterior. Como explicado na Curta de 03/12/09, Mercado secundário de FII se ajusta às ofertas do primário, a partir do último trimestre do ano passado, a demanda do investidor de FII no mercado secundário passou a ser majoritariamente suprida pelo forte aumento de ofertas públicas primárias e secundárias.

É esperado que esta dinâmica continue no começo de 2010, já que, apenas em dezembro último, R$1,84 bilhão em novas ofertas de cotas de FII, futuramente negociáveis no mercado secundário na BM&FBOVESPA, foram registradas na CVM. Para se ter uma ideia, o volume de ofertas registradas na CVM em dezembro corresponde a 66,5% do total em todo o ano de 2009.

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Volume de secundário de FIDC retrai em dezembro

No último mês de 2009, o montante consolidado de negócios no mercado secundário de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) voltou a cair para um patamar historicamente baixo depois de uma ligeira recuperação em novembro. O montante total de R$107,1 milhões (31 negócios), registrados na Cetip e na BM&FBOVESPA, representa uma queda de 21,7% em relação ao volume transacionado no mês de novembro, de R$136,8 milhões (30 negócios).

Em relação à média mensal de 2009, de R$157,4 milhões (34 negócios), o volume em dezembro esteve 32,0% abaixo. Já em comparação com dezembro de 2008, quando R$212,6 milhões (29 negócios) foram negociados, o decréscimo foi de 49,6%.

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Segundo FII dedicado ao segmento de educação

No penúltimo dia do ano de 2009 a CVM concedeu registro a mais uma oferta pública de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII), o Educacional FII. Serão até R$ 200,0 milhões em cotas, série única, de valor unitário de R$ 1.000,00 e aplicação mínima de R$ 30.000,00. Ao final do período de integralização, as cotas serão negociadas no mercado secundário de balcão organizado da BM&FBOVESPA.

Este é a segunda oferta de um FII dedicado exclusivamente em investimentos imobiliários no segmento de educação. Em novembro de 2009, o FII Anhanguera Educacional colocou R$ 38,1 milhões em cotas, arrecadando recursos para uma operação de Sale & Lease-back com um terreno na rodovia Regis Bittencourt pertencente à empresa Anhanguera Educacional.

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