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FII Max Retail vem a mercado após ajuste de oferta

Depois de quase dois meses da data do registro concedido pela CVM, o FII Max Retail deve estar iniciando período de oferta pública primária de sua primeira emissão de cotas em breve. Serão 59.245 cotas, a R$ 1.000,00 cada, para um montante total de R$ 59.245.000,00. A aplicação mínima por investidor será de R$ 50.000,00. Finalizada a oferta e integralizadas as cotas, estas serão admitidas para negociação no mercado secundário no mercado de balcão organizado da BM&FBOVESPA.

Houve um ajuste do montante original da oferta, que decresceu dos R$ 70.150.000,00 inicialmente planejados para os atuais R$ 59.245.000,00. A razão da oferta menor foi a impossibilidade surgida do fundo de adquirir um dos imóveis almejados, o qual foi comprado antes pelos condôminos do Shopping Center onde o mesmo se encontra. Tratava-se de um direito de prioridade de compra.

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Processo na CVM gera expectativas no mercado

Corre na CVM um processo administrativo que vem sendo acompanhado com interesse pelos participantes do mercado de finanças estruturadas. Trata-se do Processo Administrativo Sancionador CVM Nº 06/2007 e, mais especificamente, do Processo de Termo de Compromisso CVM Nº RJ 2009/6226.

Nos meses de dezembro de 2004 e janeiro de 2005, e depois estendendo-se até maio daquele ano, sucederam-se várias operações envolvendo constituição e registro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), cessão de crédito, distribuição e colocação de cotas, e integralização e resgate de cotas com direitos creditórios, todas elas vinculadas a dois FIDC, o ASM FIDC - Carteira Imobiliária (CI) e o ASM FIDC FCVS, que vieram a disparar o alarme da CVM. A autarquia questionou valores e processos, e instaurou inquérito.

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Valorização de cotas de FII nos últimos doze meses foi de 25,1%

A rentabilidade do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medida em períodos anuais, continuou a apresentar alto desempenho. Entretanto, esta rentabilidade vem caindo nos últimos dois meses, o que reflete um começo de 2010 ligeiramente menos rentável que o começo de 2009.

Somente a parte da rentabilidade das cotas devida à variação de preço fechou o período de doze meses terminado em fevereiro de 2010 com uma valorização média de 25,1%, contra 29,0% auferidos ao final de janeiro e de dezembro. Levando-se em conta que a rentabilidade efetiva das cotas é composta pela valorização de preço e pelos rendimentos mensais distribuídos, e que estes últimos por si só provêm, em média, uma rentabilidade líquida acima da taxa de DI, tem-se um quadro de uma indústria que continua a apresentar altos níveis de desempenho.

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Cotas de FII continuam tendência de alta em fevereiro

No mês de fevereiro de 2010, o mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) manteve tendência de ligeira alta. Dos 23 FII que foram negociados em janeiro e fevereiro, 14 apresentaram variação positiva de preço de cota entre um mês e o outro. A média de variação mensal de preço de cotas, para todos os fundos, sem considerar ponderações por valor de mercado, foi de 0,44% no período.

Esta tendência se iniciou a partir de janeiro. Desde o pico do mercado, em outubro passado, o mercado vinha sofrendo um ajuste baixista. Mas, a partir do começo do ano, a grande maioria dos FII negociados na BM&FBOVESPA passou a mostrar valorização de preços de suas cotas. A média de variação mensal de preço de cotas tinha sido de 2,59% em janeiro e - 0,91% em dezembro de 2009.

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Secundário de FII continua tendência de crescimento em fevereiro

O mercado secundário de cotas de FII manteve sua tendência de crescimento no mês de fevereiro. O montante negociado, R$9,9 milhões, foi acima dos níveis registrados nos últimos três meses; R$ 7,8 milhões R$ 6,7 milhões e R$ 6,6 milhões, respectivamente. Porém, este número ainda está bem abaixo da média mensal de 2009, de aproximadamente R$ 15,0 milhões. O número de negócios no mês também apresentou uma razoável ascensão, 918 contra 837 de janeiro e 792 de dezembro.

As cotas do Nossa Senhora de Lourdes foram as mais negociadas nos mês, com um volume total de quase R$ 1,2 milhão, seguido pelo Europar e pelo CSHG Brasil Shopping, com volumes de R$ 943 mil e R$ 821 mil respectivamente. No ano, o BB Progressivo lidera o ranking de montante negociado, com R$ 1,8 milhão em títulos negociados.

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Negócios com cotas de FIDC aumentam significativamente em fevereiro

Apesar de fevereiro ser o mês mais curto do ano, o número e o montante consolidado de negócios no mercado secundário de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) subiu bastante em relação a janeiro passado.

O montante em negociações registradas na CETIP foi de R$ 98,0 milhões, enquanto a BM&FBOVESPA registrou apenas R$ 1,5 milhão. Em termos de número de negócios, foram 49 na CETIP, contra apenas 3 na BM&FBOVESPA.

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Classificação/Janeiro - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de janeiro de 2010.

As classificações não consideram fundos não padronizados e também excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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PDD continua ascendente em relação a Atrasos e PL

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) continua a crescer, não só em termos absolutos, mas também em termos relativos frente aos números consolidados de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) e Patrimônio Líquido (PL).

No final de janeiro de 2010 o montante consolidado de PDD atingiu R$ 1,77 bilhão, contra R$ 2,25 bilhões de Atrasos e R$ 34,07 bilhões de PL, excluindo o FIDC NP Sistema Petrobras. Estes mesmos indicadores estavam em R$ 1,65 bilhão, R$ 2,18 bilhões e R$ 33,78 bilhões no final de dezembro de 2009, subentendendo-se taxas mensais de crescimento de 7,27%, 3,21% e 0,86% respectivamente.

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Recebíveis do Agronegócio melhoram desempenho com novos fundos

A classe de Recebíveis do Agronegócio melhorou sua posição relativa na classificação de janeiro de desempenho dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, tendo agora duas outras classes com PDD Normalizado (PDDn)mais alto, Titulos Mobiliários e Crédito Pessoa Jurídica. Tal melhora se explica pela adição de um novo fundo nesta classe, o FIDC Mercantis Monsanto, que contabiliza um patrimônio líquido de quase R$ 58,0 milhões e nenhuma provisão alocada para devedores duvidosos. O FIDC Mercantis Monsanto teve sua oferta de cotas registrada na CVM em janeiro.

A classe de Recebíveis do Agronegócio, com um nível de PDDn de 46,39 no final de janeiro, contra 51,67 no final de dezembro de 2009, já havia passado por uma outra melhora por conta da inclusão nesta classe do Minerva FIDC Crédito Mercantil, cuja primeira emissão de cotas aconteceu em novembro passado. O nível negligente de provisões destes dois fundos contribui para diluir o efeito do alto nível de PDD associado ao Union Agro+ FIDC, um dos dois outros fundos restantes pertencentes a esta classe.

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Novo FII dedicado à renda fixa aproxima-se do FIDC

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) com características diferenciadas teve sua primeira oferta primária finalizada no mês passado e, desde então, tem apresentado um volume forte de negociações de suas cotas no mercado secundário registrado na CETIP.

Trata-se do FII Votorantim Securities, fundo registrado no final de 2009 e que obteve registro junto a CVM para uma oferta de até R$ 1,30 bilhão em dezembro último. O período de oferta foi terminado em janeiro com a colocação de cotas, no valor total de R$ 100,0 milhões, adquiridas por um único investidor, um fundo de investimento.

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