Estoque de CCI tem forte alta e ultrapassa os R$ 40 bilhões

Refletindo toda a força do mercado em expansão associado ao setor imobiliário e aos seus títulos correlatos como o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), o mercado de Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) também cresceu vigorosamente no último ano. O estoque de CCI na CETIP cresceu de R$ 12,70 bilhões no final de 2009, para R$ 24,29 bilhões em 2010, e atingiu, em dezembro de 2011, o valor recorde de R$ 43,79 bilhões.

O mercado de CCI, principal título adquirido pelas Securitizadoras Imobiliárias, acompanhou o movimento de crescimento do mercado de CRI. O montante anual de depósitos destes títulos na CETIP, depois de quase ter dobrado de tamanho em 2010, tendo passado de R$ 6,79 bilhões em 2009 para R$ 11,94 bilhões, alcançou a marca dos R$ 22,16 bilhões em 2011.

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Divulgação preliminar dos Rankings Uqbar 2011 de Securitizadoras Imobiliárias

O ano de 2011 registrou o novo recorde anual de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Foram R$ 13,58 bilhões emitidos, um crescimento de 59,8% em relação a 2010, quando foram registrados R$ 8,50 bilhões de CRI emitidos.

No ranking de Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de CRI a liderança foi decidida por poucos milhões de reais. Com R$ 3,12 bilhões (23,1%) emitidos em 2011, a Gaia ocupou pela primeira vez na história a primeira posição deste ranking anual. Na segunda posição ficou a Cibrasec, com R$ 3,08 bilhões (22,9%). Brazilian Securities, RB Capital e PDG completam a lista das cinco primeiras com os seguintes montantes emitidos: R$ 2,62 bilhões (19,4%), R$ 2,42 bilhões (18,0%) e R$ 1,33 bilhão (9,9%) respectivamente. Juntas essas cinco securitizadoras representaram 93,3% das emissões totais de CRI em 2011. Os outros 6,7% foram emitidos por onze Securitizadoras Imobiliárias.

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Novo recorde de emissões de CRI em um ano

O ano de 2011 se encerrou com o novo recorde de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI): R$ 13,58 bilhões, sendo R$ 8,60 bilhões (63,3%) referentes à operações lastreadas em créditos corporativos e R$ 4,98 bilhões (36,7%) referentes à créditos residenciais. Este montante representa um crescimento de 59,8% em relação ao ano de 2010, quando foram emitidos R$ 8,50 bilhões.AnoR$ (bilhões)201113,5820108,5020093,8320084,7420071,37

Quando as emissões de 2011 são divididas por ativo-lastro, Crédito Imobiliário foi a principal categoria, com 66,0% das emissões de CRI realizadas ao longo do ano, ou seja, R$ 8,96 bilhões. A parcela restante de 34,0% (R$ 4,62 bilhões) se refere aos CRI lastreados em Aluguel. Em 2010 a distribuição de montante emitido por ativo-lastro foi de 47,8% (R$ 4,06 bilhões) para Crédito Imobiliário e de 52,2% (R$ 4,44 bilhões) para Aluguel.

Gaia e Brazilian Securities mantêm posição de liderança nos rankings de CRI

Desde o último ranking de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) divulgado em outubro não houve nenhuma alteração nas posições dos participantes, seja na consolidação por montante emitido ou por número de operações realizadas em 2011. Com R$ 300,0 milhões emitidos durante o mês de novembro, a Gaia mantém a liderança do ranking por montante emitido no ano, somando até agora R$ 3,01 bilhões, o equivalente a uma participação de 27,7% do total do mercado. Por outro lado, a Brazilian Securities, que realizou trêsoperações em novembro, lidera o ranking por este critério, com um total de 48 operações no acumulado do ano, o equivalente a uma participação de 38,7% do mercado.

A segunda e a terceira posição no ranking por montante emitido no ano pertencem à Brazilian Securities, com R$ 2,34 bilhões (21,6%) e Cibrasec, com R$ 1,98 bilhão (18,3%) emitidos respectivamente. No mês de novembro a Brazilian Securities emitiu R$ 104,2 milhões, enquanto que a Cibrasec não realizou nenhuma operação. A RB Capital segue como a quarta companhia securitizadora que mais emitiu certificados este ano, totalizando R$ 1,93 bilhão (17,8%), sendo que R$ 168,6 milhões foram emitidos em novembro. A PDG com R$ 947,3 milhões (8,7%) emitidos no ano, sendo nula a emissão em novembro, completa a lista das cinco primeiras colocadas do ranking. Juntas, estas cinco securitizadoras imobiliárias representam 94,1% das emissões de CRI de 2011. Os outros R$ 639,5 milhões (5,9%) foram emitidos por outras nove securitizadoras.

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Crédito residencial representa 57,6% das emissões de CRI de novembro

Pela segunda vez no ano, as emissões mensais de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) lastreados em créditos residenciais superaram aquelas com lastro em créditos corporativos. No mês de novembro, R$ 330,0 milhões, ou 57,6% das emissões de CRI, foram lastreados em créditos residenciais, enquanto que os outros R$ 242,8 milhões emitidos no mês foram lastreados em créditos corporativos. O outro mês no qual o crédito residencial havia superado o crédito corporativo tinha sido outubro, por conta da mega operação da Caixa Econômica Federal (ver artigo de 09-nov “R$ 2,02 bilhões é o novo recorde de emissão de uma operação de CRI”). No entanto, no acumulado do ano, crédito residencial representa apenas 33,2% das emissões.

Com os R$ 572,8 milhões emitidos em novembro, as emissões de CRI no ano alcançaram a marca histórica de R$ 10,84 bilhões, o que representa um crescimento de 56,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia sido emitido R$ 6,94 bilhões, e de 27,0% em relação ao ano inteiro de 2010, que teve emissão total de R$ 8,54 bilhões.

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Operação Caixa/FGTS altera ranking de montante emitido de CRI em 2011

Como era esperado, a maior operação de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) já realizada no mercado nacional (ver artigo “R$ 2,02 bilhões é o novo recorde de emissão de uma operação de CRI” do último dia 09) trouxe uma mudança na liderança do ranking de montante emitido de CRI no ano até outubro.

Após a emissão das duas séries de CRI no valor de R$ 2,02 bilhões, lastreadas nos recebíveis imobiliários cedidos pela Caixa Econômica Federal e adquirida, no caso da cota sênior (R$ 1,86 bilhão), pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, a Gaia passou a liderar o ranking de montante emitido com uma participação de 26,4% do total emitido até outubro. No ano, a securitizadora realizou dezessete operações que somam R$ 2,71 bilhões. Até setembro a Gaia ocupava a quinta posição neste rankingSecuritizadora1/1/2011 a 31/10/20111/1/2011 a 30/09/2011PosiçãoMontante Emitido (R$ milhões)Participação(%)PosiçãoParticipação(%)Gaia12.70726,458,6Brazilian Securities22.21021,6126,8Cibrasec31.98419,4224,5RB Capital41.75817,2320,9PDG59479,3411,8Outras-6396,3-7,4

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Emissões de CRI ultrapassam R$ 10,0 bilhões no ano e estabelecem novo recorde

Nos primeiros dez meses de 2011 o montante total emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) alcançou R$ 10,25 bilhões, já superando o recorde referente a períodos anuais, que era de R$ 8,54 bilhões, relativo ao ano inteiro de 2010. Na comparação em relação ao mesmo período do ano de 2010, durante o qual foram emitidos R$ 6,51 bilhões, houve um crescimento de 57,5%.

O mês de outubro superou os dois primeiros meses do ano e agora é o mês de 2011 com o maior volume emitido de CRI, com R$ 2,23 bilhões. Este volume foi preponderantemente influenciado pela operação da Gaia, que é lastreada nos financiamentos imobiliários concedidos pela Caixa Econômica Federal (Caixa). Esta operação teve duas séries de CRI emitidos que somados atingiram R$ 2,02 bilhões. Além desta, em outubro foram realizadas outras seis operações: uma da RB Capital (R$ 85,0 milhões); duas da Brazilian Securities (R$ 60,3 milhões); uma da Beta (R$ 30,6 milhões); uma da Cibrasec (R$ 16,5 milhões); e uma da TRX (R$ 14,5 milhões).

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R$ 2,02 bilhões é o novo recorde de emissão de uma operação de CRI

No último dia 20 de outubro foi depositada na CETIP a maior operação de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da história. Com R$ 2,02 bilhões divididos em duas séries, sênior (R$ 1,86 bilhão) e subordinada (R$ 161,9 milhões), esta operação superou a 174ª série da Brazilan Securities, antiga recordista, que no ano passado havia captado R$ 1,2 bilhão, lastreada em contratos de locação para empresas do setor de telecomunicações.

A mega operação deste ano trata-se das séries 31 e 32 da 4ª emissão da Gaia Securitizadora a qual é lastreada por contratos de financiamento residenciais celebrados entre a Caixa Econômica Federal (cedente) e as pessoas físicas compradoras dos imóveis, totalizando R$ 2,02 bilhões. Todos os contratos foram originados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e contam com alienação fiduciária de imóvel como garantia. A carteira de créditos imobiliários cedidos à operação conta com as seguintes características: (i) Loan to value (LTV) individual menor que 90,0%; (ii) prazo máximo remanescente de 348 meses; (iii) atraso máximo de 30 dias; e (iv) concentração máxima de 0,009%.

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Uqbar comenta Audiência Pública SDM nº 12/2011

No último dia 4 se encerrou o prazo para recebimento de sugestões e comentários relativos à Audiência Pública SDM nº 12/2011 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que dispõe sobre a divulgação periódica de informações relativas a operações de securitização efetuadas por companhias securitizadoras. Como de praxe, a Uqbar participou da audiência. Abaixo reproduzimos na íntegra nossos comentários e sugestões sobre as propostas do edital.

Regime Informacional para Securitizadoras

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Emissões de CRI no terceiro trimestre foram menores que as do anterior

Com um montante emitido de R$ 1,58 bilhão, o terceiro trimestre de 2011 foi marcado por uma queda no nível de atividade no mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) em relação ao trimestre anterior. Entre abril e junho de 2011 foram emitidos R$ 1,78 bilhão, portanto, na comparação trimestral houve uma queda de 11,4%.

Por outro lado, nos primeiros nove meses de 2011 os CRI alcançaram a marca de R$ 7,82 bilhões em montante emitido. Este valor representa um crescimento de 40,4% em relação ao mesmo período de 2010, ou 91,5% do total emitido naquele ano.

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