As fintechs estão incrementando sua relevância no contexto do sistema financeiro nacional. A dinâmica desse fenômeno estrutural é bem-vinda, e mesmo necessária, tendendo a impactar a elevada concentração bancária que vigora no Brasil, que se configura um dos fatores que explicam as altas taxas de juros praticadas em algumas modalidades de financiamento no país. Além disso, através de um modelo de negócio com uso intensivo de tecnologia, essas empresas têm capacidade de desburocratizar o acesso ao crédito. Na esteira deste seu crescimento de participação na economia brasileira, as fintechs se aproximaram do mercado de capitais, e, mais especificamente, do mercado de securitização.

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