Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

O único Fundo de Investimento Imobiliário (FII) atual dedicado a investimentos em cotas de outros FII, o FII BC Fundo de Fundos de Investimentos Imobiliários (BC Fundo de FII), se tornou o fundo de cota mais líquida no mercado secundário na BM&FBOVESPA a partir de abril de 2011. Mesmo com um valor de mercado e patrimonial ainda não superior a R$ 160,0 milhões, patamar este inferior ao valor de dezessete outros fundos e correspondente a menos do que 2% do valor consolidado do setor, o BC Fundo de FII tem representado, nos últimos dois meses, perto de 20,0% da liquidez total do mercado secundário de cotas de FII, tanto em termos de montante negociado como no critério de número de negócios.

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Maio tem valorização negativa para preços de cota de FII

O mês de maio de 2011 deu um tom de queda nos preços de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário na BMF&Bovespa. Mesmo com o aumento da liquidez abordada no último artigo do Orbis, Liquidez de secundário de FII continua crescendo e estabelecendo recordes, o valor médio das cotas sofreu queda em maio, diminuindo a valorização acumulada no ano até agora.

A média linear de valorização de preço de cota no ano de 2011 até maio, entre todos os FII negociados no mercado secundário, fechou o mês em 3,1%. Este nível está abaixo daqueles registrados no final dos meses de abril e março, de 4,5% e 3,2% respectivamente.

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Liquidez de secundário de FII continua crescendo e estabelecendo recordes

A liquidez do secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continua em movimento crescente, expandindo a fronteira deste mercado. Os valores agregados do número de negócios e/ou do montante negociado na BM&FBOVESPA tem estabelecido novos recordes históricos quase todos os meses. Além disto, como o número de FII que tem apresentado liquidez mais alta está em plena ascensão, pode-se afirmar que há um processo de generalização do crescimento de liquidez que permeia o setor de forma abrangente.

O mês de maio de 2011 corroborou esta tendência. Neste período, foram negociados R$ 68,5 milhões em cotas de FII na BM&FBOVESPA, correspondentes a 6.654 negócios. Este montante mensal negociado é o quarto maior registrado na história do setor, mas o número de negócios mensal representa um novo recorde histórico, superando o anterior de 5.275, referente ao mês de abril.

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Desocupação de imóvel provavelmente afetará rentabilidade de FII

O FII Memorial Office que tem por objeto a participação no empreendimento imobiliário Edifício Memorial Office sofre com a desocupação do imóvel. A principal locatária do empreendimento, a Atento Brasil, uma empresa multinacional de contact center pertencente ao Grupo Telefônica, indicou recentemente sua intenção de diminuir substancialmente seu uso do imóvel.

De acordo com fato relevante publicado em 21 de maio de 2011 no jornal “O Estado de São Paulo”, o administrador do fundo, a COIN Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, informou que recebeu em 19 de maio um comunicado formal por parte da locatária de quinze dos 24 andares existentes no Edifício Memorial Office. O comunicado avisa do interesse na desocupação e devolução antecipada das unidades correspondentes a cinco daqueles andares locados, sendo três previstos para junho de 2011 e dois para agosto de 2011.

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Capitalização de mercado de FII supera R$ 10 bilhões

O valor consolidado de capitalização de mercado do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continuou trajetória de ascensão no primeiro quadrimestre de 2011. Depois de ter duplicado em 2010, fechando aquele ano em R$ 8,12 bilhões, o valor consolidado atingiu R$ 10,16 bilhões em abril de 2011.

A alta taxa de crescimento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de novos fundos e de novas cotas, e às novas negociações de cotas, e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. No final de 2009, o mercado secundário era composto por 26 FII. Um ano depois o conjunto de fundos cujas cotas eram negociadas no secundário saltou para 44. Agora, no final do primeiro quadrimestre de 2011, são 49. O cálculo considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA e aqueles cujas negociações são registradas na Cetip. Os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses foram excluídos do cálculo.

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Cota do Mais Shopping Largo 13 FII sofre queda no secundário

O preço da cota do Mais Shopping Largo 13 Fundo de Investimento Imobiliário (M S Largo 13), negociado no mercado secundário na BM&FBOVESPA, sofreu quedas acentuadas durante os meses de março e abril. No acumulado do ano de 2011, até o final de abril, a cota do M S Largo 13 apresenta o pior desempenho entre todas as cotas negociadas no secundário de Fundos de Investimento Imobiliário, tanto em termos de variação de preço como por rentabilidade efetiva, esta última sendo aquela que é calculada levando em consideração não só a variação de preço mas também os rendimentos decorrentes de distribuição de lucros.

Calculando-se através do preço médio mensal ponderado por montante negociado, a cota do M S Largo 13 caiu 16,7% de dezembro de 2010 até abril de 2011. Apenas nos últimos dois meses, de fevereiro a abril de 2011, a queda foi de 15,9%. Tais declínios foram medidos em cima de um preço médio ponderado da cota em abril de R$ 909,96. Mas nas últimas duas semanas a cota permaneceu abaixo de R$ 900,00, tendo atingido um preço médio diário de R$ 800,70 no dia 26 de abril, antes de recuperar algum terreno e registrar um preço médio diário de R$ 843,12 no dia 02 de maio.

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Liquidez de secundário de FII muda de patamar em 2011

A liquidez do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continua em acentuado crescimento neste início de 2011. O nível de liquidez, medido pelo valor agregado do número de negócios e/ou do montante negociado na BM&FBOVESPA, tem estabelecido vários novos recordes históricos. Ademais, estes indicadores, quando medidos de forma individual por fundo, apontam para um processo de generalização do crescimento de liquidez, envolvendo um número cada vez maior de FII.

Em 2011, até o dia 25 de abril, foram negociados R$ 222,4 milhões em cotas de FII na BM&FBOVESPA, correspondentes a 14.835 negócios. Em termos comparativos, o valor de montante negociado em menos de quatro meses é muito superior aos valores relativos ao ano inteiro para todos os anos até 2008 (naquele ano o montante anual foi de R$ 143,6 milhões) e similar ao valor anual de 2009 (R$ 228,8 milhões) e ao valor acumulado dos primeiros onze meses de 2010 (R$ 222,3 milhões). Pelo critério de número de negócios, a cifra até 25 de abril supera em larga margem as cifras anuais de todos os anos até 2009 (naquele ano inteiro houve 9.386 negócios) e está acima do número acumulado até agosto em 2010, de 13.681 negócios.

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R$ 7,5 bilhões subscritos em cotas de dois FII da região do porto do Rio de Janeiro

De acordo com documentos divulgados no site da CVM, nos dias 28 e 29 de março de 2011 foram encerradas as ofertas com esforços restritos do Caixa Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (Porto Maravilha) e do Fundo de Investimento Imobiliário da Região do Porto (Região do Porto), respectivamente.

Na oferta do Porto Maravilha foram subscritos R$ 3,5 bilhões em cotas de classe única. Esse montante foi adquirido por um investidor que, segundo os “Dados Finais da Oferta”, foi classificado na categoria “Outros”.

Excellence é o FII mais rentável no primeiro trimestre

Com uma rentabilidade efetiva no primeiro trimestre de 16,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2010 e de março deste ano.

Mesmo sem ter liderado o ranking em nenhum dos primeiros três meses, de forma separada, o FII Excellence acumulou um bom trimestre depois de uma excelente performance nos dois primeiros meses. No mês de janeiro, foi o sétimo mais rentável com 7,8%, e em fevereiro alcançou a vice-liderança do mês com 7,2%. Na segunda e terceira posições no acumulado do primeiro trimestre vem os FII RB Capital Agre e Square Faria Lima, com rentabilidades efetivas de 16,0% e 15,0% respectivamente.

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Valorização anual de cotas de FII termina fevereiro abaixo do nível de janeiro

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos da variação de preço em períodos anuais, registrou leve queda no mês de fevereiro se comparado a janeiro. Este tipo de rentabilidade, que vinha caindo ao longo de 2010 até o final de setembro, voltou a subir a partir de outubro passado, tendo fechado dezembro em 13,2%.

A valorização linear média de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até fevereiro, ficou em 13,2%. Esta rentabilidade anual tinha fechado janeiro em 13,9% e, agora, caiu para o mesmo nível alcançado em dezembro de 2010.

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