Aliansce compra cotas de FII por R$ 275 milhões

A Aliansce Shopping Centers publicou Fato Relevante para informar que celebrou acordo para compra de 100% das cotas de emissão do FII CTBH, único proprietário do imóvel Boulevard Corporate Tower. A companhia informa que a compra das cotas será feita pelo preço de R$275,3 milhões, a ser corrigido por CDI + 2,0% a.a., de 24 de fevereiro de 2017 até o efetivo fechamento da operação, que depende do cumprimento de determinadas condições suspensivas, incluindo a aprovação pelo CADE. Para definição do preço foi considerado o valor original de alienação do imóvel, de R$187,4 milhões, o qual estava sujeito a determinados ajustes futuros caso o imóvel fosse alienado no prazo de 3 anos, acrescenta a administradora de shopping centers. Nos termos então acordados, tal ajuste de preço poderia acarretar um desembolso ou um recebimento pela Aliansce, consistente na diferença entre o valor da venda futura e o “Valor Alvo” (definido como R$187,4 milhões corrigido por CDI+ 2,0% a.a., deduzidas as distribuições realizadas desde a compra). Terminado o período de 3 anos sem que tenha ocorrido a alienação para terceiros, a empresa optou por encerrar a exposição decorrente da transação original, informa o documento, mediante a aquisição das cotas do CTBH por R$275,3 milhões, valor este que corresponde exatamente aos R$ 187,4 milhões originais, corrigidos por CDI + 2,0% a.a., ajustados por distribuições e aportes realizados no período. Em fevereiro de 2014 a Aliansce havia alienado o imóvel ao FII CTBH, gerido pela Kinea Investimentos, conforme publicado no TLON à época. O edifício de escritórios tem padrão “Triple A”, com 23,4 mil m² de área total construída e 20,4 mil m² de área locável, e está localizado no complexo que inclui o Boulevard Shopping Belo Horizonte. Atualmente, a vacância do imóvel é de 37,0%.  

Novo FII inicia negociação na B3

A B3 informou que em 04 de maio de 2017 terão início, no mercado de bolsa, os negócios com as cotas de emissão do FII GGR Covepi Renda, sob o código de negociação GGRC11. Sua distribuição primária de cotas encerrou-se no dia 26 de abril de 2017, somando R$ 141,4 milhões. As cotas do fundo, com valor unitário inicial de R$ 100,00, foram adquiridas, em sua maioria, por investidores pessoas físicas. O fundo é administrado pela CM Capital Markets, enquanto a gestão está a cargo da GGR Gestão de Recursos. De acordo com o prospecto de distribuição, com os recursos obtidos com a oferta inicial, o gestor considera adquirir, em nome do fundo, três galpões de propriedade da BRF localizados no estado de São Paulo, nas cidades de Bauru, Guarulhos e São José dos Campos. Os imóveis serão adquiridos com o objetivo de obter renda mediante locação atípica para a própria BRF.

Fundos do BTG trocam mercado de balcão por bolsa

A BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administrador de diversos FII, publicou Fatos Relevantes para informar que teve pleito deferido pela BM&FBOVESPA em 25 de abril de 2017. O administrador havia solicitado à bolsa paulista a transferência do segmento de negociação das cotas de emissão de catorze FII do mercado de balcão organizado para o mercado de bolsa administrado pela BM&FBOVESPA, com a consequente alteração dos respectivos códigos de negociação. O administrador informa ainda que, para que os cotistas tenham tempo hábil para tomarem conhecimento e se prepararem para a referida alteração, a efetiva negociação das cotas no mercado de bolsa passará a ocorrer somente a partir de 02 de maio de 2017. A lista abaixo traz os fundos cujas cotas foram transferidas de mercado e a respectiva alteração no código de negociação:

FII

Cód. Neg. Anterior

Novo Cód. Neg.

Anhanguera Educacional

FAED11B

FAED11

Cenesp

CNES11B

CNES11

Floripa Shopping

FLRP11B

FLRP11

BTG Pactual Fundo de CRI

FEXC11B

FEXC11

Edifício Galeria

EDGA11B

EDGA11

Hospital da Criança

HCRI11B

HCRI11

Hospital Nossa Senhora de Lourdes

NSLU11B

NSLU11

Hotel Maxinvest

HTMX11B

HTMX11

Max Retail

MAXR11B

MAXR11

NCH Brasil Recebíveis Imobiliários

NCHB11B

NCHB11

Shopping Jardim Sul

JRDM11B

JRDM11

Torre Almirante

ALMI11B

ALMI11

Torre Norte

TRNT11B

TRNT11

VBI FL 4440

FVBI11B

FVBI11

Negociação com novo locatário do TBOF11 se segue a saída de locatário

A BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administradora do FII TB Office (TBOF11), fundo proprietário de 100% do Edifício Tower Bridge, publicou Fato Relevante para comunicar a saída de um dos locatários do imóvel. Segundo a administradora, ocorreu a saída da Zurich Minas Brasil Seguros S.A., anteriormente ocupante do 20º andar do imóvel localizado em São Paulo-SP. Adicionalmente, o fundo recebeu multa rescisória no valor de R$ 2,0 milhões. Ao mesmo tempo, a administradora informa estar em negociação de novas condições comerciais para a entrada da empresa Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência S.A. para a locação do 20º andar do Imóvel. Segundo o documento, o valor da nova locação do 20º andar atende as condições praticadas atualmente no mercado com o objetivo de manter o nível de ocupação do Imóvel. A vacância do imóvel atingia 36,5% ao final de janeiro de 2017, data da última informação disponível.

Após desocupação da Petrobras, Torre Almirante tem novo locatário

A BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administradora do FII Torre Almirante (ALMI11B) e do FII Prime Portfolio, publicou Fato Relevante para informar a seus cotistas e ao mercado em geral que os fundos assinaram contrato de locação referente ao edifício Torre Almirante, localizado na cidade do Rio de Janeiro-RJ, à Avenida Almirante Barroso nº 81. O ALMI11B detém 40,0% do imóvel, enquanto o restante é de propriedade do FII Prime Portfolio. Segundo o documento, o novo contrato de locação foi celebrado no dia 26 de abril de 2017, e se refere aos andares 31º, 32º, 33º, 34º, 35º e 36º do imóvel, compondo área de 7.284,20 m², aproximadamente 17,0% da área locável total do imóvel. O contrato de locação se iniciará em 1º de maio de 2017, e terá prazo de duração de 15 anos. O anúncio da locação vem a público pouco mais de dois meses após a Petrobras, anterior locatária do imóvel, ter efetivamente desocupado o edifício. Em virtude da rescisão antecipada do contrato, a petroleira, que ocupava o equivalente a 99,1% da área total do edifício, arcou com multa rescisória equivalente a quatro alugueis mensais. Assim, apesar da celebração do novo contrato, pouco mais de 80,0% da área total do imóvel ainda se encontra vacante.

Liquidação do WM RB Capital se completará em maio

Conforme divulgado no resumo de atas de assembleias de cotistas de FII em janeiro e abril de 2017, os detentores de cotas do FII WM RB Capital (WMRB11B) deliberaram pela liquidação do fundo mediante alienação de todos os ativos da carteira para terceiros. Agora, em 19 de abril de 2017, o Citibank DTVM, administrador do FII, publicou Fato Relevante no qual informa que o processo de alienação da totalidade dos ativos se completou em 13 de abril de 2017. Assim, informa o administrador, as cotas serão integralmente resgatadas por seu valor patrimonial, independentemente de seu valor de negociação no mercado secundário, de uma única vez, na data de 22 de maio de 2017, de modo que o WMRB11B será efetivamente liquidado na data de 22 de maio de 2017. Em função disso, as cotas deixaram de ser negociadas na BM&FBOVESPA no fechamento do mercado no dia da publicação do Fato Relevante. 

Ofertas de fundos Kinea recebem registro

A CVM concedeu ontem, 12 de abril, os registros definitivos de oferta pública, nos ritos da ICVM 400, referentes às cotas dos FII Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) e Kinea Índices de Preços (KNIP11), nos valores de R$ 661,9 milhões e R$ 578,3 milhões, respectivamente. Ambas ofertas serão coordenadas pelo Banco Itaú BBA. Os fundos são administrados pela Intrag DTVM e têm por objeto o investimento preponderante (superior a 50,0% do patrimônio líquido do fundo, segundo o regulamento) em CRI, podendo investir ainda em Letras de Crédito Imobiliário, Letras Hipotecárias e outros ativos financeiros. Para o KNCR11 esta é a sexta oferta de cotas registrada na CVM, já para o KNIP11 trata-se da segunda oferta de cotas registrada na CVM.

Secretaria de Cultura do Estado do RJ pode deixar Edifício Galeria

Matéria veiculada no jornal O Globo em 17 de março dá conta de que “uma dívida de mais de R$ 8 milhões e um aluguel “impagável” de R$ 480 mil mensais levaram a Secretaria estadual de Cultura a optar por mudar sua sede, que atualmente funciona no prédio nº 86 da Rua da Quitanda, para o Convento do Carmo, no Centro [do Rio de Janeiro]”. O prédio mencionado pela matéria é detido integralmente pelo FII Edifício Galeria (EDGA11B), administrado pelo BTG Pactual Serviços Financeiros. De acordo com o Informe Trimestral do fundo, relativo a dezembro de 2016, o órgão estadual representava, à época, 19,1% das receitas oriundas do imóvel. Até o momento da publicação desta Curta, não havia sido publicado Fato Relevante que tratasse do tema. Segundo o Relatório Gerencial referente a janeiro de 2017, o fundo apresentava, ao final de dezembro do ano anterior, vacância física de 24,3%. O mesmo relatório informa que, se concretizadas as saídas de locações anunciadas entre novembro e janeiro (o que não inclui, portanto, a potencial saída da Secretaria de Cultura), a vacância já atingiria o total aproximado de 33,6% da área locável. Em relação à inadimplência, o Relatório acrescenta que o total de valores acumulados das inadimplências era de R$ 8,3 milhões no final do mês de dezembro de 2016, referente a 4 locatários que representam a locação de 18,15% da área total do imóvel. 

SDIL11 celebra contrato de locação de módulo de galpão

A Rio Bravo Investimentos e a XP Gestão de Recursos, respectivamente, administrador e gestor do FII SDI Logística Rio (SDIL11), publicaram Fato Relevante para informar que o fundo celebrou contrato de locação com a Predileta Rio de Janeiro Distribuidora de Medicamentos Ltda., empresa pertencente ao grupo Cimed Indústria De Medicamentos Ltda.. A locação se refere ao módulo 2 do galpão 01 do Multi Modal, condomínio logístico localizado em Duque de Caxias-RJ e único ativo do fundo. O contrato de locação teve início em fevereiro de 2017, tem prazo de duração de 60 meses e contempla, segundo os prestadores de serviços, as condições comerciais praticadas em mercado. Segundo o documento, o módulo possui área de 1.992,47m², e equivale a 4,5% da área bruta locável total do SDIL11. De acordo com o relatório gerencial do fundo relativo ao mês de janeiro de 2017, ainda restariam quarto módulos vacantes, um no galpão 01 e três no galpão 02, representando vacância física de 18,7%.

TRXL11 celebra contrato de locação com empresa do varejo

A Oliveira Trust DTVM e a TRX Gestora de Recursos, administrador e gestor do FII TRX Realty Logística Renda I (TRXL11), respectivamente, publicaram Fato Relevante para comunicar a celebração do contrato de locação do imóvel Navegantes, localizado no estado de Santa Catarina. O contrato foi celebrado, na modalidade típica, com a empresa Koch Hipermercados Ltda. e possui prazo de 20 anos, com início em 15 de fevereiro de 2017 e término em 15 de fevereiro de 2037. Segundo o documento, o fundo receberá mensalmente, a título de receita de aluguel, o valor de R$ 54.166,66, correspondente ao valor anual de R$ 650 mil. O valor será reajustado anualmente pelo IPCA. Exclusivamente no primeiro ano de locação, o contrato prevê um desconto de R$ 216.666,67, valor referente a quatro meses de aluguel, visto que o locatário realizará investimentos no imóvel para adaptação às suas atividades no valor mínimo de R$ 1,5 milhão, além de estabelecer que o pagamento será realizado em três parcelas, nos meses de fevereiro, junho e dezembro. A partir do segundo ano de locação, ou seja, a partir de 15 de março de 2018, o aluguel passará a ser pago mensalmente. Em função da excepcionalidade das datas de pagamento do aluguel durante o primeiro ano de contrato, conforme acima informado, e com objetivo de uniformizar o fluxo de distribuição de rendimentos do TRXL11, a distribuição da receita proveniente deste aluguel ocorrerá mensalmente à razão de 1/12, ou seja, será diluída mensalmente, observando as regras de distribuição de rendimentos aplicáveis aos FII. A partir do início da locação, as despesas de manutenção do imóvel estarão exclusivamente sob a responsabilidade do inquilino, o que gerará uma redução de aproximadamente 12% nas despesas totais atualmente pagas pelo fundo. A taxa de vacância física passará de 64,1% para 53,3%.

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