Grupo chinês propõe comprar imóvel do TB Office

O BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administrador do FII TB Office (TBOF11), publicou Fato Relevante para informar sobre o recebimento de proposta de compra do Edifício Tower Bridge Corporate, que é integralmente detido pelo fundo. Segundo o administrador, a Fosun Property Holdings Limited encaminhou proposta de compra do imóvel pelo valor de R$ 703,5 milhões. O BTG Pactual acrescenta que avaliará a proposta e o mercado será devidamente informado quanto a eventuais desdobramentos, sendo certo que a eventual alienação do imóvel pelo fundo deverá ser precedida de assembleia geral dos cotistas. Em dezembro de 2016 o patrimônio líquido do fundo havia alcançado R$ 727,5 milhões. Por outro lado, o TBOF11 lida com vacância elevada e persistente. Desde outubro de 2015 a taxa de vacância do fundo é superior a 30,0%. 

1ª Oferta de cotas do JPP Capital Value recebe registro

A CVM concedeu, no último dia 27 de janeiro, o registro definitivo de oferta pública de R$ 57,5 milhões referentes à 1ª emissão de cotas de classe única do FII JPP Capital Value. A oferta será coordenada pela CM – Capital Markets que também exerce a função de administração do fundo. O Fundo tem por objeto a realização de investimentos em imóveis residenciais já construídos, especialmente por meio da aquisição em leilões judiciais ou extrajudiciais, conforme previsto na legislação brasileira em vigor, podendo ainda, adquirir imóveis e direitos reais sobre bens imóveis residenciais disponíveis na carteira de instituições financeiras e incorporadoras, incluindo, sem limitação, em razão de execução de garantia, desde que atendam aos critérios e à política de investimento do Fundo descritos no Regulamento. O fundo ainda não entrou em operação.

BR Properties compra imóvel do FII Opportunity

A BR Properties S.A. publicou Fato Relevante para informar que celebrou escritura de venda e compra com pacto adjeto de alienação fiduciária em garantia com o FII Opportunity, por meio da qual a empresa adquiriu o imóvel situado na Rua do Passeio nº 38/40, Freguesia de São José, na cidade do Rio de Janeiro/RJ. O imóvel, que tem área bruta locável de 81.423m², foi comprado pelo preço certo e ajustado de R$715,0 milhões, sendo R$ 301,7 milhões pagos à vista e o restante a ser pago na forma determinada pela escritura de venda e compra. Segundo o documento, com a concretização da aquisição do imóvel, o portfólio da BR Properties passará a ter 654.792 m² de área locável.

Oferta do FII Riviera Rio Quente Resorts recebe registro

A CVM concedeu ontem, 14 de dezembro, o registro definitivo de oferta pública de R$ 230,5 milhões referentes às cotas do FII Riviera Rio Quente Resorts. A oferta será coordenada pela Socopa. O fundo é administrado pela Socopa e tem por objeto a aquisição e exploração comercial de 400 unidades hoteleiras do novo Edifício Hotel Convenções a ser construído dentro do complexo turístico Rio Quente Resorts. Esta é a primeira oferta de cotas deste FII registrada na CVM. O fundo ainda não entrou em operação.

FII Lateres exerce opção de venda de imóvel

A Oliveira Trust DTVM e a Dynamo V. C. Administradora de Recursos, respectivamente, administrador e gestor do FII Lateres (LATR11B), publicaram Fato Relevante para comunicar que o empreendimento planejado para o imóvel do fundo localizado no Brooklin, em São Paulo/SP, não foi lançado pela incorporadora dentro do prazo de 36 meses previsto no contrato de permuta de imóvel, firmado entre o fundo e a incorporadora em 23 de outubro de 2013. Devido ao não lançamento tempestivo, o gestor optou por exercer a opção de venda do imóvel para a incorporadora pelo valor de R$ 22,0 milhões, corrigido monetariamente pela variação registrada pelo IPCA/IBGE, até a data do início do pagamento, conforme disposto no referido instrumento de permuta. Segundo o documento, o pagamento deverá ser realizado entre janeiro e dezembro de 2017, em doze parcelas corrigidas monetariamente pela variação do CDI, acrescidas de 2,8% ao ano. Finalmente, é informado que o exercício, pelo fundo, do direito de venda do imóvel à incorporadora poderá acarretar impacto positivo nas cotas emitidas, fato este que poderá ser seguido de distribuição de lucro aos cotistas, apurado segundo o regime caixa.

TAM informa intenção de deixar imóvel do TBOF11

O BTG Pactual Serviços Financeiros, administrador do FII TB Office (TBOF11), informa aos cotistas e ao mercado em geral, que recebeu, em 1º de novembro, notificação enviada pela TAM Linhas Aéreas S/A informando sua intenção de desocupação de parcela de imóvel do qual o fundo é proprietário. A empresa aérea é locatária do conjunto 21, localizado no 2º pavimento, e de todos os conjuntos que compõem o 4º e 5º pavimentos do Edifício Tower Bridge, detido integralmente pelo TBOF11, e tenciona rescindir o contrato de locação em 28 de fevereiro de 2017, se comprometendo a cumprir as disposições contratuais até tal data. Segundo afirma o administrador, na hipótese de se concretizar essa saída, a vacância atingirá o total aproximado de 44,30% da área locável, que em agosto já se situava em 64,68%. Em conjunto com o consultor imobiliário, Tishman Speyer, o BTG Pactual assegura envidar esforços para tentar manter este e os demais locatários no imóvel e informará ao mercado quanto a eventuais desdobramentos e definições que venham a ser formalizados entre as partes.

Ação Revisional proposta pelo FII Almirante Barroso tem decisão proferida

O BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administrador do FII Edifício Almirante Barroso (FAMB11B), publicou Fato Relevante para informar que foi disponibilizada, no website da Justiça Federal do Rio de Janeiro, cópia de decisão proferida nos autos da Ação Revisional de Aluguel nº 0023109-25.2010.4.02.5101, proposta pelo fundo contra a Caixa Econômica Federal (CEF), locatária do imóvel de propriedade do FII, localizado na Avenida Rio Branco, nº 174, Rio de Janeiro/RJ, dando provimento aos embargos de declaração opostos pelo fundo contra a sentença proferida nos autos da Ação Revisional, decidindo, entre outros assuntos, que o pagamento das diferenças de alugueis fixados provisoriamente e aqueles pagos ao longo da ação, no montante total de R$ 7,8 milhões, deverá ser feito imediatamente, independentemente de interposição de recurso por parte da CEF, bem como que a CEF deverá pagar o valor do aluguel mensal fixado em sentença de R$ 4,2 milhões desde a prolação da referida decisão. Segundo o documento, a decisão aguarda publicação no Diário Oficial da União e, após isso, poderá ser objeto de recurso por parte da CEF. A ação revisional foi ajuizada em 16 de dezembro de 2010, e tem por objeto o pedido de fixação de aluguel provisório, visando majorar o aluguel mensal do prédio para R$ 3,6 milhões, com base em laudo de avaliação apresentado pela Brazilian Mortgages. 

Conflito de interesses em FII é abordado por nova Instrução

A CVM editou hoje, 15 de setembro, a ICVM 580, que altera a ICVM 472. A nova norma trata do conflito de interesses entre o FII e o respectivo consultor especializado. Assim, a autarquia entendeu por vedar a atuação do consultor imobiliário como representante de cotistas e formador de mercado. A contratação de partes relacionadas ao consultor para o exercício da função de formador de mercado fica sujeita à aprovação prévia da assembleia de cotistas. De forma geral, a ICVM 580 inclui como passíveis de aprovação em assembleia, similarmente ao que já ocorre com administrador e gestor, os atos que caracterizem conflito de interesses entre o fundo e o consultor, como a aquisição ou locação de imóvel de propriedade do consultor especializado ou de pessoas a eles ligadas, por exemplo. A norma, que entra em vigor hoje, já está disponível na seção Biblios do TLON.

Banco Petra muda de nome para Finaxis

O Banco Petra apresentou nesta terça-feira, 13 de setembro, seu novo nome. A partir de hoje, o banco adotará a denominação Finaxis, refletindo a mudança de posicionamento da instituição no mercado, que agora busca expandir os negócios do grupo, através da diversificação e da ampliação de sua atuação em fundos de investimento tais como FIP e FII. A nova marca já nasce como um importante player do mercado de FIDC, FII e FIP. Criado apenas em 2010, o banco já está associado à administração de quase uma centena de FIDC, cujo PL consolidado soma R$ 4,90 bilhões em julho de 2016. Como custodiante de ativos, a empresa já atua em 85 FIDC, que totalizam PL de R$ 4,82 bilhões, e, ao mesmo tempo, é gestor de 66 FIDC, cujo patrimônio consolidado soma R$ 2,70 bilhões. Como administrador de FII e FIP, o Finaxis desempenha papel em 8 e 17 fundos, que perfazem patrimônio de R$ 256,9 milhões e R$ 1,35 bilhão, respectivamente. A administração do agora denominado Finaxis estabelece como estratégia incorporar níveis ainda mais altos de transparência e modernas práticas de gestão ao mercado, sendo que seu foco será direcionado aos indicadores de rentabilidade e de receita obtidas de suas atividades, se sobrepondo, portanto, ao de patrimônio administrado. O Finaxis planeja crescimento da receita da ordem 18% em 2016 na comparação com 2015.

Operação Greenfield apura FIP utilizados para fraudes em fundos de pensão

Hoje, 05 de setembro, foi deflagrada a Operação Greenfield, resultado de ação conjunta da CVM, do Ministério Público Federal (MPF), da Polícia Federal e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Segundo a CVM, o objetivo da operação é apurar crimes de gestão temerária e fraudulenta cometidos contra os três maiores fundos de pensão do país: Funcef, Petros e Previ, além do Postalis. As instituições teriam realizados investimentos de forma fraudulenta ou temerária por meio de FIP. As investigações constataram a existência de pelo menos quatro núcleos distintos que atuavam na possível organização criminosa: o empresarial; o de dirigente de fundos de pensão; o de empresas avaliadoras de ativos e o de gestores e administradores dos FIP. Publicados no TLON, os artigos “A finalidade dos FIP através dos três maiores fundos do segmento” e “Segundo maior FIP imobiliário investe em subsidiária da OAS” abordam, segundo informações já veiculadas, dois FIP envolvidos na operação, OAS Empreendimentos e Sondas.

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