Secundário se ajusta à nova emissão de FII

O Fundo de Investimento Imobiliário Hospital Nossa Senhora de Lourdes (FII N S de Lourdes) está fazendo uma nova oferta pública primária de cotas, com registro já concedido na CVM, no valor de R$ 45.016.000,00, para financiar a expansão do hospital homônimo. O preço da cota do fundo na oferta será de R$ 170,00, um valor 9% abaixo do preço negociado da cota no mercado secundário na BM&FBOVESPA no dia 10/11, de R$ 186,00, 16% abaixo do preço médio negociado da cota durante os meses de setembro e outubro, de R$ 198,00, e 35% abaixo do preço negociado da cota em uma pequena transação no final de setembro, de R$ 229,00.

O FII N S de Lourdes foi constituído no começo de 2006 quando o hospital realizou a integralização por inteiro da primeira série da primeira emissão do fundo com todo seu patrimônio imobiliário, pelo preço total de R$ 60,0 milhões e valor de cota de R$ 100,00. Uma vez integralizadas as cotas, o hospital promoveu a oferta secundária de todas as suas cotas no fundo, devidamente registrada na CVM. Primeiramente vieram duas séries de 300 mil cotas: a primeira a R$ 100,00 a cota e a segunda saindo com um ágio, a R$ 118,00 a cota.

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Outro mês de aumento no mercado secundário de FII

O montante negociado no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continuou a crescer no mês de outubro. Apesar do volume total deste mercado ainda apresentar níveis proporcionais bastante baixos quando comparados aos do mercado secundário de ações, este indicador vem crescendo consistentemente desde maio deste ano.

Em outubro de 2009, R$ 24,3 milhões de cotas de FII foram transacionados nos mercados de bolsa e balcão organizado na BM&FBOVESPA, para um total de 713 negócios. Até maio deste ano, a média mensal era inferior à R$ 10,0 milhões e, desde então, o volume do mercado secundário entrou em ascendência atingindo R$ 20,4 milhões no mês de setembro e subindo mais 19% neste último mês. Pelo critério de número de negócios, outubro apresentou uma ligeira queda em relação à média mensal desde maio, que esteve um pouco acima da marca dos 800.

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Primeiro FII dedicado exclusivamente à área educacional vem a mercado

A CVM aprovou e concedeu registro para oferta da primeira emissão de cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Anhanguera Educacional (FII Anhanguera Educacional). Serão R$ 38,1 milhões em cotas, série única, de valor unitário de R$ 100,00 e aplicação mínima de R$ 10.000,00. Após o fundo estar constituído e as cotas devidamente integralizadas, as mesmas serão negociadas no mercado secundário junto à BM&FBOVESPA através do mercado de balcão organizado.

Trata-se de uma operação de Sale & Lease-back, através da qual, simultaneamente, um imóvel, atualmente de propriedade da Anhaguera Educacional S.A. (Anhanguera), é alienado ao fundo e um contrato de locação é firmado entre as partes. A Anhanguera é uma instituição privada de ensino superior pertencente à AESAPAR, hoje a maior empresa de capital aberto do setor de educação no Brasil.

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Mais um FII dedicado a CRI vem a mercado

A segunda oferta pública de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário e Letras Hipotecárias foi registrada ontem, 27 de outubro, na CVM. Desta vez, a captação alvo de R$130,0 milhões do CSHG Recebíveis Imobiliários BC FII supera em cinco vezes os recursos que estão sendo levantados pelo FII Excellence, a primeira oferta de um FII dedicado a CRI, registrada na CVM há pouco mais de três semanas.

O coordenador-líder da emissão e administrador deste novo fundo será a Credit Suisse Corretora de Valores S.A. A Brazilian Capital atuará como consultor de investimentos e o Banco Itaú será a instituição depositária.

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Liquidez no mercado secundário de FII aponta começo de crescimento

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) manteve, em setembro de 2009, tendência de crescimento do seu nível de liquidez, a qual ainda é considerada baixa se comparada com a de outros mercados, mas vem subindo de patamar desde o último mês de maio. Um montante de R$ 20,4 milhões de cotas de FII foram transacionadas em setembro nos mercados de bolsa e balcão organizado na BM&FBOVESPA, para um total de 819 negócios.

Se medirmos a liquidez do mercado pelo montante negociado, o mês de setembro apresentou uma alta expressiva. Excetuando-se uma transação atípica de R$ 69,0 milhões, em junho último, com cotas do FII Opportunity, o montante em setembro ficou em torno de 30% acima da média mensal nos últimos quatro meses e quase 100% acima da média mensal nos últimos 12 meses. Pelo critério de número de negócios, desde maio de 2009, a média mensal tem sido acima de 800, chegando à 1.406 no mês de julho. Antes, o maior número de negócios, 814, tinha ocorrido em agosto de 2007.

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Evento de securitização reflete otimismo no mercado

Em seminário realizado na BM&FBOVESPA no dia 8 de outubro, que contou com a presença de mais de 120 profissionais do mercado de securitização, participantes puderam debater o estágio atual de desenvolvimento do setor, o potencial de crescimento que se delineia à frente e as principais questões do momento que impedem um crescimento ainda mais vigoroso dos títulos de securitização e das finanças estruturadas.

O evento, organizado pela Uqbar, iniciou-se com uma palestra da gerente de aperfeiçoamento de normas da Comissão de Valores Mobiliários, Flávia Mouta, na qual foi traçado um histórico da evolução recente do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado de finanças estruturadas, em especial os desenvolvimentos realizados nos setores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

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Demanda de fundos de pensão por FII e títulos deve crescer

O setor de securitização pode se beneficiar de um aumento de interesse em seus títulos por parte dos fundos de pensão. No dia 24 de setembro, o Conselho Monetário Nacional aprovou novas diretrizes para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), aumentando os limites permitidos de investimento, dos fundos de pensão, em diferentes modalidades por segmento do mercado financeiro e criando novos segmentos com seus limites próprios.

Entre as novas categorias criadas pela resolução 3.792 do CMN, está a do segmento de investimentos estruturados. A novidade é que os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) não fazem mais parte, na nova classificação, do segmento de imóveis, tendo sido deslocados para o segmento de investimentos estruturados.

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Primeiro FII dedicado a CRI deve entrar em operação em duas semanas

Os primeiros efeitos da nova legislação tributária, que possibilita a isenção de imposto na fonte nas aplicações em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Certificados Imobiliários (LCI) e Letras Hipotecárias (LH) por parte dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), se farão sentir em breve no mercado de capitais.

A primeira oferta pública de emissão de cotas de um FII que se dedicará a investimentos em CRI, LCI e LH está em análise na CVM. Trata-se de R$ 27,0 milhões em cotas a serem ofertadas do FII Excellence, coordenada pelo Banco Ourinvest.

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Nova instrução CVM elimina entrave de gestão imobiliária de FII

Hoje, dia 11 de setembro, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou sua instrução 478 (ICVM 478), a qual altera a ICVM 472, que, por sua vez, dispõe sobre vários aspectos do funcionamento dos fundos de investimento imobiliário (FII). A principal mudança se refere à dispensa da apreciação, pela assembléia geral de cotistas dos FII, do laudo de avaliação dos bens e direitos adquiridos por estes fundos.

Esta exigência tinha sido incluída na ICVM 472, que estabelecia a necessidade da assembléia deliberar sobre a apreciação do laudo de avaliação de bens e direitos utilizados na integralização de cotas ou adquiridos pelo fundo. A partir desta nova instrução, a assembléia deve se manifestar somente quando bens e direitos forem usados para a integralização de cotas. Caso os cotistas desejem impor limitações à liberdade do administrador de decidir sobre bens e direitos a serem adquiridos pelo fundo durante seu funcionamento normal, estas devem constar do regulamento do fundo.

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Aumenta a liquidez no mercado secundário de fundos imobiliários

Nos últimos quatro meses deste ano houve um aumento perceptível do montante e do número de negócios de cotas de fundos de investimento imobiliário (FII) nos mercados de bolsa e balcão organizado na BM&FBovespa.

Desde maio de 2009, a média mensal do número de negócios foi de 1.007, sendo que em todos estes meses este indicador esteve acima de 840. Desde 2007, o maior número de negócios em um mês tinha sido 814, em agosto daquele ano.

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