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2009 fecha com volume alto de ofertas registradas na CVM

No último mês do ano houve um aumento substancial de ofertas públicas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e Fundos de Investimento Imobiliário (FII) registradas pela CVM. Em linha com várias estimativas publicadas pelo mercado de aumento de crédito e de investimento em 2010, este fluxo crescente de ofertasreflete tanto o momento macroeconômico mais propício quanto o avanço setorial específico. Como exemplo destes últimos podemos citar o papel protagonista que o setor imobiliário adquiriu dentro da política econômica no país e a evolução do arcabouço jurídico-regulamentar dos FII.

Em dezembro de 2009 foram registrados na CVM, R$ 1,85 bilhão em ofertas, primárias e secundárias, de cotas de FII. São ofertas de cinco fundos sendo que a maior delas é a do FII Votorantim Securities de R$ 1,30 bilhão. Para se ter uma base comparativa com o fluxo de ofertas no resto do ano, nos primeiros onze meses de 2009, até novembro, o volume total de ofertas foi de R$ 1,03 bilhão.

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Uqbar publica ranking de rendimentos dos FII

Fechando o ciclo de publicações dos primeiros rankings de rentabilidade no setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar produz hoje o ranking de rendimentos dos fundos negociados no mercado secundário. Esta nova série mensal que se inicia agora vai trazer o ranking dos FIIbaseado exclusivamente no retorno estimado das distribuições de rendimentos nos próximos doze meses.

A estimativa dos rendimentos de cada cota de FII é feita simplesmente projetando-se a distribuição dos rendimentos nos últimos doze meses (no caso, até novembro de 2009) para os próximos doze meses de forma idêntica. Assim, a metodologia usada calcula qual seria o retorno provindo exclusivamente destes rendimentos estimados para um investidor que adquirisse “hoje” a respectiva cota no mercado secundário. O preço usado de aquisição da cota é o preço médio, ponderado por montante negociado, de negociação no atual mês (novembro).

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Sai o primeiro ranking de rentabilidade efetiva anual para os FII

A Uqbar publica hoje o primeiro ranking de rentabilidade efetiva nos últimos doze meses dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário. Como no caso dos outros rankings de rentabilidade no setor de FII publicados pela Uqbar neste mês, esta é uma nova série mensal que se inicia, sendo que esta primeira classificação foi determinada pela rentabilidade efetiva dos fundos no período de doze meses finalizados em novembro de 2009.

Este é o primeiro ranking que captura a rentabilidade total dos fundos para um período anual, sendo assim uma classificação que leva em conta tanto a variação de preços das cotas dos fundos como os seus rendimentos, e que não é distorcida por eventuais fatores cíclicos. A rentabilidade é calculada usando-se a metodologia da Taxa Interna de Retorno.

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FII Hospital da Criança lidera ranking de rentabilidade efetiva mensal em novembro

Iniciando mais uma série mensal de rankings de rentabilidade no setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar publica hoje o primeiro ranking de rentabilidade efetiva mensal dos fundos negociados no mercado secundário, aplicável ao mês de novembro de 2009.

A rentabilidade efetiva é calculada usando-se a Taxa Interna de Retorno, levando-se em conta os rendimentos distribuídos pelos fundos no respectivo mês e a variação de preço de cota dos mesmos. Por sua vez, a variação de preço de cota dos fundos é calculada usando-se os preços médios, ponderados pelos montantes negociados, da cota de cada fundo no respectivo mês e no mês anterior (neste caso, nos meses de novembro e de outubro).

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Assembléias FIDC - Novembro 2009

Durante o mês de novembro foram realizadas 15 assembléias gerais de cotistas de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC). Abaixo apresentamos as principais decisões destas assembléias organizadas pelos principais assuntos da pauta e em ordem cronológica.

ADMINISTRATIVO

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Classificação/Novembro - Desempenho de FIDC por ativo-lastro

A Uqbar dá continuidade a sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDD Normalizado, ou PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices na Curta de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

Para cada categoria são apresentados também, o número de fundos e a média do valor dos direitos creditórios (DCµ) por fundo.

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Classificação/Novembro - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de novembro.

As classificações não consideram fundos não padronizados e também excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Financiamento de fornecedores trazem mais três FIDC para o mercado

Três ofertas de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), que serão estruturados cada um com créditos contra apenas um sacado, estão para vir a mercado. Trata-se de duas operações com direitos creditórios de fornecedores da Petrobras e uma de fornecedores da Volkswagen. Os direitos creditórios dos fundos são oriundos de contratos referentes à prestação de serviços, compra e venda mercantil ou fornecimento de bens celebrados entre a Petrobras ou Volkswagen e seus fornecedores. Estes contratos podem fazer referência a produtos ou serviços já entregues (“performados”), sendo que no caso dos fundos da Petrobras podem existir direitos referentes a produtos ou serviços a serem entregues no futuro (a “performar”).

Fornecedores da estatal brasileira poderão ser cedentes do FIDC Fornecedores Petrobras BR2 - Industrial e Serviços (FIDC Petrobras BR2) e do FIDC Fornecedores Petrobras - Industrial e Serviços (FIDC Petrobras), sendo que o montante total de todas as classes de cotas emitidas para cada operação poderá chegar à R$ 100,0 milhões. Segundo seus respectivos prospectos preliminares, as duas operações estão sendo estruturadas de forma bastante similar, cada qual envolvendo uma classe mezanino de cotas subordinadas. Para o primeiro FIDC serão o equivalente à R$ 80,0 milhões em cotas sênior, R$ 10,0 milhões em cotas mezanino, e R$ 10,0 milhões em cotas subordinada júnior. Para o segundo FIDC, a divisão respectiva dos montantes fica assim: R$ 72,5 milhões, R$ 17,5 milhões e R$ 10,0 milhões. O prazo de vencimento final dos títulos é de quatro anos. Interessante notar que a estrutura de reforço de crédito adotada, com títulos subordinados, não tem como principal objetivo mitigar o risco de crédito dos sacados, uma vez que trata-se de um único devedor para todos os direitos creditórios. A subordinação criada visa mitigar riscos relacionados ao desempenho dos fornecedores. Além do risco de continuidade da própria empresa fornecedora dos serviços/produtos, o fluxo de caixa dos direitos creditórios poderá estar exposto a riscos de natureza operacional, como atrasos em cronogramas de entrega dos serviços/produtos, tendo como consequência a postergação ou até mesmo o cancelamento da obrigação de pagamento pelo sacado.

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Participação expressiva de pessoas físicas em ofertas públicas aumenta expectativas sobre mercado secundário de FII

Duas ofertas públicas de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) estão estabelecendo um novo patamar de participação de investidores pessoa física nas operações deste mercado. A primeira delas, encerrada oficialmente ontem, a do FII Parque Dom Pedro Shopping Center, teve 947 CPF registrados como compradores de R$ 85,3 milhões em cotas de um total de R$ 100,0 milhões oferecidos e subscritos. A segunda oferta é a do RB Capital Renda I FII. Ainda sem anúncio de encerramento publicado, a operação, que totaliza R$ 132,0 milhões, conta com expectativas de uma grande pulverização da base de investidores.

O aumento da frequência e volume de ofertas públicas e o envolvimento crescente do pequeno investidor no mercado de FII contribuem para a expansão da base de investidores no setor e, por consequência, ajudam a consolidar o mercado secundário de cotas de FII negociadas na BM&FBOVESPA.

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Uqbar publica ranking de variação de preço de cota de FII nos últimos 12 meses

Dando continuidade às nossas publicações de séries mensais de ranking de rentabilidade no mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar inicia hoje a série do ranking de variação de preço de cota de FII nos últimos doze meses, sendo este primeiro baseado no período novembro de 2008 a novembro de 2009.

Os preços de cota usados são preços médios do mês ponderados por montante negociado. A opção pelo uso do preço médio ponderado no mês, ao invés do preço do último negócio do mês, se deve às eventuais distorções de preço geradas por negócios de montante muito baixo.

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