Jornal

Primeira cota de FIDC com rendimento abaixo do benchmark

O FIDC Bancoop I tornou-se o primeiro FIDC a não alcançar o benchmark de rentabilidade para as suas cotas sênior. De acordo com a ata da Assembléia Geral Extraordinária de Cotistas, realizada em 26 de agosto, foi decidido que a Bancoop, originadora dos direitos creditórios do fundo, irá adquirir o saldo total remanescente das cotas sênior, em parcela única até 24 de novembro, atualizado pelo IPCA + 6% a.a.. Tal rendimento é inferior ao rendimento-alvo, estabelecido inicialmente pelo regulamento do fundo, equivalente à variação do IGP-M + 12% a.a..

A classificação de risco dos títulos sênior do FIDC Bancoop I, dada pela Standard & Poor's, tinha sido rebaixada em 2007 de brAAf para brBBf e, em abril de 2008 novamente para brCCCf. A agência de classificação de risco apontou, em ambas as ocasiões, a deterioração significativa da qualidade dos créditos que lastreiam a operação e a falta de caixa suficiente para honrar os compromissos de amortização do fundo.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Bradesco e Itaú disputam liderança no mercado de custódia

Os bancos Bradesco e Itaú vêm competindo acirradamente pela primeira posição no ranking de maiores custodiantes do mercado de FIDC em termos de montante agregado de Patrimônio Líquido dos fundos custodiados. Desde dezembro de 2008, quando o Bradesco alcançou o Itaú, os dois bancos tem alternado, quase que mensalmente, a posição de liderança no mercado.

No final de agosto de 2009, o Itaú reconquistou a primeira colocação, perdida no mês anterior, somando um Patrimônio Líquido (PL) consolidado de FIDC sob sua custódia de R$ 11,1 bilhões, contra R$ 10,5 bilhões custodiados pelo Bradesco. Em terceiro lugar vem o Deutsche Bank com R$ 7,6 bilhões.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Classificação/Agosto - Desempenho de FIDC por ativo-lastro

A Uqbar dá continuidade a sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDD Normalizado, PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices na Curta de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

Para cada categoria é apresentado, adicionalmente, o número de fundos e a média do valor dos direitos creditórios (DCµ) por fundo.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Demanda de fundos de pensão por FII e títulos deve crescer

O setor de securitização pode se beneficiar de um aumento de interesse em seus títulos por parte dos fundos de pensão. No dia 24 de setembro, o Conselho Monetário Nacional aprovou novas diretrizes para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), aumentando os limites permitidos de investimento, dos fundos de pensão, em diferentes modalidades por segmento do mercado financeiro e criando novos segmentos com seus limites próprios.

Entre as novas categorias criadas pela resolução 3.792 do CMN, está a do segmento de investimentos estruturados. A novidade é que os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) não fazem mais parte, na nova classificação, do segmento de imóveis, tendo sido deslocados para o segmento de investimentos estruturados.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Primeiro FII dedicado a CRI deve entrar em operação em duas semanas

Os primeiros efeitos da nova legislação tributária, que possibilita a isenção de imposto na fonte nas aplicações em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Certificados Imobiliários (LCI) e Letras Hipotecárias (LH) por parte dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), se farão sentir em breve no mercado de capitais.

A primeira oferta pública de emissão de cotas de um FII que se dedicará a investimentos em CRI, LCI e LH está em análise na CVM. Trata-se de R$ 27,0 milhões em cotas a serem ofertadas do FII Excellence, coordenada pelo Banco Ourinvest.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Fundo de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC

O que são FIDCs?


Comunhão de recursos que destina parcela mínima de 50% do patrimônio líquido para a aplicação em direitos creditórios. Os FIDC podem ser constituídos sob a forma de condomínio aberto ou fechado e só captam recursos mediante distribuição de cotas, cuja remuneração e resgate estão atrelados fundamentalmente ao desempenho dos direitos creditórios integrantes do fundo. Não há regime fiduciário para o patrimônio do fundo, de forma que todos os cotistas têm direitos sobre o patrimônio líquido total. Estes direitos, no entanto, estão divididos de acordo com os dois tipos de cotas que um FIDC pode emitir: sênior e subordinadas. A regulamentação limita de forma rígida os gastos de um FIDC. Os recursos do fundo só podem ser utilizados para pagar despesas inerentes à atividade básica de comprar e vender os ativos especificados no regulamento. Quaisquer outras despesas não previstas como encargos do fundo correm por conta do administrador.


O Conselho Monetário Nacional autorizou e a CVM regulamentou a constituição e o funcionamento destes fundos.

Primeiro FII dedicado a CRI deve entrar em operação em duas semanas

Os primeiros efeitos da nova legislação tributária, que possibilita a isenção de imposto na fonte nas aplicações em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Certificados Imobiliários (LCI) e Letras Hipotecárias (LH) por parte dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), se farão sentir em breve no mercado de capitais.

A primeira oferta pública de emissão de cotas de um FII que se dedicará a investimentos em CRI, LCI e LH está em análise na CVM. Trata-se de R$ 27,0 milhões em cotas a serem ofertadas do FII Excellence, coordenada pelo Banco Ourinvest.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Classificação/Agosto - FIDC por Índices de Desempenho

Seguindo a mesma análise iniciada no mês passado para o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de agosto. Cada uma destas classificações passa a conter agora dez fundos, dobrando assim o número de fundos incluídos em cada tabela.

Como ocorreu mês passado, as classificações não consideram fundos não padronizados e também exclui fundos com Patrimônio Líquido (PL) inferior à R$ 10 milhões, para evitar efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

PL e PDD de FIDC aumentam em agosto

O montante consolidado de Patrimônio Líquido (PL) do setor dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), excluindo o FIDC NP Sistema Petrobrás, atingiu o valor de R$ 36,47 bilhões no final do mês de agosto de 2009. O PL do setor cresceu respectivamente 6,79% e 14,71% em comparação com seus valores no final de julho de 2009 (R$ 34,15 bilhões) e no final de agosto de 2008 (R$ 31,79 bilhões).

O montante consolidado de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) do setor dos FIDC retraiu 0,70%, para o valor de R$ 2,00 bilhões no final de agosto de 2009, comparado com os Atrasos do setor no final de julho de 2009. Por outro lado, o montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor atingiu o valor de R$ 1,10 bilhão no final de agosto de 2009, crescendo 12,07% em relação ao seu valor no final de julho de 2009. Esta deterioração é ainda mas relevante se considerarmos que o montante de Direitos Creditórios, excluindo o FIDC NP Sistema Petrobrás, reduziu em 2,86% no mesmo período, totalizando R$ 28,12 bilhões no final de agosto de 2009.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Credit Suisse, Santander e Caixa preparam mega FIDC

A maior oferta pública de cotas de Fundos de Investimento de Direitos Creditórios (FIDC) está vindo a mercado, com data prevista de fechamento da operação para outubro de 2009. Trata-se do Caixa Crédito Corporativo do Brasil FIDC, que pode captar até R$ 2,88 bilhões de recursos, sendo R$ 2,40 bilhões em cotas sênior e R$ 480,0 milhões em cotas subordinadas.

Esta mega-operação tem como coordenador líder o Credit Suisse e será administrada pela Caixa Econômica Federal e custodiada pelo Banco Santander, sendo que os últimos dois também são coordenadores da oferta. Os direitos creditórios que comporão a carteira de ativos do fundo estão sendo originados pelos bancos Credit Suisse e Santander. Este lastro será formado por empréstimos a grandes corporações na forma de debêntures, notas promissórias, cédulas de crédito bancário e outros instrumentos de dívida, configurando-se assim um tipo de operação denominada de CDO - sigla em inglês para Collateralized Debt Obligation.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Rankings
fii
fidc
cri
cra
Mais Recentes