RB Capital assume a liderança do ranking de emissões de CRI

O primeiro semestre de 2012 se encerrou trazendo uma mudança em relação aos meses anteriores: a RB Capital terminou o semestre na liderança do ranking de montante emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), ultrapassando a Gaia.

No ano até junho, a RB Capital realizou nove operações, totalizando R$ 886,3 milhões, 28,8% do montante total de CRI emitido em 2012. Destaque para as séries 99 e 100 da 1ª emissão que, juntas, somam R$ 512,1 milhões, 57,8% do total emitido pela securitizadora no ano. Estas séries são lastreadas em dois contratos de locação celebrados entre o Fundo de Investimento Imobiliário FCM (cedente) e a Petrobras Distribuidora (devedora).

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Mudanças à vista nas ICVM 400 e 480

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou hoje em seu site aos participantes do mercado que foi colocada em audiência pública minuta de Instrução que altera as Instruções CVM nº 400 e nº 480. O objetivo principal é obter a equalização dos prazos de análise em casos nos quais a entidade emissora solicite o registro da companhia e da oferta pública inicial de ações simultaneamente. Para tanto, a Minuta estabelece, na ICVM nº 400, de 2003, um prazo para manifestação da CVM a respeito do atendimento das exigências finais de três dias úteis, no caso das ofertas públicas de ações, e de dez dias úteis, para as ofertas dos demais valores mobiliários.

Emissões de CRI atingem R$ 2,95 bilhões no primeiro semestre

Até agora, em 2012, o volume de emissões do mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) continua bem abaixo daquele registrado em período idêntico do ano anterior. Nos seis primeiros meses deste ano foram emitidos R$ 2,95 bilhões, 52,3% a menos que até o final do primeiro semestre de 2011 quando, até então, haviam sido emitidos R$ 6,19 bilhões. Durante o mês de junho de 2012 o montante emitido foi de R$ 548,8 milhões, 35,4% a menos que os R$ 849,7 milhões de junho de 2011.

Ano

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Surge a CCI lastreada em créditos imobiliários múltiplos

As Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) foram regulamentadas em agosto de 2004 a partir da entrada em vigor da Lei nº 10.931. O advento das CCI representou importante avanço operacional para as operações de securitização imobiliária, tendo sido fruto exatamente de uma demanda evolutiva do mercado por um título que acarretasse em uma maior simplificação e dinamismo do processo de cessão de créditos. Por exemplo, deixou de ser necessária a averbação no registro de imóveis da cessão de crédito garantido por direito real, quando este é representado por CCI emitida sob a forma escritural. O lastro das emissões de títulos de securitização imobiliária, notadamente dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), passou então a ser composto quase que exclusivamente por CCI.

A Lei nº 10.931, em seu Artigo 18, que institui a CCI para representar créditos imobiliários, logo no seu parágrafo primeiro determina que:

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Direcional anuncia nova emissão de CRI



Por meio de fato relevante publicado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia 13 de Julho de 2012, a Direcional Engenharia informou ao mercado que foi protocolado o pedido de registro da emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), escriturais, para distribuição pública, da 284ª Série da 1ª Emissão da Brazilian Securities. O valor nominal da operação é de R$ 300,0 milhões. A empresa de engenharia será devedora dos créditos imobiliários, representados integralmente pela CCI, que servirá de lastro aos CRI.

Maior transparência de mercado pode vir a extinguir a imprescindibilidade das agências

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicou hoje em seu site que o Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização (COREMEC) aprovou relatório no qual uma das propostas visa redução ou extinção do uso regulatório de classificações de risco (ratings) nas operações de securitização. A ideia é que os novos formulários de informação recentemente implantados pelas ICVM nº 489 e 520 se tornem referências mais relevantes para as decisões dos investidores do que as classificações de risco.

 

Fitch rebaixa classificação de risco de quatro CRI

A Fitch Ratings rebaixou hoje a classificação de risco da série 16 da 4ª emissão e das séries 11, 19 e 20 da 5ª emissão da Gaia Securitizadora. Segundo a agência, como esses CRI se baseiam na capacidade de pagamento da Brookfield (avalista dos lastros), a classificação de risco dessas séries seguiu o rebaixamento da avalista de 06 de julho. A classificação de risco caiu de AA-(bra) para A+(bra).

Emissão de CRI da RB Capital Residencial de R$ 365,1 milhões está em análise na CVM



Entrou em análise no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a oferta pública da 69ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da RB Capital Securitizadora Residencial. A oferta é de 1.217 CRI com valor unitário de R$ 300.033,78 que somam R$ 365,1 milhões. Atualmente, oito ofertas de CRI estão em análise na CVM totalizando R$ 842,0 milhões.

Relatório da IOSCO sugere políticas para o mercado de securitização

No começo do mês de junho a Organização Internacional das Comissões de Valores - mais conhecida como IOSCO, da abreviação de The International Organization of Securities Commissions - colocou em audiência pública um conjunto de recomendações de políticas regulatórias para o mercado de securitização. O documento (denominado Global Developments in Securitization - Consultation Report) foi preparado por um grupo de trabalho multilateral formado por funcionários especialistas no assunto de diversos órgãos reguladores membros da IOSCO (Grupo de Trabalho ou GT) e utilizou como fonte para os dados do mercado brasileiro a publicação Year in Review Brazilian Real Estate and Structured Finance 2012 da Uqbar.

O edital pede a opinião de todos os participantes do mercado com relação a recomendações específicas, que resultaram da análise das respostas de um questionário proposto a diversos participantes de mercado sobre aspectos regulatórios e melhores práticas e padrões de mercado em diversas jurisdições. A IOSCO espera comentários até o dia 6 de agosto sobre estas recomendações de políticas que abordam a implementação de requisitos relativos à retenção de risco e às medidas destinadas a aumentar a transparência e a padronização das operações de securitização.

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Gaia mantém liderança nos rankings de CRI em 2012 até maio

Após realizar dezoito operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) no valor total de R$ 3,12 bilhões em 2011, ocupando naquele ano a primeira e quarta posições nos rankings de montante e número de operações respectivamente, a Gaia está na liderança de ambos os rankings para o ano de 2012 até maio. Neste ano, a securitizadora imobiliária já emitiu R$ 437,5 milhões de CRI divididos em 15 operações.

Comparando o desempenho de emissão nos cinco primeiros meses de 2012 com o do mesmo período de 2011, a Gaia juntamente com a Infrasec foram as únicas securitizadoras que aumentaram o montante emitido de CRI este ano. Em 2011 até o mês de maio a Gaia havia emitido R$ 302,7 milhões, implicando em um crescimento de 44,6% em 2012 em relação àquele número. Já a Infrasec apresentou um crescimento de 52,3%, R$ 40,3 milhões emitido em 2012 contra R$ 26,5 milhões em 2011. Cibrasec, Brazilian Securites, PDG e RB Capital apresentaram variação negativa no montante emitido de CRI entre os períodos dos primeiros cinco meses de cada ano de 94,5%, 89,4%, 89,4% e 84,1% respectivamente. As outras quatro companhias que emitiram em 2012, que foram Brazil Realty, Polo Capital, Habitasec e TRX, não haviam emitido CRI nos cinco primeiros meses de 2011.

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