ISEC Securitizadora realiza sua primeira emissão de CRI

A ISEC Securitizadora (antiga Imowel Securitizadora) estreou no mercado, sendo a primeira securitizadora a emitir CRI em 2013. Os titulos emitidos e depositados na Cetip no dia 7 de janeiro totalizam R$ 3,1 milhões. Esta primeira série da primeira emissão da ISEC Securitizadora, emitida em forma escritural, tem remuneração equivalente ao IGP-M acrescido de 11,5%. A operação tem como lastro CCB emitida pela BIB GTB Incorporações e Investimentos, decorrente de financiamento imobiliário concedido pela Companhia Hipotecária Brasileira a ser direcionado para desenvolvimento de empreendimento habitacional no Rio Grande do Norte.

Montante de depósitos de CCI se reduz em 2012, mas estoque é maior

O montante consolidado de depósitos de Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) na CETIP durante o ano de 2012 decresceu substancialmente em relação ao número referente a 2011. Houve uma queda de 43,9%, tendo sido depositados R$ 12,42 bilhões em 2012 contra R$ 22,16 bilhões no ano anterior.

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Mercado secundário de CRI indica maior profundidade em 2012

As negociações de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) com registro na Cetip somaram R$ 13,37 bilhões em 2012, referentes a 3.570 operações. Estes valores superam em 22,5% e 15,0%, respectivamente, os respectivos números que haviam sido registrados no ano anterior, que tinham sido de R$ 10,91 bilhões em montante, referentes a 3.104 transações. Contudo, o cômputo das negociações de CRI registradas na Cetip, através apenas dos números consolidados de montante e de transações, descreve apenas parcialmente o estágio de desenvolvimento do mercado secundário deste título.

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S&P classifica CRI da Cibrasec

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brAAA (sf)’ às séries 194 a 205 da 2ª emissão de CRI da Cibrasec no montante total de R$ 60,0 milhões. Os títulos são lastreados por contratos de financiamento imobiliário à pessoas físicas, originados pelo Banco Santander (Brasil) S.A. e garantidos por alienação fiduciária ou hipoteca dos imóveis. A classificação de risco reflete a qualidade de crédito do banco pois os CRI contam com o compromisso do cedente no pagamento dos montantes devidos e obrigação de recompra, em determinados eventos. A rentabilidade equivale a 112,0% da taxa DI.

Negociações de CRI batem recorde em 2012

Apesar de um mês de dezembro com número de negócios e montante negociado abaixo das médias mensais do ano, 2012 registrou novos recordes para estes indicadores na Cetip. No último ano, 3.561 negócios foram realizados com estes títulos, totalizando um montante de R$ 13,29 bilhões. Estes números representam, respectivamente, crescimentos de 21,8% e 14,6% em relação a 2011, quando foram realizados 3.106 negócios que somaram R$ 10,91 bilhões.

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Negócios de CRI em dezembro ficam abaixo da média anual

O mês de dezembro registrou uma pequena elevação no número de negócios com CRI registrados na Cetip. No total foram 256 transações, nove a mais do registrado em novembro. Porém, apesar do leve crescimento o número ainda é inferior a média do ano que foi de 297 negócios. O montante negociado no mês, R$ 975,1 milhões, foi 12,7% inferior ao registrado em novembro (R$ 1,12 bilhão). Os títulos mais negociados no mês foram, em termos de montante, a 6ª série da 1ª emissão de CRI da Nova Securitização (R$ 178,6 milhões em 1 negócio) e, em termos de número de negócios a 4ª série da 1ª emissão de CRI da Brasil Plural (R$ 86,0 milhões em 39 negócios). No âmbito de negociações ocorridas na BM&FBOVESPA, apenas três negócios ocorreram, totalizando R$ 14,8 milhões, contra treze negócios em novembro que somaram R$ 10,6 milhões.

Operação da Caixa melhora números de CRI em 2012

Desde o início dos primeiros registros de depósitos de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) na Cetip, em 1999, o volume consolidado anual deste indicador vem crescendo com bastante volatilidade. De 2009 até 2011 houve aumento anual ininterrupto, mas em 2012 o volume de depósitos, contabilizado até a penúltima semana do ano, ficou abaixo do registrado no ano anterior. Mesmo assim, será a segunda melhor marca anual, ajudada por um volume alto registrado nas três primeiras semanas de dezembro.

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Sancionada Lei do Built to Suit

No último dia 19 de dezembro foi sancionada a Lei nº 12.744 que estabelece diretrizes para o built to suit. A nova lei altera a redação do art. 4º e acrescenta o art.54-A a Lei 8.245/91, Lei de Locação. As operações de locação built to suit eram celebradas na forma de contratos atípico de locação, uma vez que previam direitos e obrigações retro especificados, diverso de uma simples relação locatícia. Esta modalidade, em específico, corresponde a uma operação na qual duas empresas negociam entre si que a contratada irá: (i) adquirir um imóvel, (ii) construir conforme os interesses da contratante, (iii) obter, por si ou por terceiros, os recursos para a aquisição e construção e (iv) locar o imóvel para a contratante por um determinado prazo. A nova lei deverá trazer maior segurança jurídica para as operações de securitização lastreadas em créditos originados a partir destes contratos de longo prazo e mitigar de forma significativa o risco de pré-pagamento dos títulos lastreados nestes recebíveis.

Fitch atribui classificação de risco à CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA-(bra) à 75ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante de R$ 2,2 bilhões. O principal investido é corrigido pela  taxa referencial e acrescido de juros de 6,38% ao ano. A operação consiste na securitização de carteira de financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal para aquisição de imóveis residenciais.

S&P classifica CRI da RB Capital

A S&P atribuiu hoje a classificação de risco preliminar ‘brAA-’ à 81ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante total de R$ 44,0 milhões. A rentabilidade equivale ao cupom da NTN-B com vencimento em 2022, acrescido de spread de 1,2% ao ano. O valor unitário dos certificados será atualizado pela variação percentual acumulada IPCA. A emissão é lastreada por CCI representativas dos fluxo de contrato de locação atípico entre a Academia Paulista Anchieta Ltda. e o FII Patrimonial IV. Como reforços de crédito, a operação conta com a alienação fiduciária do imóvel e a fiança da Anhanguera Educacional Participações S.A..
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