Operação da Caixa melhora números de CRI em 2012

Desde o início dos primeiros registros de depósitos de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) na Cetip, em 1999, o volume consolidado anual deste indicador vem crescendo com bastante volatilidade. De 2009 até 2011 houve aumento anual ininterrupto, mas em 2012 o volume de depósitos, contabilizado até a penúltima semana do ano, ficou abaixo do registrado no ano anterior. Mesmo assim, será a segunda melhor marca anual, ajudada por um volume alto registrado nas três primeiras semanas de dezembro.

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Sancionada Lei do Built to Suit

No último dia 19 de dezembro foi sancionada a Lei nº 12.744 que estabelece diretrizes para o built to suit. A nova lei altera a redação do art. 4º e acrescenta o art.54-A a Lei 8.245/91, Lei de Locação. As operações de locação built to suit eram celebradas na forma de contratos atípico de locação, uma vez que previam direitos e obrigações retro especificados, diverso de uma simples relação locatícia. Esta modalidade, em específico, corresponde a uma operação na qual duas empresas negociam entre si que a contratada irá: (i) adquirir um imóvel, (ii) construir conforme os interesses da contratante, (iii) obter, por si ou por terceiros, os recursos para a aquisição e construção e (iv) locar o imóvel para a contratante por um determinado prazo. A nova lei deverá trazer maior segurança jurídica para as operações de securitização lastreadas em créditos originados a partir destes contratos de longo prazo e mitigar de forma significativa o risco de pré-pagamento dos títulos lastreados nestes recebíveis.

Fitch atribui classificação de risco à CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA-(bra) à 75ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante de R$ 2,2 bilhões. O principal investido é corrigido pela  taxa referencial e acrescido de juros de 6,38% ao ano. A operação consiste na securitização de carteira de financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal para aquisição de imóveis residenciais.

S&P classifica CRI da RB Capital

A S&P atribuiu hoje a classificação de risco preliminar ‘brAA-’ à 81ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante total de R$ 44,0 milhões. A rentabilidade equivale ao cupom da NTN-B com vencimento em 2022, acrescido de spread de 1,2% ao ano. O valor unitário dos certificados será atualizado pela variação percentual acumulada IPCA. A emissão é lastreada por CCI representativas dos fluxo de contrato de locação atípico entre a Academia Paulista Anchieta Ltda. e o FII Patrimonial IV. Como reforços de crédito, a operação conta com a alienação fiduciária do imóvel e a fiança da Anhanguera Educacional Participações S.A..

Pentágono detém mais da metade do mercado de CRI em 2012

Ano passado a Pentágono tornou-se o agente fiduciário líder em participação no mercado de Certificados Recebíveis Imobiliários (CRI), pelo critério de montante emitido no ano, e este ano reforçou esta posição, respondendo por mais que 50% do volume de emissão.

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RB Capital se consolida na liderança do ranking de CRI em 2012

O volume de emissões de Certificados de Recebíveis imobiliários (CRI) no acumulado de janeiro a novembro de 2012 alcançou R$ 5,77 bilhões, o que representa uma queda de 47,4% em relação ao mesmo período de 2011. Em termos do número de operações, foram realizadas 87 neste ano até novembro, número 32,0% inferior ao obtido em igual período no ano anterior.

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Moody’s classifica CRI da RB Capital

A Moody’s atribuiu a classificação de risco definitiva ‘Aa2.br’ às séries 72 e 73 da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, perfazendo o montante de R$ 500,1 milhões. Os CRI são lastreados por créditos imobiliários oriundos de promessa de compra e venda de bem imóvel, garantidos por: (i) fiança prestada pela BR Malls em favor da emissora; (ii) alienação fiduciária de 100,0% da participação da Fashion Mall no Niterói Plaza Shopping em favor da emissora; e (iii) cessão fiduciária de 80,0% dos recebíveis decorrentes de aluguéis de lojistas e exploração do estacionamento do imóvel e da conta vinculada na qual venham a ser depositados tais recebíveis.

Moody’s rebaixa CRI emitidos pela PDG Securitizadora

A Moody’s rebaixou de ‘Aa3.br’ para ‘A3.br’ a classificação de risco da 15ª série da primeira emissão de CRI pela PDG Securitizadora, em montante de R$ 250,0 milhões. Tendo em vista que a classificação de risco do CRI é baseada na capacidade da PDG Realty realizar os pagamentos exigidos sob a CCB que lastreia a operação, o rebaixamento se justifica pelo fato da classificação de risco corporativo da PDG Realty e da CCB terem sido rebaixados e colocados em perspectiva negativa.

Emissões de CRI crescem fortemente em novembro

No mês de novembro foram emitidos R$ 850,6 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), terceiro valor mensal mais elevado registrado em 2012 até agora. O segundo maior montante emitido ocorreu em junho (R$ 982,3 milhões) e o primeiro em maio (R$ 1,42 bilhão).

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Registro de ofertas públicas descreve ano fraco para CRI

De janeiro a novembro de 2012 foram registradas 11 ofertas públicas de CRI na CVM, apresentando queda de 83,6% em relação aos 67 registros no igual período de 2011. O volume registrado equivale a R$ 1,69 bilhão, pouco além da metade do verificado no ano anterior (R$ 3,18 bilhões). Esse desempenho contrasta com o forte crescimento visto em 2010 e 2011. Das cinco securitizadoras que registraram ofertas públicas em 2012, Gaia e RB Capital se destacaram, com quatro e três ofertas registradas.
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