Novas ofertas de CRI da Brazilian em análise

Entrou em análise na CVM a oferta pública das séries 300 e 301 da 1ª emissão de CRI da Brazilian Securities. A nova operação da securitizadora possui uma estrutura sênior-subordinada cujo lastro são cédulas de crédito imobiliário emitidas a partir de 183 contratos imobiliários firmados entre a Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária e seus devedores. Os CRI sênior (300ª série) têm remuneração atrelada ao IGP-M acrescido de 5,0% a.a. enquanto os CRI subordinados (301ª série) apresentam rentabilidade indexada ao IGP-M com acréscimo de 77,5% a.a.. Serão ofertados 150 títulos sênior que somam R$ 45,2 milhões e 16 títulos subordinados que somam R$ 5,0 milhões. Além da operação acima, outras três séries (302, 303 e 304) foram apresentadas para análise na CVM pela securitizadora, contudo ainda sem informações disponíveis.

Liberum atribui classificação à CRI da Gaia

A Liberum atribuiu a classificação de risco de “AA-(fe)” para a 55ª série da 4ª emissão de CRI da Gaia Securitizadora. Segundo a agência, a classificação de risco atribuída fundamenta-se no perfil de risco de crédito da devedora dos créditos imobiliários lastro dos CRI, a Goiabeiras Empresa de Shopping Center Ltda, operadora de centro comercial localizado em Cuiabá, que passou por recente expansão que mais que duplicou a área bruta locável. Assim, espera-se um impacto positivo nas receitas, margens e eficiência operacional da empresa devedora. Os títulos são corrigidos monetariamente pelo IGP-DI e acrescidos de juros de 7,5% ao ano.

Fitch eleva três CRI com coobrigação da BR Properties

A Fitch elevou a classificação de risco das 134ª, 158ª e 166ª séries de CRI da Brazilian Securities de ‘Asf(bra)’ para ‘AA-sf(bra)’. A elevação reflete a melhoria na qualidade de crédito da BR Properties, uma vez que os pagamentos dos créditos imobiliários que lastreiam estas emissões contam com a coobrigação da companhia. As três séries tem como lastro contratos de locação de galpões logísticos, localizados em Araucária e Vinhedo.  O principal é corrigido monetariamente pela TR e acrescido de juros remuneratórios de 10,5% para as 134ª e a 158ª séries e 10,0% ao ano para a 166ª série.

Liberum atribui classificação de risco à CRI da Habitasec

A Liberum atribuiu a classificação de risco preliminar “A(fe)” para a proposta de emissão da 23ª série da 1ª emissão de CRI da Habitasec Securitizadora. A operação é lastreada por CCI representativas de contratos imobiliários referentes ao empreendimento Cascavel Country Vilage, no Ceará. Segundo a agência, a classificação de risco é fundamentada no bom reforço de crédito proporcionado pela subordinação presente na estrutura da emissão representada pela "presença de CRI subordinados em relação a 20,0% do total da mesma", entretanto, a classificação foi limitada principalmente pela ausência de garantias reais para os CRI.

Fitch classifica CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu hoje a classificação de risco ‘Asf(bra)’ à 79ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Securitizadora, em montante de R$ 30,9 milhões. A operação é lastreada por contrato atípico de locação de escritório comercial localizado em Curitiba, na modalidade built-to-suit, celebrado entre a locatária, BRF Brasil Foods, e a Fibrapar Participações. O principal investido é corrigido anualmente pelo IPCA e acrescido de taxa de juros de 6,5124% ao ano. A classificação de risco reflete principalmente o risco de crédito da locatária, a reserva de caixa necessária para suportar o descasamento da correção monetária entre os pagamentos de aluguéis e os CRI, além do fato da obra já ter sido concluída e aceita pela locatária.

Liderança é mantida pela Brazilian Securities


Ao final do primeiro bimestre de 2013, a Brazilian Securities permanece na liderança do ranking anual das Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), perfazendo o total de R$ 167,8 milhões, representando 46,7% do montante emitido do mercado nos primeiros meses do ano. A companhia também ocupa o primeiro lugar quando o critério é o número de operações, com quatro realizadas.

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Fevereiro se mostra fraco em volume de emissões de CRI

Em fevereiro de 2013 houve apenas duas emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), nove a menos do que no mês de janeiro. Juntas, estas duas emissões somaram R$ 63,0 milhões, montante 78,8% abaixo daquele referente ao primeiro mês de 2013. A média mensal dos últimos doze meses, em termos de montante emitido, alcançou R$ 809,7 milhões, valor equivalente a mais do que dez vezes o volume de emissões de CRI no segundo mês do ano.

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Volume de secundário de CRI se reduz em fevereiro

No segundo mês de 2013 houve 195 negócios de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrados na Cetip. O número é inferior ao de janeiro de 2012, de 331, e aquém da quantidade média mensal* de transações nos últimos doze meses (300). Em termos de volume, o montante negociado em fevereiro somou R$ 369,4 milhões, valor 57,2% inferior ao registrado no mês anterior (R$ 863,4 milhões) e 64,9% abaixo do montante médio mensal nos últimos doze meses (R$ 1,05 bilhão).

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Brazilian Securities inicia 2013 na liderança do ranking

A Brazilian Securities inicia 2013 na liderança do ranking das Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de CRI, perfazendo o total de R$ 137,9 milhões, representando 46,5% do montante emitido em janeiro. A companhia também ocupa o primeiro lugar quando o critério é o número de operações,  tendo realizado três operações.

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Fitch rebaixa 216ª Série de CRI da Brazilian Securities

A Fitch rebaixou ontem, de ‘A+sf(bra)’ para ‘Asf(bra)’, a classificação de risco da 216ª série da primeira emissão de CRI da Brazilian Securities, em montante de R$ 150,0 milhões. A série é lastreada por CCI representativas da quarta emissão de debêntures da Rossi Residencial. O principal é acrescido de juros equivalentes à taxa DI e de spread de 1,4% ao ano. A emissão conta com cessão fiduciária de recebíveis, em montante equivalente a 120,0% do saldo devedor do CRI. O rebaixamento reflete a mudança na qualidade de crédito da Rossi Residencial devido a republicação de seus demonstrativos financeiros de 2009 a 2012, que apresentaram menores margens operacionais e alavancagem mais elevada.
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