Uqbar lança Anuário de Finanças Estruturadas 2013

A Uqbar lançou hoje o Anuário Uqbar 2013: Finanças Estruturadas. A nova edição da publicação apresenta dados, estatísticas, rankings e uma análise detalhada da evolução da indústria de securitização nacional no último ano. Dentre as novidades da edição 2013 estão os primeiros rankings do mais novo segmento do mercado brasileiro de finanças estruturadas: a securitização de créditos do agronegócio. Conta também com um capítulo especial, escrito pelo escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados, que discute os principais avanços do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado durante o ano de 2012. Esta é a segunda publicação da Uqbar no ano. No começo de março, a empresa lançou o Anuário Uqbar 2013: Securitização e Financiamento Imobiliário. Ambas publicações encontram-se disponíveis para download gratuito em www.uqbar.com.br.

Colegiado manifesta-se contra registro de CRI lastreado em debêntures

Atendendo consulta formulada pela própria Superintendência de Registros de Valores Mobiliários, o Colegiado da CVM manifestou-se a respeito da concessão de registro definitivo de oferta pública de distribuição da 289ª série de CRI da 1ª emissão de Brazilian Securities. A operação é lastreada por CCI cedida pelo Banco BTG Pactual e que por sua vez é lastreada pela emissão de debêntures da Rede D’Or São Luiz S.A.. A devedora objetiva captar recursos para financiar a aquisição de terrenos, edificação e expansão de prédios hospitalares. A superintendência, favorável ao registro da oferta, entende que, embora a devedora não tenha como objeto social a exploração dos imóveis, utilizar-se-ia de fato de financiamento imobiliário com essa finalidade específica. Ademais, o pagamento das debêntures seria uma obrigação a ser honrada pela devedora de qualquer forma, desvinculada de qualquer fluxo de caixa gerado pelo exercício de sua atividade econômica. O Colegiado discordou unanimemente, sublinhando que “o fluxo de pagamento da operação proposta não estaria relacionado aos imóveis, mas ao fluxo de caixa da devedora, o que não permitiria a caracterização dos recebíveis como sendo de natureza imobiliária.”

Volume de negócios de CRI cresce no último mês

Em março de 2013 o mercado secundário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) movimentou R$ 961,8 milhões em 244 negócios registrados na CETIP. O volume financeiro do último mês superou em 160,4% o valor de fevereiro de 2013, de R$ 369,4 milhões, mas continua aquém do montante médio mensal* de transações dos últimos doze meses (R$ 1,05 bilhão). Em termos de quantidade, o número de negócios registrado no mês de março foi 25,1% maior do que o registrado no segundo mês deste ano (195), contudo foi 17,7% abaixo da quantidade média mensal* dos últimos doze meses (296).

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Novas ofertas de CRI da Brazilian em análise

Entrou em análise na CVM a oferta pública das séries 300 e 301 da 1ª emissão de CRI da Brazilian Securities. A nova operação da securitizadora possui uma estrutura sênior-subordinada cujo lastro são cédulas de crédito imobiliário emitidas a partir de 183 contratos imobiliários firmados entre a Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária e seus devedores. Os CRI sênior (300ª série) têm remuneração atrelada ao IGP-M acrescido de 5,0% a.a. enquanto os CRI subordinados (301ª série) apresentam rentabilidade indexada ao IGP-M com acréscimo de 77,5% a.a.. Serão ofertados 150 títulos sênior que somam R$ 45,2 milhões e 16 títulos subordinados que somam R$ 5,0 milhões. Além da operação acima, outras três séries (302, 303 e 304) foram apresentadas para análise na CVM pela securitizadora, contudo ainda sem informações disponíveis.

Liberum atribui classificação à CRI da Gaia

A Liberum atribuiu a classificação de risco de “AA-(fe)” para a 55ª série da 4ª emissão de CRI da Gaia Securitizadora. Segundo a agência, a classificação de risco atribuída fundamenta-se no perfil de risco de crédito da devedora dos créditos imobiliários lastro dos CRI, a Goiabeiras Empresa de Shopping Center Ltda, operadora de centro comercial localizado em Cuiabá, que passou por recente expansão que mais que duplicou a área bruta locável. Assim, espera-se um impacto positivo nas receitas, margens e eficiência operacional da empresa devedora. Os títulos são corrigidos monetariamente pelo IGP-DI e acrescidos de juros de 7,5% ao ano.

Fitch eleva três CRI com coobrigação da BR Properties

A Fitch elevou a classificação de risco das 134ª, 158ª e 166ª séries de CRI da Brazilian Securities de ‘Asf(bra)’ para ‘AA-sf(bra)’. A elevação reflete a melhoria na qualidade de crédito da BR Properties, uma vez que os pagamentos dos créditos imobiliários que lastreiam estas emissões contam com a coobrigação da companhia. As três séries tem como lastro contratos de locação de galpões logísticos, localizados em Araucária e Vinhedo.  O principal é corrigido monetariamente pela TR e acrescido de juros remuneratórios de 10,5% para as 134ª e a 158ª séries e 10,0% ao ano para a 166ª série.

Liberum atribui classificação de risco à CRI da Habitasec

A Liberum atribuiu a classificação de risco preliminar “A(fe)” para a proposta de emissão da 23ª série da 1ª emissão de CRI da Habitasec Securitizadora. A operação é lastreada por CCI representativas de contratos imobiliários referentes ao empreendimento Cascavel Country Vilage, no Ceará. Segundo a agência, a classificação de risco é fundamentada no bom reforço de crédito proporcionado pela subordinação presente na estrutura da emissão representada pela "presença de CRI subordinados em relação a 20,0% do total da mesma", entretanto, a classificação foi limitada principalmente pela ausência de garantias reais para os CRI.

Fitch classifica CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu hoje a classificação de risco ‘Asf(bra)’ à 79ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Securitizadora, em montante de R$ 30,9 milhões. A operação é lastreada por contrato atípico de locação de escritório comercial localizado em Curitiba, na modalidade built-to-suit, celebrado entre a locatária, BRF Brasil Foods, e a Fibrapar Participações. O principal investido é corrigido anualmente pelo IPCA e acrescido de taxa de juros de 6,5124% ao ano. A classificação de risco reflete principalmente o risco de crédito da locatária, a reserva de caixa necessária para suportar o descasamento da correção monetária entre os pagamentos de aluguéis e os CRI, além do fato da obra já ter sido concluída e aceita pela locatária.

Liderança é mantida pela Brazilian Securities


Ao final do primeiro bimestre de 2013, a Brazilian Securities permanece na liderança do ranking anual das Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), perfazendo o total de R$ 167,8 milhões, representando 46,7% do montante emitido do mercado nos primeiros meses do ano. A companhia também ocupa o primeiro lugar quando o critério é o número de operações, com quatro realizadas.

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Fevereiro se mostra fraco em volume de emissões de CRI

Em fevereiro de 2013 houve apenas duas emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), nove a menos do que no mês de janeiro. Juntas, estas duas emissões somaram R$ 63,0 milhões, montante 78,8% abaixo daquele referente ao primeiro mês de 2013. A média mensal dos últimos doze meses, em termos de montante emitido, alcançou R$ 809,7 milhões, valor equivalente a mais do que dez vezes o volume de emissões de CRI no segundo mês do ano.

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