Oferta de quase R$ 60,0 mihões em CRI entra em análise na CVM

Entrou em análise na CVM a oferta pública das 315ª e 316ª séries de CRI da Brazilian Securities. A operação tem estrutura sênior-subordinada e possui como lastro 274 contratos imobiliários firmados entre diversos cedentes e diversos devedores. Serão ofertados 175 CRI sênior e 19 CRI subordinados que, em conjunto, perfazem o montante de R$ 58,5 milhões. Os CRI sênior terão rentabilidade atrelada ao IGP-M com juros de 6,0% a.a., enquanto os CRI subordinados terão remuneração também indexada ao IGP-M, porém, segundo o prospecto, com juros de 70,1% a.a..

CRI do Shopping Cidade Norte tem classificação de risco atribuída

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘Asf(bra)’ à 96ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Securitizadora S.A., em montante de R$ 7,4 milhões. A operação será lastreada por um contrato de financiamento imobiliário concedido pela Domus Companhia Hipotecária à Cidade Norte Participações, detentora de 100% do Shopping Cidade Norte. A emissão é garantida pela cessão fiduciária de 100% dos aluguéis e pela alienação fiduciária do Shopping Cidade Norte, localizado em São José do Rio Preto. A remuneração do CRI é equivalente a 6,0% ao ano. Segundo a Fitch, um dos fatores positivos é a baixa alavancagem da operação, com índice LTV de 24,6%. A classificação de risco considerou, entre outros, o curto histórico operacional do Shopping Cidade Norte e a recente inserção do empreendedor no setor de shopping centers. A agência aponta que o curto histórico operacional aumenta o risco de oscilações na receita operacional líquida do empreendimento, em função das alterações que podem vir a ocorrer no mix de locatários até que o shopping center atinja maturação. Estas oscilações afetariam o fluxo de aluguéis cedido em garantia do serviço de dívida mensal dos CRI.

1ª Série de CRI da BIAM Securitizadora é classificada

A Liberum atribuiu a classificação de risco final “A-(fe)” para a emissão da 1ª Série da 1ª Emissão de CRI da BIAM Securitizadora. A operação é lastreada 261 contratos de promessa de compra e venda de 325 lotes do empreendimento Além do Horizonte. A agência informa que a classificação de risco está essencialmente fundamentada no bom reforço de crédito proporcionado pelo sobrecolateral de 129,0% em relação ao valor da emissão, e na alienação fiduciária de 6 imóveis localizados nas cidades de Pacajus e Fortaleza, os quais, segundo avaliação de empresa especializada, representam cobertura de 118,0% em relação ao valor da emissão. Negativamente, a Liberum cita a ausência de garantias reais para os contratos que lastreiam a emissão, o descasamento de taxas (remuneração do CRI vinculada ao IPCA enquanto o lastro é prefixado), e a fraca governança corporativa da cedente e de seu grupo econômico.

Apesar do menor montante, número de operações de CRI cresce em 2013

O mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou maio com um acumulado no ano de 51 operações registradas na CETIP, um aumento em relação às 44 operações que haviam sido realizadas até o quinto mês do ano passado. Por outro lado, o montante consolidado emitido até o fim de maio de 2013, de R$ 1,37 bilhão, está 42,2% abaixo do valor registrado nos cinco primeiros meses de 2012, de R$ 2,36 bilhões.

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Brazilian emite duas séries de CRI em maio e segue na liderança

Em maio seis securitizadoras imobiliárias emitiram, em conjunto, R$ 214,1 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), tendo cinco delas realizado uma operação cada e a Brazilian Securities realizado duas. Essa última foi a securitizadora responsável pelo maior montante individual emitido em CRI no último mês, correspondente a um total de R$ 54,0 milhões, referente a duas operações de duas séries únicas (307ª e 308ª). A primeira tem remuneração indexada à TR com juros remuneratórios de 9,5% enquanto a segunda apresenta rentabilidade atrelada à Taxa DI acrescida de 1,0%.

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CRI de shopping em São José do Rio Preto recebe classificação preliminar

A Fitch atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A(exp)sf(bra)’ à proposta da 96ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Securitizadora S.A., em montante de R$ 7,4 milhões. A operação será lastreada por um contrato de financiamento imobiliário concedido pela Domus Companhia Hipotecária à Cidade Norte Participações, detentora de 100% do Shopping Cidade Norte. A emissão é garantida pela cessão fiduciária de 100% dos aluguéis e pela alienação fiduciária do Shopping Cidade Norte, localizado em São José do Rio Preto. A remuneração do CRI é equivalente a 6,0% ao ano. A classificação de risco considerou, entre outros, o curto histórico operacional do Shopping Cidade Norte e a recente inserção do empreendedor no setor de shopping centers. A agência aponta que o curto histórico operacional aumenta o risco de oscilações na receita operacional líquida do empreendimento, em função das alterações que podem vir a ocorrer no mix de locatários até que o shopping center atinja maturação. Estas oscilações afetariam o fluxo de aluguéis cedido em garantia do serviço de dívida mensal dos CRI.

Secundário de CRI esfria em maio depois de um mês de abril forte

O mercado secundário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou maio de 2013 apresentando um montante negociado mensal de R$ 741,9 milhões, bem abaixo dos R$ 2,03 bilhões que haviam sido registrados em abril, representando assim uma queda de 63,4%.

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CRI lastreado em CCI representativa de debêntures obtém classificação AA

A Liberum atribuiu a classificação de risco preliminar ‘AA-(fe)’ para a proposta de emissão da 57ª série da 4ª emissão de CRI a ser emitida pela Gaia Securtizadora S.A. A operação é lastreada por CCI representativa debêntures que objetivam a captação de recursos para a expansão do Jaraguá do Sul Park Shopping. A classificação de risco está essencialmente fundamentada no perfil de risco de crédito da devedora, a Breithaupt Construções, proprietária do shopping. Espera-se que a expansão mais que duplique a área bruta locável, impactando receitas, margens, rentabilidade e eficiência operacional, o que refletiu positivamente na classificação de risco. Segundo a agência, também foram considerados os reforços de crédito associados à emissão, essencialmente a garantia de alienação fiduciária do shopping, cessão fiduciária das receitas de exploração do mesmo, alienação fiduciária da totalidade das cotas da devedora, bem como a cessão fiduciária de direitos creditórios associados à venda de salas comerciais de torre comercial prevista no projeto. Ponderou-se negativamente o estágio inicial em que as obras se encontram e o longo prazo da emissão, que enfraquecem a segurança na projeção da realização do fluxo de caixa esperado para o shopping durante esse período e a consequente capacidade de pagamento da devedora.

Fitch classifica 4ª e 5ª séries de CRI da Ápice Securitizadora

A Fitch atribuiu as classificações de risco ‘Asf(bra)’ e ‘BBB+sf(bra)’ às 4ª e 5ª séries da primeira emissão de CRI da Ápice Securitizadora Imobiliária S.A., respectivamente. A operação consiste na securitização de uma carteira de 759 contratos de aquisição de lotes em três empreendimentos desenvolvidos pela AGV Participações S.A., por intermédio de suas subsidiárias. Segundo a agência, as 4ª e 5ª séries contam com reforço de crédito inicial de 31,0% e 19,0%, respectivamente, na forma de sobrecolateralização. Além disso, são elencados o índice LTV médio, de 80,0%, e o fato dos contratos de loteamento apresentarem escritura pública com alienação fiduciária constituída desde a concessão do crédito.

Moody’s classifica CRI da RB Capital

A Moody's atribuiu a classificação de risco definitiva “Aa3.br”  à 80ª série da 1ª emissão de CRI emitidos pela RB Capital Companhia de Securitização S.A., em montante de R$ 56,2 milhões. Os CRI são lastreados por créditos imobiliários representados por CCI oriundos de promessa de compra e venda de unidades residenciais. Os recursos da integralização dos CRI são utilizados para financiar a construção de unidades residenciais a serem adquiridas pela Suzano Papel e Celulose. A remuneração dos CRI será equivalente a IPCA acrescido de juros pré-fixados de 4,3392% a.a.. Entre os fatores considerados pela agência estão elencadas a obrigação da Suzano realizar os pagamentos dos créditos imobiliários independentemente do andamento do processo de construção das unidades residenciais e o compromisso da empresa em não realizar / propor medidas que possam inviabilizar o pleno exercício dos direitos relativos aos créditos imobiliários.
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