Brazilian e BTG desistem de CRI lastreado em debêntures da Rede D’or

Após terem o pedido de registro definitivo de oferta pública de distribuição da 289ª série de CRI da 1ª emissão indeferido pela CVM, a securitizadora, Brazilian Securities, e o líder da distribuição, BTG Pactual, formularam pedido de reconsideração da decisão tomada pelo Colegiado da CVM. À época, a autarquia negou o registro do CRI – lastreado em debêntures da Rede D’or São Luiz S.A – "por entender que o fluxo de pagamento da operação proposta não estaria relacionado aos imóveis, mas ao fluxo de caixa da Devedora, o que não permitiria a caracterização dos recebíveis como sendo de natureza imobiliária.". Em virtude dos novos argumentos contidos no pedido de reconsideração, o relator do processo solicitou a manifestação da Procuradoria Federal Especializada (PFE) junto à CVM. A PFE concluiu que a autarquia exerceu sua competência decisória de acordo com as finalidades previstas na lei, e que, no entanto, o colegiado ainda poderia autorizar o registro da emissão, analisadas as circunstâncias específicas da oferta ou efetivadas exigências adicionais que entender cabíveis. A CVM informa que, BTG Pactual e Brazilian Securities, ao tomarem conhecimento da manifestação da PFE, formalizaram a desistência da realização da oferta, em razão de questões estratégicas de negócios da Rede D’or São Luiz, e solicitaram o encerramento do processo.

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Brazilian representa mais de um terço do volume emitido de CRI em 2013

O mercado primário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou o primeiro semestre de 2013 registrando um montante total emitido de R$ 2,02 bilhões, referentes a 48 emissões. Destes totais, a Brazilian Securities realizou 35,5% (R$ 718,9 milhões) do montante, fortalecendo sua liderança no ranking de securitizadoras por montante emitido nesse ano, e 27,1% (treze) do número total de operações realizadas, permanecendo também no primeiro lugar do ranking de securitizadoras por número de operações.

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Brazilian emite maior operação de 2013

O mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou o primeiro semestre do ano com um acumulado de 48 operações registradas na CETIP, um aumento em relação às 57 operações que haviam sido realizadas no mesmo período do ano passado. Por outro lado, o montante consolidado emitido até o fim de junho de 2013, de R$ 2,02 bilhões, está 39,5% abaixo do valor registrado nos seis primeiros meses de 2012, de R$ 3,34 bilhões.

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Quatro CRI com aval da Brookfield são rebaixados

A Fitch rebaixou de ‘A+sf(bra)’ para  ‘Asf(bra)’ quatro séries de CRI da Gaia Securitizadora, que contam com aval da Brookfield Incorporações. Ao mesmo tempo, a agência colocou em Observação Negativa as classificações de risco de duas séries da mesma securitizadora, também vinculadas à Brookfield. As operações rebaixadas foram as 11ª, 19ª e 20ª séries da 5ª emissão e a 16ª série da 4ª emissão. Também pertencem à 4ª emissão as duas séries (9ª e 17ª) postas em observação negativa. Estas ações se seguem ao rebaixamento, em 2 de julho, da classificação de risco da Brookfield, de ‘A+(bra)’ para ‘A (bra)’, avalista das séries supracitadas. A agência identifica o enfraquecimento do resultado operacional da Brookfield acima de suas projeções iniciais e não espera que, a médio prazo, os indicadores de crédito retornem a patamares compatíveis com a classificação de risco anterior. Como as classificações de risco das séries rebaixadas se baseiam na capacidade de pagamento da Brookfield, qualquer alteração na classificação de risco de crédito da companhia as impacta automaticamente. Já as séries postas em Observação Negativa apesar de dependerem principalmente da capacidade de pagamento da Brookfield, ainda contam com ativos adicionais na forma de carteiras de crédito e reserva de caixa.

Principais ações das agências no mercado de CRI no primeiro semestre

A Uqbar monitora as ações de classificação de risco por parte das agências no mercado de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Abaixo segue um balanço quantitativo e um resumo descritivo das principais mudanças de classificação de risco de CRI que ocorreram durante o primeiro semestre de 2013. São abordados também os fatores principais que levaram as agências a tomarem suas decisões de elevação e de rebaixamento.

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CRI de debêntures muda de securitizadora

Uma operação de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) lastreada por Cédula de Crédito Imobiliário (CCI) representativas de debêntures emitidas pela Breithaupt Construções S.A. (Breithaupt) mudou de securitizadora responsável pela emissão dos títulos. Sendo assim, caso emitida, essa será a 32ª série da 1ª emissão de CRI da Habitasec. Anteriormente, estava previsto para esses CRI serem emitidos como 57ª série da 4ª emissão da Gaia. Devido a mudança de emissor, a Liberum atribuiu nova classificação de risco preliminar (28/06). No entanto, a nova classificação atribuída foi a mesma obtida anteriormente, ‘AA-(fe)’, uma vez que segundo comunicado da agência de classificação de risco, a estrutura da operação permaneceu inalterada. A Uqbar aguarda mais informações sobre a operação para entender as razões para a mudança.

Montante de secundário de CRI permanece menor que em 2012

O mercado secundário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou junho de 2013 apresentando um montante negociado mensal de R$ 648,7 milhões, abaixo dos R$ 741,9 milhões que haviam sido registrados em maio, representando assim uma queda de 12,6%. Seguindo o movimento de queda do montante negociado, as 163 negociações registradas em junho de 2013 ficaram 15,5% abaixo das 193 realizadas em maio último.

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Oferta de quase R$ 60,0 mihões em CRI entra em análise na CVM

Entrou em análise na CVM a oferta pública das 315ª e 316ª séries de CRI da Brazilian Securities. A operação tem estrutura sênior-subordinada e possui como lastro 274 contratos imobiliários firmados entre diversos cedentes e diversos devedores. Serão ofertados 175 CRI sênior e 19 CRI subordinados que, em conjunto, perfazem o montante de R$ 58,5 milhões. Os CRI sênior terão rentabilidade atrelada ao IGP-M com juros de 6,0% a.a., enquanto os CRI subordinados terão remuneração também indexada ao IGP-M, porém, segundo o prospecto, com juros de 70,1% a.a..

CRI do Shopping Cidade Norte tem classificação de risco atribuída

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘Asf(bra)’ à 96ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Securitizadora S.A., em montante de R$ 7,4 milhões. A operação será lastreada por um contrato de financiamento imobiliário concedido pela Domus Companhia Hipotecária à Cidade Norte Participações, detentora de 100% do Shopping Cidade Norte. A emissão é garantida pela cessão fiduciária de 100% dos aluguéis e pela alienação fiduciária do Shopping Cidade Norte, localizado em São José do Rio Preto. A remuneração do CRI é equivalente a 6,0% ao ano. Segundo a Fitch, um dos fatores positivos é a baixa alavancagem da operação, com índice LTV de 24,6%. A classificação de risco considerou, entre outros, o curto histórico operacional do Shopping Cidade Norte e a recente inserção do empreendedor no setor de shopping centers. A agência aponta que o curto histórico operacional aumenta o risco de oscilações na receita operacional líquida do empreendimento, em função das alterações que podem vir a ocorrer no mix de locatários até que o shopping center atinja maturação. Estas oscilações afetariam o fluxo de aluguéis cedido em garantia do serviço de dívida mensal dos CRI.

1ª Série de CRI da BIAM Securitizadora é classificada

A Liberum atribuiu a classificação de risco final “A-(fe)” para a emissão da 1ª Série da 1ª Emissão de CRI da BIAM Securitizadora. A operação é lastreada 261 contratos de promessa de compra e venda de 325 lotes do empreendimento Além do Horizonte. A agência informa que a classificação de risco está essencialmente fundamentada no bom reforço de crédito proporcionado pelo sobrecolateral de 129,0% em relação ao valor da emissão, e na alienação fiduciária de 6 imóveis localizados nas cidades de Pacajus e Fortaleza, os quais, segundo avaliação de empresa especializada, representam cobertura de 118,0% em relação ao valor da emissão. Negativamente, a Liberum cita a ausência de garantias reais para os contratos que lastreiam a emissão, o descasamento de taxas (remuneração do CRI vinculada ao IPCA enquanto o lastro é prefixado), e a fraca governança corporativa da cedente e de seu grupo econômico.
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