Uqbar realiza em maio a 8ª edição da Academia de Securitização

Depois de um período recente marcado por importantes transformações regulamentares no seu arcabouço, o mercado de securitização brasileiro iniciou o ano de 2013 em bases mais sólidas e melhor instrumentalizado para cumprir seu papel vital de fonte alternativa de financiamento e de opção de investimento no universo financeiro.  Em um momento de grandes desafios em relação à execução de uma gestão da economia brasileira que supere seus gargalos estruturais e possibilite um aumento do seu nível de oferta, as operações de securitização se fazem ainda mais imprescindíveis como parte do instrumental que o mercado de capitais deve provir.

Fitch classifica 305ª série da Brazilian Securities

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘A+sf(bra)’ à 305ª série da primeira emissão de CRI da Brazilian Securities.  A operação é lastreada por uma carteira de créditos imobiliários residenciais composta por 186 contratos (180 devedores) originados pelo Banco Intermedium S.A. e 18 incorporadoras. O principal é corrigido pelo IGP-M e acrescido de juros de 6,0% a.a.. A classificação é fundamentada principalmente no LTV médio moderado, na inexistência de créditos com atraso acima de 15 dias e no reforço de crédito disponível de 20,0%. Segundo a agência, a classificação atribuída se encontra no limite superior possível para este tipo de operação, uma vez que sua metodologia de classificação de risco para operações RMBS no Brasil não permite atribuir classificações de risco acima da categoria “Asf(bra)” a CRI lastreados em créditos habitacionais com exposição a menos de 300 devedores.

CVM edita Instrução que altera ICVM 400

A CVM editou a Instrução nº 533, alteradora da Instrução nº 400/03, que dispõe sobre as ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários. O objetivo é aperfeiçoar aspectos da regulamentação das ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários, ampliando o rol de operações que as instituições intermediárias podem realizar com valores mobiliários de um emissor durante o período de vedação à negociação. Além disso, as ditas instituições intermediárias, suas controladas, controladoras e sociedades sob o mesmo controle que atuem no mercado financeiro devem passar a elaborar relatório com todas as operações realizadas no âmbito das exceções à regra de vedação à negociação.

Fitch classifica 86ª série de CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A-(exp)sf(bra)’ à proposta da 86ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante de R$ 21,6 milhões. A operação é lastreada por CCB representativas de três contratos de financiamento imobiliário à M. Ásia Participações Ltda., proprietária de 70,0% do Shopping Lajeado, localizado no Rio Grande do Sul. Os CRI são garantidos por cessão fiduciária de 100% dos aluguéis e alienação fiduciária de 70,0% do shopping. O principal é corrigido monetariamente pelo IPCA, acrescido de taxa de juros anuais de 9,44%.

Fitch realiza diversas ações em CRI da Brazilian Securities

A Fitch elevou a 60ª série de CRI da Brazilian Securities de ‘A+sf(bra)’ para ‘AAsf(bra)’. A elevação da classificação de risco decorre de elevado reforço de crédito, atualmente de 63,1%, consequente da forte posição de caixa. O saldo devedor total da série, em fevereiro de 2013, era de R$ 1,7 milhão. Ao mesmo tempo, a agência rebaixou as 180ª e 201ª séries da mesma securitizadora, de ‘A+sf(bra)’ para ‘Asf(bra)’ e as colocou em Perspectiva Negativa. Os rebaixamentos decorrem da elevada inadimplência e o baixo reforço de crédito disponível. O saldo devedor das séries era de R$ 32,6 milhões e R$ 35,3 milhões, respectivamente.

Brazilian encerra primeiro trimestre na liderança


A Brazilian Securities segue como líder do ranking das Securitizadoras Imobiliárias pelo critério de montante emitido no ano de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Até o final de março a securitizadora havia emitido um total de R$ 277,9 milhões, representando 31,7% do montante consolidado emitido no mercado. A companhia também ocupa o primeiro lugar quando o critério é o número de operações, com sete realizadas no primeiro trimestre.

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Números de emissoras e de operações de CRI sobem em 2013

No primeiro trimestre de 2013 foram realizadas 25 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), emitidos por oito securitizadoras imobiliárias. Em comparação com o desempenho deste mercado no primeiro trimestre de 2012, quando haviam sido realizadas 22 operações por parte de sete securitizadoras imobiliárias, o último trimestre apresentou um aumento de três operações e de uma securitizadora imobiliária no total.

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Uqbar lança Anuário de Finanças Estruturadas 2013

A Uqbar lançou hoje o Anuário Uqbar 2013: Finanças Estruturadas. A nova edição da publicação apresenta dados, estatísticas, rankings e uma análise detalhada da evolução da indústria de securitização nacional no último ano. Dentre as novidades da edição 2013 estão os primeiros rankings do mais novo segmento do mercado brasileiro de finanças estruturadas: a securitização de créditos do agronegócio. Conta também com um capítulo especial, escrito pelo escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados, que discute os principais avanços do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado durante o ano de 2012. Esta é a segunda publicação da Uqbar no ano. No começo de março, a empresa lançou o Anuário Uqbar 2013: Securitização e Financiamento Imobiliário. Ambas publicações encontram-se disponíveis para download gratuito em www.uqbar.com.br.

Colegiado manifesta-se contra registro de CRI lastreado em debêntures

Atendendo consulta formulada pela própria Superintendência de Registros de Valores Mobiliários, o Colegiado da CVM manifestou-se a respeito da concessão de registro definitivo de oferta pública de distribuição da 289ª série de CRI da 1ª emissão de Brazilian Securities. A operação é lastreada por CCI cedida pelo Banco BTG Pactual e que por sua vez é lastreada pela emissão de debêntures da Rede D’Or São Luiz S.A.. A devedora objetiva captar recursos para financiar a aquisição de terrenos, edificação e expansão de prédios hospitalares. A superintendência, favorável ao registro da oferta, entende que, embora a devedora não tenha como objeto social a exploração dos imóveis, utilizar-se-ia de fato de financiamento imobiliário com essa finalidade específica. Ademais, o pagamento das debêntures seria uma obrigação a ser honrada pela devedora de qualquer forma, desvinculada de qualquer fluxo de caixa gerado pelo exercício de sua atividade econômica. O Colegiado discordou unanimemente, sublinhando que “o fluxo de pagamento da operação proposta não estaria relacionado aos imóveis, mas ao fluxo de caixa da devedora, o que não permitiria a caracterização dos recebíveis como sendo de natureza imobiliária.”

Volume de negócios de CRI cresce no último mês

Em março de 2013 o mercado secundário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) movimentou R$ 961,8 milhões em 244 negócios registrados na CETIP. O volume financeiro do último mês superou em 160,4% o valor de fevereiro de 2013, de R$ 369,4 milhões, mas continua aquém do montante médio mensal* de transações dos últimos doze meses (R$ 1,05 bilhão). Em termos de quantidade, o número de negócios registrado no mês de março foi 25,1% maior do que o registrado no segundo mês deste ano (195), contudo foi 17,7% abaixo da quantidade média mensal* dos últimos doze meses (296).

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