RB e Gaia mantêm liderança nos rankings após fraco mês de outubro

O volume de emissões de Certificados de Recebíveis imobiliários (CRI) no acumulado de janeiro a outubro de 2012 fixou-se em R$ 4,86 bilhões, crescimento de apenas 1,1% em relação ao verificado no acumulado até o final do mês de setembro e queda de 52,7% em relação ao mesmo período de 2011. Em termos do número de operações, houve apenas uma operação realizada em outubro, totalizando 80 durante o ano de 2012, 31,0% inferior ao igual período do ano passado.

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Moody’s coloca CRI da PDG em revisão

A Moody’s colocou em revisão para rebaixamento a classificação de risco Aa3.br atribuída a 1ª emissão da 15ª série de Certificados de Recebíveis Imobiliários emitidos pela PDG Companhia Securitizadora. Tendo em vista que a classificação de risco do CRI é baseada na capacidade da PDG Realty realizar os pagamentos exigidos sob a CCB que lastreia a operação, a revisão para rebaixamento se justifica pelo fato da classificação de risco corporativo da PDG Realty e da CCB terem sido colocados em revisão para rebaixamento.

Outubro teve o menor volume de emissões de CRI do ano

No mês de outubro foram emitidos apenas R$ 55,3 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), valor mensal mais baixo registrado em 2012 até agora.

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Fitch classifica CRI da Brasil Plural

A Fitch Ratings atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A-(bra)(prel)’ à quarta série da primeira emissão de CRI da Brasil Plural Securitizadora, em montante de R$ 81,0 milhões. A operação é lastreada por recebíveis imobiliários comerciais oriundos de um contrato de locação atípica entre a Lojas Americanas e a PK Center Empreendimentos e Participações SPE. Este CRI será corrigido monetariamente pelo IPCA em outubro de cada ano, acrescido de remuneração a ser definida na data de emissão.

CVM divulga orientações sobre elaboração do Informe Trimestral

A CVM publicou no último dia 12 o Ofício Circular CVM/SIN/SEP/N°01/2012. O comunicado tem como finalidade divulgar orientações gerais sobre a elaboração do Informe Trimestral pelas companhias securitizadoras de créditos imobiliários. O documento é organizado em duas partes. A primeira lista orientações relacionadas: (I) ao prazo de entrega dos informes; (II) às regras sobre como as informações devem ser elaboradas e difundidas; (III) ao escopo e conteúdo das informações prestadas; e (IV) às informações denominadas "não aplicáveis". A outra seção orienta os agentes quanto à forma como o informe deve ser preenchido quanto: (I) às características gerais da operação; (II) às informações financeiras escolhidas por patrimônio separado; (III) à performance da carteira de ativos ligados à securitização; e (IV) aos eventos que implicaram em amortização antecipada ou impactos sobre o fluxo de pagamentos trimestral.

IPCA cresce em preferência como indexador de CRI

Ao se comparar o perfil de remuneração dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos ao longo de 2012 e de 2011 nota-se um crescimento na participação das operações cujo indexador é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em termos de montante emitido, a participação das operações com este indexador subiu de 19,3% do valor consolidado das emissões de 2011 para 36,4% das emissões em 2012. Esta tendência detectada no mercado de CRI está em linha com o comportamento de mercados de outros títulos, corroborando a leitura recente de preferência crescente, por parte dos investidores, principalmente os fundos de pensão, por títulos atrelados a este índice de preços.

Liquidez no secundário de CRI cresce em 2012

Ao longo deste ano, até o final de outubro, foram registrados na Cetip negócios com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) que totalizaram R$ 11,20 bilhões, valor que já ultrapassa em 2,6% o montante registrado referente a todo o ano de 2011 (R$ 10,91 bilhões). Em termos de número de negócios, ainda há uma pequena diferença de 1,5%, a ser superada nos últimos dois meses deste ano, entre a quantidade acumulada em 2012 até outubro e aquela referente a  todo o ano anterior (3.058 contra 3.106).

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Ofertas públicas de CRI despencam de 2011 para 2012

Em 2012 até o final de outubro foram registradas onze ofertas públicas de CRI, totalizando um montante de R$ 1,69 bilhão. Em 2011, no mesmo período, tinham sido registradas 65 ofertas públicas, somando R$ 3,02 bilhões. O decrescimento entre os dois anos foi de 83,1% no número de ofertas e de 44,0% no montante ofertado. A última oferta pública de CRI registrada este ano ocorreu no mês de setembro. Uma operação de CRI da Brasil Plural no valor de R$ 81,0 milhões.

Austin coloca CRI da Cibrasec em observação negativa

A Austin colocou em observação negativa a classificação de risco ‘brA+’ para o CRI da 170ª Série da 2ª emissão da Cibrasec - em montante de R$ 60,8 milhões - desvelando uma provável ação de rebaixamento nos próximos meses. O benchmark é de 150% do CDI ao ano. O CRI tem lastro em 4 CCI, de série única, emitidas pelo Banco BVA, representativas de créditos imobiliários decorrentes de 4 CCB, emitidas pelas seguintes empresas: GSP Loteadora, La Spezia Empreendimentos Imobiliários, Quinze de Maio Incorporação Imobiliária e TBK Construção e Incorporação. A observação negativa se firma na situação de inadimplência da TBK e na deterioração dos fundamentos do Banco BVA.

Negociações de CRI apresentam baixo patamar em outubro

O mês de outubro registrou R$ 407,9 milhões em negócios com CRI na Cetip e na BM&FBOVESPA. O patamar alcançado no mês de outubro apresentou o segundo pior nível em relação aos meses de 2012, ficando a frente apenas do mês de fevereiro que teve R$ 364,0 milhões em negócios. No acumulado do ano foram registrados R$ 11,49 bilhões de negócios com CRI, sendo a grande maioria, R$ 11,2 bilhões, na Cetip, e apenas R$ 291,4 milhões na BM&FBOVESPA.

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