Liderança no mercado de CRI sofre mudanças em 2012

O ano de 2012 até setembro apresenta um volume de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Neste ano foram emitidos R$ 4,78 bilhões em CRI, divididos em 78 operações, o que representam quedas de 40,5% e 27,8%, respectivamente, em relação ao que tinha sido registrado até setembro no ano anterior, quando estes valores eram de R$ 8,04 bilhões e de 108 operações.

Fitch classifica CRI da Beta Securitizadora

A Fitch atribuiu na última sexta-feira a classificação de risco ‘AAA(bra)’ à quinta série da segunda emissão de CRI da Beta Securitizadora. A operação é lastreada por recebíveis oriundos de um contrato de locação atípica entre a Ambev e a Torben 16 Empreendimentos Imobiliários. O imóvel objeto do contrato é um Centro de Distribuição Direta, localizado em Feira de Santana (BA). O montante emitido da operação foi de R$ 26,1 milhões e a taxa de remuneração corresponde ao IPCA acrescido de 4,66%. A classificação reflete a qualidade de crédito da Ambev, devedora da operação.

Situação do BVA afeta CRI da Cibrasec

Na última sexta-feira, a securitizadora imobiliária Cibrasec informou através de fato relevante que está analisando eventuais impactos que a medida decretada pelo BACEN sobre o Banco BVA possa vir a acarretar em seu CRI da 170ª Série da 2ª Emissão. Além de desempenhar a função de coordenador líder do título, o Banco BVA exerce os papéis de custodiante e cedente nesta operação. A 170ª Série da 2ª Emissão de CRI da Cibrasec emitiu apenas um título no valor de R$ 60,8 milhões, cuja rentabilidade-alvo é de 150% da taxa DI.

RB Capital e Gaia lideram os rankings de CRI em 2012

Encerrado o terceiro trimestre de 2012, RB Capital* e Gaia mantêm as posições de liderança nos rankings de montante emitido e de número de operações realizadas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) em 2012 respectivamente. A primeira detém a primeira colocação por ter emitido CRI que somam R$ 1,41 bilhão e a segunda por ter realizado 25 operações.

No ranking por montante emitido, a cifra emitida pela RB Capital representa 29,6% do total emitido no ano. Nas segunda e terceira posições estão a Gaia com R$ 1,08 bilhão (22,5%) e a Brazilian Securities com R$ 712,5 milhões (14,9%) respectivamente. A quarta posição é ocupada pela Nova Securitização que, em setembro, emitiu uma operação no valor de R$ 145,0 milhões. Com esta emissão a companhia alcançou o montante emitido em 2012 de R$ 407,0 milhões (8,5%), ultrapassando a Cibrasec, agora quinta colocada com R$ 375,5 milhões (7,9%) e a Brazil Realty, agora sexta colocada com R$ 300,0 milhões (6,3%).

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Nova oferta de CRI em análise na CVM

Entrou em análise na CVM a oferta pública da 77ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da RB Capital Companhia de Securitização. A oferta é de 101.376 títulos com valor unitário de R$ 5.000,04 que somam R$ 506,9 milhões. Atualmente, oito ofertas de CRI estão em análise na CVM totalizando R$ 1,75 bilhão. Até o final de setembro a RB Capital se destacou entre as securitizadoras, apresentando o maior montante emitido em CRI desse ano, de R$ 1,41 bilhão.

Emissões de CRI voltam a crescer após três meses consecutivos de quedas

No mês de setembro foram emitidos R$ 563,7 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), interrompendo a sequência de três meses de quedas sucessivas no montante de emissões de CRI. As emissões mensais começaram a cair após o mês de maio, quando foi emitido R$ 1,42 bilhão em títulos. Em junho, o montante emitido foi de R$ 982,3 milhões, uma queda de 30,8%, seguido de números ainda menores para julho, R$ 408,2 milhões (58,4% comparativamente ao mês anterior) e agosto, R$ 363,3 milhões (11,0%).

O valor registrado neste último mês é bem próximo à média mensal das emissões do ano, R$ 531,4 milhões. Setembro também foi o mês que registrou o terceiro maior montante emitido de CRI em 2012, ficando atrás apenas dos meses de maio e junho respectivamente.

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Austin classifica CRI da PDG

A Austin Rating divulgou ontem a decisão da reunião realizada em 28/09/2012 de atribuir a classificação de risco ‘brAA-(sf)’ para a 21ª série, classe única, da primeira emissão de CRI da PDG Securitizadora. Porém, o relatório dessa classificação não é público, sendo disponível apenas para representantes da securitizadora. A operação tem lastro pulverizado em 296 CCI emitidas para representar promessas de compra e venda de imóveis residenciais sendo adquiridos por pessoas físicas.

 

Crescimento e mudança de comportamento nas negociações de CRI em 2012

O montante de negócios com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrados na Cetip no mês de setembro somou R$ 934,9 milhões, o que equivale a um crescimento de 56,8% em relação ao emitido em agosto (R$ 596,4 milhões). Parte importante desse crescimento é decorrente das negociações registradas com os CRI da 74ª série da RB Capital Residencial, da empresa RB Capital. Estes títulos, emitidos em 13 de setembro de 2012, negociaram uma vez totalizando um montante de R$ 245,8 milhões, o que correspondeu a 26,3% do total negociado no mês.

O comportamento observado em setembro corrobora o forte crescimento do montante negociado de CRI nos primeiros nove meses de 2012. Até 30 de setembro foram registrados na Cetip negócios que totalizaram R$ 10,80 bilhões, o que equivale a um crescimento de 71,1% quando comparado ao montante negociado no mesmo período de 2011 (R$ 5,76 bilhões). Em termos de número de negócios, novamente se observa um crescimento, porém mais modesto, de 21,2% (2.865 contra 2.363).

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Nova oferta de CRI em análise

Entrou hoje em análise na CVM a oferta da 289ª série da 1ª emissão de CRI da Brazilian Securities. Serão ofertados 667 títulos com valor unitário de R$ 300.000,00, totalizando um montante de R$ 200,1 milhões. O lastro da operação consiste em 2 CCI, sendo uma emitida pela securitizadora e outra pelo Banco BTG Pactual. Ambas emitiram o ativo a partir da subscrição de debêntures da Rede D'Or.

 

 

Fitch classifica CRI da RB Capital

A Fitch Ratings atribuiu hoje a classificação 'AAA(bra)' à 94ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital. A operação está lastreada em aluguéis a serem pagos pela PPG Industrial do Brasil Tintas e Vernizes ao Fundo de Investimento Imobiliário Patrimonial II  conforme acordo firmado no contrato de locação atípico, na modalidade build-to-suit, entre as partes. O imóvel objeto da locação, situado em Sumaré (SP), é um centro de distribuição e armazenagem.

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