Pentágono segue como líder no mercado de CRI

O mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou o primeiro semestre de 2013 com a liderança da Pentágono no universo de Agentes Fiduciários, tanto no Ranking Uqbar segundo o critério de montante emitido em operações no ano, com um total acumulado de R$ 1,04 bilhão, (55,2% do montante consolidado do mercado), como no Ranking Uqbar segundo o critério de número de operações no ano, com um total de 29 (64,4% do número consolidado do mercado).

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Ofício-Circular promete agilizar aprovação de materiais publicitários de ofertas

A CVM divulgou hoje o Ofício-Circular CVM/SRE/Nº1/2013, que orienta as instituições financeiras intermediárias líderes de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários envolvidas com a produção e veiculação de materiais publicitários durante o período da oferta, prevista no art. 50 da Instrução CVM nº 400/03, que rege a matéria. O ofício tem como propósito tornar mais ágil a aprovação desses materiais publicitários, submetidos à análise prévia da CVM, sem prejudicar a finalidade da norma. Dessa forma, é possível viabilizar a divulgação da oferta, garantindo a proteção ao investidor. No documento, são destacadas exigências comuns para materiais escritos (impressos, enviados por email ou disponíveis em sites), áudio e vídeo, além de publicidade institucional.

Ofício-Circular esclarece sobre classificações de risco de CCI e CCB

A CVM publicou hoje, o Ofício-Circular CVM/SIN/Nº 8/2013, com o objetivo de esclarecer que, mesmo para ativos financeiros que não requerem registro na autarquia (como CCB e CCI), as agências classificadoras de risco de crédito precisam divulgar em sua página na internet os respectivos relatórios de classificação. O ofício pondera que a ICVM 521 define como classificação de risco a opinião sobre a qualidade de crédito de qualquer ativo financeiro emitido no mercado de valores mobiliários. Ademais, é salientado que a mesma Instrução se aplica “às classificações de risco de crédito destinadas à publicação, divulgação ou distribuição a terceiros, ainda que restrita a clientes”. Ainda, a CVM recorda a Lei 6.385/76 - que define valores mobiliários - e combina com decisão de colegiado referente ao Processo RJ2007/11953, na qual foram consideradas as CCB como valores mobiliários sempre que “(a) sejam objeto de oferta pública (ICVM 400 e ICVM 476) e (b) a responsabilidade da instituição financeira por seu adimplemento tenha sido expressamente excluída no título”. Dessa forma, consubstanciado pelos dispositivos acima citados, a CVM conclui que, ativos financeiros, mesmo os de crédito, que sejam caracterizados como valores mobiliários, estão sujeitos à ICVM 521 e, por essa razão, seus relatórios de classificação de risco devem ser divulgados para o cumprimento do disposto no artigo 12, VI, daquela Instrução.

Brazilian e BTG desistem de CRI lastreado em debêntures da Rede D’or

Após terem o pedido de registro definitivo de oferta pública de distribuição da 289ª série de CRI da 1ª emissão indeferido pela CVM, a securitizadora, Brazilian Securities, e o líder da distribuição, BTG Pactual, formularam pedido de reconsideração da decisão tomada pelo Colegiado da CVM. À época, a autarquia negou o registro do CRI – lastreado em debêntures da Rede D’or São Luiz S.A – "por entender que o fluxo de pagamento da operação proposta não estaria relacionado aos imóveis, mas ao fluxo de caixa da Devedora, o que não permitiria a caracterização dos recebíveis como sendo de natureza imobiliária.". Em virtude dos novos argumentos contidos no pedido de reconsideração, o relator do processo solicitou a manifestação da Procuradoria Federal Especializada (PFE) junto à CVM. A PFE concluiu que a autarquia exerceu sua competência decisória de acordo com as finalidades previstas na lei, e que, no entanto, o colegiado ainda poderia autorizar o registro da emissão, analisadas as circunstâncias específicas da oferta ou efetivadas exigências adicionais que entender cabíveis. A CVM informa que, BTG Pactual e Brazilian Securities, ao tomarem conhecimento da manifestação da PFE, formalizaram a desistência da realização da oferta, em razão de questões estratégicas de negócios da Rede D’or São Luiz, e solicitaram o encerramento do processo.

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Brazilian representa mais de um terço do volume emitido de CRI em 2013

O mercado primário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou o primeiro semestre de 2013 registrando um montante total emitido de R$ 2,02 bilhões, referentes a 48 emissões. Destes totais, a Brazilian Securities realizou 35,5% (R$ 718,9 milhões) do montante, fortalecendo sua liderança no ranking de securitizadoras por montante emitido nesse ano, e 27,1% (treze) do número total de operações realizadas, permanecendo também no primeiro lugar do ranking de securitizadoras por número de operações.

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Brazilian emite maior operação de 2013

O mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou o primeiro semestre do ano com um acumulado de 48 operações registradas na CETIP, um aumento em relação às 57 operações que haviam sido realizadas no mesmo período do ano passado. Por outro lado, o montante consolidado emitido até o fim de junho de 2013, de R$ 2,02 bilhões, está 39,5% abaixo do valor registrado nos seis primeiros meses de 2012, de R$ 3,34 bilhões.

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Quatro CRI com aval da Brookfield são rebaixados

A Fitch rebaixou de ‘A+sf(bra)’ para  ‘Asf(bra)’ quatro séries de CRI da Gaia Securitizadora, que contam com aval da Brookfield Incorporações. Ao mesmo tempo, a agência colocou em Observação Negativa as classificações de risco de duas séries da mesma securitizadora, também vinculadas à Brookfield. As operações rebaixadas foram as 11ª, 19ª e 20ª séries da 5ª emissão e a 16ª série da 4ª emissão. Também pertencem à 4ª emissão as duas séries (9ª e 17ª) postas em observação negativa. Estas ações se seguem ao rebaixamento, em 2 de julho, da classificação de risco da Brookfield, de ‘A+(bra)’ para ‘A (bra)’, avalista das séries supracitadas. A agência identifica o enfraquecimento do resultado operacional da Brookfield acima de suas projeções iniciais e não espera que, a médio prazo, os indicadores de crédito retornem a patamares compatíveis com a classificação de risco anterior. Como as classificações de risco das séries rebaixadas se baseiam na capacidade de pagamento da Brookfield, qualquer alteração na classificação de risco de crédito da companhia as impacta automaticamente. Já as séries postas em Observação Negativa apesar de dependerem principalmente da capacidade de pagamento da Brookfield, ainda contam com ativos adicionais na forma de carteiras de crédito e reserva de caixa.

Principais ações das agências no mercado de CRI no primeiro semestre

A Uqbar monitora as ações de classificação de risco por parte das agências no mercado de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Abaixo segue um balanço quantitativo e um resumo descritivo das principais mudanças de classificação de risco de CRI que ocorreram durante o primeiro semestre de 2013. São abordados também os fatores principais que levaram as agências a tomarem suas decisões de elevação e de rebaixamento.

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CRI de debêntures muda de securitizadora

Uma operação de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) lastreada por Cédula de Crédito Imobiliário (CCI) representativas de debêntures emitidas pela Breithaupt Construções S.A. (Breithaupt) mudou de securitizadora responsável pela emissão dos títulos. Sendo assim, caso emitida, essa será a 32ª série da 1ª emissão de CRI da Habitasec. Anteriormente, estava previsto para esses CRI serem emitidos como 57ª série da 4ª emissão da Gaia. Devido a mudança de emissor, a Liberum atribuiu nova classificação de risco preliminar (28/06). No entanto, a nova classificação atribuída foi a mesma obtida anteriormente, ‘AA-(fe)’, uma vez que segundo comunicado da agência de classificação de risco, a estrutura da operação permaneceu inalterada. A Uqbar aguarda mais informações sobre a operação para entender as razões para a mudança.

Montante de secundário de CRI permanece menor que em 2012

O mercado secundário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) encerrou junho de 2013 apresentando um montante negociado mensal de R$ 648,7 milhões, abaixo dos R$ 741,9 milhões que haviam sido registrados em maio, representando assim uma queda de 12,6%. Seguindo o movimento de queda do montante negociado, as 163 negociações registradas em junho de 2013 ficaram 15,5% abaixo das 193 realizadas em maio último.

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