Liberum atribui classificação de risco a CRI da Brazilian

A Liberum atribuiu as classificações de risco “A(fe)” para a 292ª Série da 1ª Emissão de CRI da Brazilian Securities. Segundo a agência, a classificação de risco está essencialmente fundamentada na existência de subordinação de 4,0% proporcionada pela emissão da 293ª série da mesma emissão (CRI subordinado), que, apesar de baixa, representa reforço de crédito essencial aos CRI sênior; na carteira lastro cedida à operação, cuja qualidade é refletida no LTV baixo; nos indicadores de pulverização; nos históricos de pontualidade; nos critérios de elegibilidade e na verificação do lastro realizada pela Interservice; no spread excedente implícito definido pela diferença entre a taxa de cessão e a de remuneração dos CRI (sênior e subordinados); e na qualidade do histórico da incorporadora no ramo de loteamentos. Em contrapartida, pesam negativamente a ausência de garantias reais, incluindo a não incorporação do instrumento de alienação fiduciária dos ativos adquiridos.

S&P atribui classificação de risco à CRI da BRPR

A S&P atribuiu a classificação de risco ‘brAA+ (sf)’ à 1ª emissão de CRI emitidos pela BRPR 44 Securitizadora de Créditos Imobiliários e à  2ª emissão de CRI da BRPR 51 Securitizadora de Créditos Imobiliários, ambas de série única. As duas classificações de risco dependem diretamente da qualidade de crédito do Carrefour Comércio e Indústria Ltda. A S&P atribui estas classificações de risco em virtude do restabelecimento do fluxo de informações suficientes e atualizadas sobre o desempenho financeiro e operacional do Carrefour, outrora interrompido e que havia ocasionado, em 31 de maio de 2012, a retirada da classificação de risco de ambas as operações.

Uqbar realiza em maio a 8ª edição da Academia de Securitização

Depois de um período recente marcado por importantes transformações regulamentares no seu arcabouço, o mercado de securitização brasileiro iniciou o ano de 2013 em bases mais sólidas e melhor instrumentalizado para cumprir seu papel vital de fonte alternativa de financiamento e de opção de investimento no universo financeiro.  Em um momento de grandes desafios em relação à execução de uma gestão da economia brasileira que supere seus gargalos estruturais e possibilite um aumento do seu nível de oferta, as operações de securitização se fazem ainda mais imprescindíveis como parte do instrumental que o mercado de capitais deve provir.

Fitch classifica 305ª série da Brazilian Securities

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘A+sf(bra)’ à 305ª série da primeira emissão de CRI da Brazilian Securities.  A operação é lastreada por uma carteira de créditos imobiliários residenciais composta por 186 contratos (180 devedores) originados pelo Banco Intermedium S.A. e 18 incorporadoras. O principal é corrigido pelo IGP-M e acrescido de juros de 6,0% a.a.. A classificação é fundamentada principalmente no LTV médio moderado, na inexistência de créditos com atraso acima de 15 dias e no reforço de crédito disponível de 20,0%. Segundo a agência, a classificação atribuída se encontra no limite superior possível para este tipo de operação, uma vez que sua metodologia de classificação de risco para operações RMBS no Brasil não permite atribuir classificações de risco acima da categoria “Asf(bra)” a CRI lastreados em créditos habitacionais com exposição a menos de 300 devedores.

CVM edita Instrução que altera ICVM 400

A CVM editou a Instrução nº 533, alteradora da Instrução nº 400/03, que dispõe sobre as ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários. O objetivo é aperfeiçoar aspectos da regulamentação das ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários, ampliando o rol de operações que as instituições intermediárias podem realizar com valores mobiliários de um emissor durante o período de vedação à negociação. Além disso, as ditas instituições intermediárias, suas controladas, controladoras e sociedades sob o mesmo controle que atuem no mercado financeiro devem passar a elaborar relatório com todas as operações realizadas no âmbito das exceções à regra de vedação à negociação.

Fitch classifica 86ª série de CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A-(exp)sf(bra)’ à proposta da 86ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante de R$ 21,6 milhões. A operação é lastreada por CCB representativas de três contratos de financiamento imobiliário à M. Ásia Participações Ltda., proprietária de 70,0% do Shopping Lajeado, localizado no Rio Grande do Sul. Os CRI são garantidos por cessão fiduciária de 100% dos aluguéis e alienação fiduciária de 70,0% do shopping. O principal é corrigido monetariamente pelo IPCA, acrescido de taxa de juros anuais de 9,44%.

Fitch realiza diversas ações em CRI da Brazilian Securities

A Fitch elevou a 60ª série de CRI da Brazilian Securities de ‘A+sf(bra)’ para ‘AAsf(bra)’. A elevação da classificação de risco decorre de elevado reforço de crédito, atualmente de 63,1%, consequente da forte posição de caixa. O saldo devedor total da série, em fevereiro de 2013, era de R$ 1,7 milhão. Ao mesmo tempo, a agência rebaixou as 180ª e 201ª séries da mesma securitizadora, de ‘A+sf(bra)’ para ‘Asf(bra)’ e as colocou em Perspectiva Negativa. Os rebaixamentos decorrem da elevada inadimplência e o baixo reforço de crédito disponível. O saldo devedor das séries era de R$ 32,6 milhões e R$ 35,3 milhões, respectivamente.

Brazilian encerra primeiro trimestre na liderança


A Brazilian Securities segue como líder do ranking das Securitizadoras Imobiliárias pelo critério de montante emitido no ano de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Até o final de março a securitizadora havia emitido um total de R$ 277,9 milhões, representando 31,7% do montante consolidado emitido no mercado. A companhia também ocupa o primeiro lugar quando o critério é o número de operações, com sete realizadas no primeiro trimestre.

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Números de emissoras e de operações de CRI sobem em 2013

No primeiro trimestre de 2013 foram realizadas 25 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), emitidos por oito securitizadoras imobiliárias. Em comparação com o desempenho deste mercado no primeiro trimestre de 2012, quando haviam sido realizadas 22 operações por parte de sete securitizadoras imobiliárias, o último trimestre apresentou um aumento de três operações e de uma securitizadora imobiliária no total.

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Uqbar lança Anuário de Finanças Estruturadas 2013

A Uqbar lançou hoje o Anuário Uqbar 2013: Finanças Estruturadas. A nova edição da publicação apresenta dados, estatísticas, rankings e uma análise detalhada da evolução da indústria de securitização nacional no último ano. Dentre as novidades da edição 2013 estão os primeiros rankings do mais novo segmento do mercado brasileiro de finanças estruturadas: a securitização de créditos do agronegócio. Conta também com um capítulo especial, escrito pelo escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados, que discute os principais avanços do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado durante o ano de 2012. Esta é a segunda publicação da Uqbar no ano. No começo de março, a empresa lançou o Anuário Uqbar 2013: Securitização e Financiamento Imobiliário. Ambas publicações encontram-se disponíveis para download gratuito em www.uqbar.com.br.
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