PDG decide repactuar remuneração de CCB lastro de CRI


A Pentágono DTVM, agente fiduciário da 5ª série da 3ª emissão de CRI da PDG Companhia Securitizadora, emitida em montante de R$ 200,1 milhões, comunicou ao mercado a ocorrência do exercício do direito de repactuação das condições de remuneração da CCB, emitida pela PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações, devedora da cédula, representada pela CCI que serve de lastro para os respectivos CRI. Atualmente tanto a CCB como o CRI possuem juros remuneratórios à taxa de 107,0% da variação acumulada da taxa DI. A repactuação será para alterar os juros remuneratórios da CCB e do CRI para 125,0% da taxa DI, para vigência a partir de 5 de março de 2014 no caso da CCB e a partir de 6 de março para o CRI. A Pentágono informa que todas as demais condições da CCB e dos CRI permanecerão inalteradas, observados os procedimentos decorrentes da repactuação. O Termo de Securitização prevê que a PDG Realty tem a possibilidade de, até o 60º dia que anteceder a data do 6º pagamento da remuneração da respectiva CCB, alterar os parâmetros de remuneração das CCB e definir a data da próxima repactuação. Assim, conforme o mesmo Termo de Securitização, os titulares dos CRI que não concordarem com a repactuação deverão formalmente manifestar-se para o agente fiduciário para que tenham seus CRI resgatados pela emissora. Por fim, o agente fiduciário comunica que a nova data para exercício da repactuação será até o 60º dia que anteceder a data do 8º pagamento da remuneração da CCB.

Grandes emissões de CRI concentram composição do mercado de securitizadoras

Ao final do mês de novembro de 2013, a Ápice segue na liderança do Ranking anual de securitizadoras por montante emitido em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Esta securitizadora já emitiu R$ 4,27 bilhões, o equivalente a 31,8% do valor consolidado, referentes a doze operações. Em segundo lugar aparece a Gaia, com R$ 2,73 bilhões (20,4% do consolidado) emitidos, referentes a dez operações. Tal posição foi alcançada em novembro após a integralização de uma operação de R$ 2,23 bilhões de CRI, a qual representa 81,7% do volume de emissões desta securitizadora no ano. Esta operação teve o FGTS como investidor dos CRI sênior emitidos e tem como lastro contratos de financiamento firmados entre a Caixa Econômica Federal e pessoas físicas. Juntas, as duas securitizadoras acima são responsáveis por 52,2% do montante total emitido em CRI nesse ano. 

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Montante emitido de CRI em 2013 próximo de se consolidar como o maior da história

Em 2013 até o final de novembro foram emitidos R$ 13,44 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), montante 40,8% superior ao valor registrado no ano anterior,  que foi de R$ 9,55 bilhões, e apenas 0,9% inferior ao montante referente a 2011, ano que detém o recorde de emissões deste título com R$ 13,57 bilhões. Em termos de número de operações, em 2013 até novembro foram realizadas 105 operações, quatro a mais do que em 2012 (101), porém, ainda distante das 149 realizadas em 2011. 


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2013 já supera 2012 em montante de negócios de CRI

Os negócios com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrados na CETIP até novembro deste ano somam R$ 15,85 bilhões. Um valor 19,3% superior ao montante de negócios registrado durante todo o ano de 2012 (R$ 13,29 bilhões).

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Fitch classifica operação de R$ 2 bi da Caixa

A Fitch Ratings atribuiu na última quarta-feira (27/11) classificação de risco ‘AA-sf (bra)’ à 43ª série da quarta emissão de CRI da Gaia Securitizadora, no montante nominal de R$ 2,04 bilhões. A série de títulos faz parte de uma operação com estrutura sênior-subordinada, sendo que os CRI subordinados (44ª série) não foram classificados pela agência. A operação terá duração de 346 meses e a remuneração de ambos os títulos é atrelada à Taxa Referencial (TR) com acréscimo de 6,38% para os CRI Sênior e de 8,74% para os CRI Subordinados.

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Registrada na CVM oferta de CRI Sênior da mega operação do Itaú Unibanco

A CVM concedeu registro de oferta pública nesta última quarta (27/11) à 18ª série de CRI da primeira emissão da Ápice Securitizadora, no valor de R$ 1,09 bilhão. Esses CRI de classe sênior fazem parte da operação de R$ 4,38 bilhões, cujos CRI subordinados já foram totalmente subscritos e integralizados pelo Itaú Unibanco, cedente da operação. Com a integralização desses títulos, o mercado de CRI ultrapassa a cifra de R$ 12,00 bilhões em emissões, aproximando-se da marca histórica obtida em 2011, de R$ 13,57 bilhões. Para maiores detalhes desta operação ler Curta "Operação recorde de R$ 4,38 bilhões em CRI vem a mercado" e o artigo "Quais foram as maiores operações de CRI até hoje?".

BR Properties vende imóveis por R$ 3,18 bilhões à WTGoodman

A BR Properties informou, por meio de Fato Relevante, que no dia 20 de novembro de 2013 celebrou com a WTGoodman IBP Participações um acordo visando a venda de 100% dos ativos imobiliários de galpões industriais e de logística de propriedade da BR Properties. A WTGoodman é uma joint-venture entre a construtora brasileira WTorre e a australiana Goodman e busca desenvolver ativos logísticos e industriais de primeira linha nos principais mercados do Brasil. Os ativos totalizam 34 imóveis e a WTGoodman pagará à BR Properties o valor de R$ 3,18 bilhões. A efetivação do acordo está sujeita, entre outras condições, à aprovação das autoridades concorrenciais, às aprovações contratuais necessárias, à negociação de contratos definitivos e à conclusão satisfatória de diligência a ser realizada pela WTGoodman. A BR Properties informa que pretende utilizar os recursos da venda para reduzir a dívida líquida, para o programa de recompra de ações e para pagamento de dividendos aos acionistas.

Grandes operações elevam Ápice e Cibrasec no ranking de CRI em 2013


No final do mês de outubro de 2013, a Ápice Securitizadora segue na liderança do Ranking anual de Securitizadoras por montante emitido em Ceritificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). A entidade emissora supracitada superou o volume de emissões da Brazilian Securities (antigo líder) após ter visto concretizada, há pouco mais de um mês, a maior operação da história desse mercado, no valor de R$ 3,29 bilhões, tendo como cedente o Itaú Unibanco. Pouco depois, a Cibrasec alcançou o terceiro lugar no ranking anual por montante emitido após também ter operacionalizado uma emissão expressiva, de montante equivalente a R$ 811,8 milhões, lastreada em créditos imobiliários cedidos pelo Bradesco.

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CRI não poderão ser lastro de LCI

O Banco Central publicou hoje carta circular (CC nº 3.619) esclarecendo ao mercado que os Certificados de Recebíveis Imobiliários não se enquadram nas categorias elencadas no art. 4º, inciso II, da Circular nº 3.614, as quais definem os créditos que podem servir de lastro para as Letras de Crédito Imobiliário. A norma passa a vigorar a partir de hoje.

Com lastro PF, emissões de CRI se fortalecem no ano

Em 2013, até o final de outubro, já foram emitidos R$ 11,02 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), referentes a 98 operações. Desse montante total, 45,4%, ou R$ 5,00 bilhões, correspondeu a emissões de crédito pulverizado cujo tipo de devedor era pessoa física (PF). O montante total acumulado de CRI emitido em 2013 já supera em 15,4% o montante referente a todo o ano de 2012, quando R$ 9,55 bilhões foram emitidos. O valor parcial de 2013 começa a se aproximar do recorde anual histórico, atingido em 2011, quando R$ 13,57 bilhões em CRI foram emitidos, um nível ainda 23,1% acima do acumulado em 2013 até agora. Em termos de número de operações, a cifra em 2013 ainda é 34,2% inferior às 149 realizadas em 2011.

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