Na busca por investimentos que se ajustem aos seus passivos, institutos de previdência são naturais investidores de longo prazo. Constituem-se, portanto, em importantes participantes do mercado de capitais, como fontes de financiamento de prazo de perfil geralmente não oferecido pelo mercado bancário. No Brasil, onde as necessidades deste tipo de financiamento são altas e a escassez de fontes apropriadas é prevalecente, estas instituições têm um papel ainda mais relevante a cumprir. No entanto, caso envolvendo investimentos de um instituto de previdência em um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) sugere que pelo menos alguns destes investidores ainda não se encontram preparados para realizar investimentos discricionários e ocupar o papel que lhes corresponde.

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