FIDCs do Panamericano sofrem resgates acima de meio bilhão de reais em novembro

O mês de novembro provou ser, conforme esperado, um grande teste de liquidez para os administradores e gestores de dois fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC), que têm como cedentes o Banco Panamericano e que são fundos abertos. No mês passado, a Uqbar publicou um artigo analisando os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC ligado ao Banco Panamericano Os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC do Panamericano (17/11/10). De acordo com o artigo, os eventos financeiros que assolaram o Banco Panamericano há pouco mais de um mês se traduziriam, no âmbito do FIDC Master Panamericano CDC Veículos (MasterPan), primeiramente em um grande desafio de liquidez.

O MasterPan, juntamente com o outro FIDC que também tem o Banco Panamericano como cedente, o AutoPan FIDC CDC Veículos (Autopan), sofreu resgates pesados no mês de novembro. Entre os dois fundos foram R$ 552,7 milhões de cotas sênior resgatadas. Somente no FIDC MasterPan os resgates somaram R$ 450,03 milhões, ou seja, 20,7% do seu patrimônio liquido (PL) no mês anterior.O PL do fundo no final de novembro era de R$ 1,95 bilhão.

Uqbar comenta última Audiência Pública da CVM sobre normas contábeis de FIDC

No mês passado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) submeteu à audiência pública nova minuta de instrução que dispõe sobre as normas contábeis aplicáveis às demonstrações financeiras dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC. Como de praxe, a Uqbar participou da audiência. Abaixo reproduzimos na íntegra nossos comentários e sugestões sobre as propostas do edital.

1) Classificação e Registro Contábil das Operações de Transferência de Ativos Financeiros

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Índices de PDD das classes de FIDC de pior desempenho têm leve alta em outubro

As categorias de ativo-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com maior nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) apresentaram pequena piora de desempenho em outubro, diferentemente do que vinha ocorrendo ao longo de 2010. A exceção foi a categoria Títulos Mobiliários que andou em direção oposta.

A Uqbar dá continuidade hoje à sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de outubro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Novo FIDC inaugura classe de ativo-lastro no mercado brasileiro

O mercado de securitização brasileiro é caracterizado pela grande diversidade de tipos de ativos que lastreiam operações realizadas principalmente através de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC). A partir do começo do próximo mês este universo provavelmente será expandido com a criação de mais uma classe de ativo-lastro*: Recebíveis Médicos.

O fundo Petra FBH Cred Saúde (Cred Saúde), registrado na Comissão de Valores Mobiliários em julho deste ano, deve entrar em funcionamento no próximo mês investindo predominantemente em: (i) contratos de prestação futura de serviços médico-hospitalares, celebrados entre prestadores de serviços médicos (entidades hospitalares, clínicas e laboratórios de diagnósticos) e administradoras de planos de saúde, cooperativas médicas, cooperativas odontológicas, instituições médicas filantrópicas, autogestões médicas, seguradoras especializadas em saúde, medicina de grupo e odontologia de grupo ligadas ao Sistema Suplementar de Saúde (Operadoras de Saúde); e (ii) contratos de seguro saúde celebrados entre as Operadoras de Saúde e empresas para o fornecimento de planos de saúde a seus empregados.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC do Panamericano

Muito foi dito a respeito do Banco Panamericano na mídia nos últimos dias. Porém, além dos números da transação de empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito, que já é posterior ao momento de revelação da situação financeira do banco, poucos dados precisos e concretos foram divulgados para o mercado.

Para se tentar delinear algumas conclusões a respeito dos riscos de crédito e de liquidez pelos quais passam os investidores do maior Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que tem o Banco Panamericano como único cedente e a Panamericano DTVM como administrador, o Master Panamericano CDC Veículos (MasterPan), a Uqbar fez uma análise dos dados deste fundo, utilizando-se das informações publicadas pelo seu administrador até o final de outubro de 2010, além, é claro, da respectiva documentação histórica, incluindo os relatórios da Austin, a agência que vem classificando o risco das cotas sênior do fundo.

Mercado de FIDC multi sacados e multi cedentes atinge R$ 2,83 bilhões

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que têm suas origens nas atividades de fomento mercantil já representam 7,35% do patrimônio líquido consolidado* da indústria de FIDC, de acordo com os números de final de setembro. O patrimônio liquido (PL) dos fundos deste setor, conhecidos no mercado como fundos multi cedentes e multi sacados, somaram R$ 2,83 bilhões, um crescimento de 83,63% nos últimos doze meses.

Em termos de números de fundos em operação, a participação é ainda maior. No final de setembro, de um total de 279 FIDC em operação, 85 fundos, ou seja, 30,47%, pertenciam a esse segmento. Somente em 2010, 24 fundos entraram em operação, sendo que o total captado no ano soma R$ 306,4 milhões.

Índices de PDD das classes de FIDC de pior desempenho melhoram no ano

As categorias de ativo-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com maior nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) vêm apresentando melhora de desempenho gradual ao longo de 2010. Em uma comparação deste indicador no final do terceiro trimestre do ano contra seu nível no final do segundo trimestre, para as três classes de FIDC de pior desempenho, indicam progresso significativo.

A Uqbar dá continuidade hoje à sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de setembro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Liquidez no secundário de cotas de FIDC tem baixo desempenho

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), apesar de ter apresentado melhora no nível de liquidez em setembro de 2010 atingindo níveis superiores ao mês anterior, continua a apresentar escalas bem inferiores àquelas registradas durante o ano de 2009.

Em setembro deste ano foram R$ 77,7 milhões transacionados, emde 27 negócios, com registro na CETIP e na BM&FBOVESPA, contra R$ 34,2 milhões (39 negociações) no mês anterior e R$ 354,7 milhões (72 negociações) em setembro de 2009. Do montante total de setembro de 2010, R$ 65,5 milhões se referem a negociações que se deram após terminado o intervalo de 180 dias da data de emissão da respectiva cota. Ou seja, o restante, R$ 12,2 milhões, provavelmente se refere a negócios vinculados a colocação no mercado primário.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Rankings

Mais Lidos