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Os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC do Panamericano

Muito foi dito a respeito do Banco Panamericano na mídia nos últimos dias. Porém, além dos números da transação de empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito, que já é posterior ao momento de revelação da situação financeira do banco, poucos dados precisos e concretos foram divulgados para o mercado.

Para se tentar delinear algumas conclusões a respeito dos riscos de crédito e de liquidez pelos quais passam os investidores do maior Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que tem o Banco Panamericano como único cedente e a Panamericano DTVM como administrador, o Master Panamericano CDC Veículos (MasterPan), a Uqbar fez uma análise dos dados deste fundo, utilizando-se das informações publicadas pelo seu administrador até o final de outubro de 2010, além, é claro, da respectiva documentação histórica, incluindo os relatórios da Austin, a agência que vem classificando o risco das cotas sênior do fundo.

Mercado de FIDC multi sacados e multi cedentes atinge R$ 2,83 bilhões

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que têm suas origens nas atividades de fomento mercantil já representam 7,35% do patrimônio líquido consolidado* da indústria de FIDC, de acordo com os números de final de setembro. O patrimônio liquido (PL) dos fundos deste setor, conhecidos no mercado como fundos multi cedentes e multi sacados, somaram R$ 2,83 bilhões, um crescimento de 83,63% nos últimos doze meses.

Em termos de números de fundos em operação, a participação é ainda maior. No final de setembro, de um total de 279 FIDC em operação, 85 fundos, ou seja, 30,47%, pertenciam a esse segmento. Somente em 2010, 24 fundos entraram em operação, sendo que o total captado no ano soma R$ 306,4 milhões.

Índices de PDD das classes de FIDC de pior desempenho melhoram no ano

As categorias de ativo-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com maior nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) vêm apresentando melhora de desempenho gradual ao longo de 2010. Em uma comparação deste indicador no final do terceiro trimestre do ano contra seu nível no final do segundo trimestre, para as três classes de FIDC de pior desempenho, indicam progresso significativo.

A Uqbar dá continuidade hoje à sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de setembro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Liquidez no secundário de cotas de FIDC tem baixo desempenho

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), apesar de ter apresentado melhora no nível de liquidez em setembro de 2010 atingindo níveis superiores ao mês anterior, continua a apresentar escalas bem inferiores àquelas registradas durante o ano de 2009.

Em setembro deste ano foram R$ 77,7 milhões transacionados, emde 27 negócios, com registro na CETIP e na BM&FBOVESPA, contra R$ 34,2 milhões (39 negociações) no mês anterior e R$ 354,7 milhões (72 negociações) em setembro de 2009. Do montante total de setembro de 2010, R$ 65,5 milhões se referem a negociações que se deram após terminado o intervalo de 180 dias da data de emissão da respectiva cota. Ou seja, o restante, R$ 12,2 milhões, provavelmente se refere a negócios vinculados a colocação no mercado primário.

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Uqbar publica balanço do seu 1º Congresso de Finanças Estruturadas

No último dia 29 de setembro foi realizado o 1º Congresso Uqbar de Finanças Estruturadas. Organizado em formato de palestras e painéis de debate, o evento contou com a participação de aproximadamente 130 pessoas, incluindo formadores de opinião de diversos segmentos do mercado, com destaque para investidores institucionais, órgãos reguladores, emissores de títulos de securitização e instituições financeiras.

Um seleto conjunto de tópicos relacionados a financiamento e securitização para os setores imobiliário e de infraestrutura foram discutidos amplamente pelos participantes do evento.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de agosto de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Baixa liquidez no secundário de cotas de FIDC cede ainda mais

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou queda no nível de liquidez em agosto de 2010, atingindo níveis quase simbólicos. Os níveis de montante negociado e de números de negócios mensais em 2010 tem girado em patamares inferiores aos de 2009. Esta tendência se acentuou no último mês.

Em agosto deste ano foram apenas R$ 34,2 milhões transacionados, em cima de 21 negociações, com registro na CETIP. Pela primeira vez no último ano não houve qualquer negócio na BM&FBOVESPA. Em julho tinham sido R$ 131,3 milhões em montante negociado e 35 negociações, ao passo que em agosto de 2009 tinham sido transacionados R$ 192,7 milhões, em cima de 36 negociações.

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Uqbar comenta nova instrução CVM sobre FIDC

Mantendo o compromisso de aumentar a transparência para o mercado de finanças estruturadas, a CVM publicou no final de julho a Instrução nº 484 (ICVM 484), que acrescenta e altera alguns dispositivos da Instrução nº 356 (ICVM 356), norma que rege o mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

A principal novidade da regulamentação é a lista extensiva de informações que precisam ser fornecidas pelos administradores dos fundos em seus demonstrativos trimestrais. A partir de 1º de janeiro de 2011, data em que a nova instrução passa a vigorar, os administradores serão obrigados a fornecer um conjunto de informações que incluem: (i) os procedimentos de verificação de lastro adotados pelo custodiante; (ii) as eventuais alterações de critérios de concessão de crédito adotados pelos originadores; (iii) análises sobre pré-pagamento da carteira; e (iv) as alienações dos direitos creditórios.

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Nasce um novo banco, dedicado a FIDC

Um novo banco, moldado de acordo com um modelo de negócios diferenciado, acaba de se tornar operacional como consequência da evolução de uma corretora e da visão estratégica de seus controladores. Trata-se do Banco Petra, cuja existência se baseia em uma atuação focada em toda cadeia vertical de serviços associados ao setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

Ao invés de utilizar o modelo tradicional bancário com foco na captação de recursos via depósitos de conta corrente e CDBs e aplicação via empréstimos, o Banco Petra atuará, segundo o modelo aprovado pelo Banco Central, desde a distribuição de cotas dos fundos até à originação de ativos financeiros, passando por gestão, estruturação, administração e custódia dos ativos destes fundos. Isto representa uma extensão do número de funções na cadeia de valor do mercado de securitização, a partir das funções que já vinham, de forma crescente, sendo executadas pela Corretora Petra.

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