Negócios Cetip (FIDC) – 27 a 31/out/14

Na semana passada foram registrados 64 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 19,38 milhões. A cota com maior montante negociado foi a cota sênior 7 do FIDC RED Multisetorial LP com R$ 6,38 milhões. Este fundo é administrado pelo Banco Petra e tem sua carteira de direitos creditórios composta por recebíveis comerciais performados originados em diversos segmentos, todos previamente analisados e selecionados pela consultora do fundo Redfactor Factoring. A cota sênior 1 do FIDC Lecca registrou o maior número de negócios (28). Administrado pela SOCOPA, este fundo investe em recebíveis oriundos de operações comerciais, de financiamento de veículos e de operações de crédito tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica, todos eles previamente analisados e selecionados pela consultora Epanor Lecca. Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros 13 FIDC foram registrados na Cetip.

Negócios Cetip (FIDC) – outubro/14

No último mês foram registrados 389 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 182,01 milhões. A cota que apresentou o maior montante negociado (R$ 64,00 milhões) foi a cota subordinada do FIDC Rio Forte NP. Administrado pela Estratégia Investimentos CVC, este fundo possui carteira composta por direitos de crédito contra a União - precatórios decorrentes de ações judiciais já transitadas em julgado. A cota sênior 1 do FIDC Lecca registrou, novamente, o maior número de negócios (84). Administrado pela SOCOPA, este fundo investe em recebíveis oriundos de operações comerciais, de financiamento de veículos e de operações de crédito tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica, todos eles previamente analisados e selecionados pela consultora Epanor Lecca. Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros 35 FIDC foram registrados na Cetip. Não houve divulgação de qualquer negócio pela BM&FBOVESPA.

Oportunidades apontam para crescimento de FIDC NP

Já se vai quase uma década desde quando a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou sua Instrução nº 444, a norma específica que contempla os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não-Padronizados (FIDC-NP). Motivado então por uma demanda crescente do mercado, que almejava a estruturação de operações de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) envolvendo carteiras de ativos dificilmente enquadráveis pela norma como específicos deste veículo de securitização, o regulador criou a nova instrução instituindo tratamento regulatório diferenciado para o novo tipo de veículo. Assim, em dezembro de 2006, surgia o FIDC-NP, veículo cuja política de investimento permitia a aquisição de direitos creditórios “não-padronizados”.

Cotas sênior do Nova Iguaçu Dívida Ativa NP sofrem rebaixamento

A S&P rebaixou a classificação de risco atribuída à 1ª série de cotas sênior a serem emitidas pelo FIDC Nova Iguaçu Dívida Ativa NP, de ‘brA- (sf)’ para ‘brBBB (sf)’. Este fundo será um condomínio fechado com prazo de duração de 20 anos cujas cotas serão pagas com os fluxos financeiros decorrentes da recuperação dos créditos inadimplidos devidos ao munícipio de Nova Iguaçu, localizado no estado do Rio de Janeiro, incluindo dívidas ativa e administrativa devidas ao munícipio, predominantemente derivadas de IPTU e ISS. Esta ação seguiu a revisão da qualidade de crédito do munícipio de Nova Iguaçu, realizada pela própria agência. O munícipio é uma das contrapartes da operação, uma vez que os recursos provenientes dos pagamentos dos ativos securitizados serão depositados em uma conta de sua titularidade. Em seu press release a agência ainda afirma que “a avaliação do munícipio de Nova Iguaçu reflete uma gestão financeira muito fraca, a qual incorpora um desempenho orçamentário muito fraco e volátil; uma execução orçamentária imprevisível; a flexibilidade orçamentária muito fraca e limitada; e uma economia fraca. Por outro lado, essas fraquezas são contrabalanceadas por níveis muito baixos de endividamento e um ambiente institucional que consideramos em evolução e não equilibrado.” Apesar da primeira atribuição ter ocorrido em 26 de março de 2014, as cotas ainda não foram distribuídas. O fundo emitirá cotas sênior, mezanino e subordinada. A emissão de cotas sênior será de até R$ 75,0 milhões, com vencimento legal de 10 anos após a emissão e uma rentabilidade alvo equivalente ao IPCA acrescido de um spread de 8,0% ao ano.

 

Fundos de Crédito Pessoal perdem participação no mercado de FIDC

Com o valor consolidado de Patrimônio Líquido (PL) do universo de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) na marca dos R$ 39,71 bilhões ao fim do terceiro trimestre de 2014 (excluindo-se os FIDC Não-Padronizados, que somavam R$ 11,68 bilhões), contra R$ 41,14 bilhões ao fim do segundo trimestre, registra-se que a participação da categoria de ativo-lastro Crédito Pessoal no total foi a que mais se reduziu nos últimos três meses. No intervalo entre fins de junho e de setembro de 2014 o montante relativo a esta categoria de ativo-lastro se reduziu pela metade. Com efeito, houve queda da respectiva participação no total do mercado de FIDC para 5,4% em fins de setembro, tendo partido de 10,3% ao fim do segundo trimestre.

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Cotistas do Multissetorial R&G LP NP aprovam emissão de R$ 26 milhões em cotas sênior

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 20 e 24 de outubro de 2014

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Negócios Cetip (FIDC) – 20 a 24/out/14

Na semana passada foram registrados 29 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 24,56 milhões. A cota com maior montante negociado foi a cota subordinada do FIDC Rio Forte NP com R$ 14,00 milhões. Administrado pela Estratégia Investimentos CVC, este fundo possui carteira composta por direitos de crédito contra a União - precatórios decorrentes de ações judiciais já transitadas em julgado. A cota com maior número de negócios foi a cota sênior 6 do FIDC Multisetorial Silverado Maximum com um total de 8 negócios. O fundo é administrado pelo Banco BNY Mellon e tem a carteira composta por recebíveis comerciais performados, representados por duplicatas e cheques, originados em operações de compra e venda e prestação de serviço, previamente selecionados pela empresa Silverado Serviços de Informações. Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros 6 FIDC foram registrados na Cetip. 

Incentivo Multissetorial encerra setembro com 2/3 de seus créditos em atraso

Durante o mês de setembro de 2014 dois Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) de classe única de cotas que vinham se posicionando entre aqueles de maior índice de Atraso Normalizado (Atrason)¹ assumiram trajetórias diferentes. O FIDC Incentivo Multisetorial I encerrou setembro com um nível maior dos seus direitos creditórios (DC) em atraso, agora em 66,1%, após registrar Variação de Atraso Normalizada (ΔAtrason)2 de 6,1%. Desde o início deste ano este fundo teve seu montante de DC em atraso quadruplicado e, mais recentemente, teve a classificação de risco de suas cotas rebaixada. Em rota inversa, o FIDC Multi Infra fechou o último mês com nível relativo de atrasos mais baixo, agora em 65,8%, depois de registrar uma ΔAtrason negativa de -5,33%.

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Com destaque para os NP, FIDC têm maior expansão mensal no ano

Encerrado o mês de setembro de 2014, o valor consolidado de Patrimônio Líquido (PL) dos 415 Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) em atividade no momento, incluindo aqueles Não-Padronizados (FIDC NP), totalizavam R$ 51,39 bilhões. Comparado a agosto de 2014, quando o montante era de R$ 49,44 bilhões, o PL consolidado do setor cresceu 3,9%, a maior alta mensal registrada no ano. Ante dezembro de 2013, porém, quando o PL da indústria atingiu R$ 53,30 bilhões, houve queda de 3,6%, e contra setembro de 2013 (R$ 51,08 bilhões), o indicador ficou praticamente estável, variando positivamente apenas 0,6%.

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A transformação do mercado de custodiantes de FIDC depois da ICVM 531

No início do ano de 2013 a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou a Instrução CVM nº 531 (ICVM 531), alterando e aperfeiçoando a Instrução CVM nº 356, esta última a norma mãe que rege o mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). O advento da ICVM 531 representou um momento de destaque na transformação evolutiva do marco jurídico-regulamentar do mercado de FIDC, impactando inclusive o posicionamento competitivo de seus participantes atuantes. Entre os aspectos de maior saliência, a nova norma contemplou o papel dos administradores e dos custodiantes dos fundos, com definição mais clara da atuação e das responsabilidades destes, buscando, adicionalmente, evitar a concentração indevida de funções por um mesmo participante ou por partes a ele relacionadas e, assim, mitigando a possibilidade de ocorrência de conflito de interesses. Com efeito, esperava-se que a adequação à norma resultasse em movimentações de participação de mercado entre prestadores de serviços de FIDC, alterando a fatia de cada um. Especialmente no caso de custodiantes, que é analisado neste artigo, comparando-se a composição de mercado deste segmento antes e depois da vigência da ICVM 531.

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