Cotistas do FIDC MAX aprovam nova emissão de R$ 50 milhões

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 18/11 e 22/11 de 2013.


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Negócios Cetip (FIDC) – 18-22/Nov/13

Na semana passada foram registrados 76 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 6,4 milhões. A cota sênior 1 do FIDC Chemical VI Indústria Petroquímica apresentou o maior montante negociado (R$ 1,9 milhão). Este fundo investe em recebíveis comerciais originados por empresas da indústria petroquímica e tem como administrador a BEM DTVM. A cota sênior 1 do FIDC Lecca registrou o maior número de negócios (28). Administrado pela Lecca DTVM, este fundo investe em recebíveis oriundos de operações comerciais, de financiamento de veículos e de operações de crédito tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica, todos eles previamente analisados e selecionados pela Epanor Lecca. Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros treze FIDC foram registrados na Cetip. Não houve registro de qualquer negócio na BM&FBOVESPA.

CVM condena e absolve em casos de FIDC do BCSul

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu, na terça-feira, dia 19 de novembro, aplicar penalidades à Cruzeiro do Sul DTVM e a Marcelo Xandó Baptista, ex-diretor da distribuidora, por irregularidades na administração de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Cada um terá que pagar multa fixada em R$ 300,0 mil à autarquia. Ao mesmo tempo, a CVM decidiu absolver os réus supracitados da acusação de operações fraudulentas envolvendo FIDC. Da mesma acusação foram absolvidos também o Banco Prosper, Carla Santoro, ex-diretora do banco, BCSUL Verax Serviços Financeiros e Márcio Serra Dreher, diretor responsável pela gestora.


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Antigo FIDC Rural Premium tem classificação de risco rebaixada

A Austin rebaixou, de ‘brAA-(sf)’ para ‘brA-(sf)’, a classificação de risco das cotas sênior do FIDC Premium, atual denominação do antigo FIDC Rural Premium. A classificação de risco permanece em observação negativa, para um novo rebaixamento nos próximos meses. O Banco Rural, que era o cedente e agente cobrador dos direitos creditórios do fundo, teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em 2 de agosto. A liquidação do cedente ocasionou um Evento de Liquidação Antecipada do fundo. Em assembleia realizada em 19 de agosto deste ano os cotistas decidiram, entre outras coisas, pela  manutenção da liquidação do fundo, mudança do nome do fundo e do condomínio – de aberto para fechado -, amortização das cotas sênior e substituição do gestor da carteira do fundo (BER Capital), cujas funções passaram a ser desempenhadas pelo administrador (PETRA – Personal Trader). As cotas sênior do fundo têm uma rentabilidade alvo de 112,0% da taxa DI. Em outubro de 2013 o PL do fundo era de R$ 352,6 milhões, queda de 12,7% frente ao registrado em julho, que era de R$ 403,8 milhões.

Processo envolvendo irregularidades do BCSul em administração de FIDC é julgado hoje


Estava marcado para hoje, 19 de novembro, às 15h, o julgamento do Processo Administrativo da CVM N° RJ2011/12660, que trata do descumprimento, por parte dos Cruzeiro do Sul DTVM, BCSUL Verax Serviços Financeiros, Banco Prosper e outros, de normas dispostas nas Instruções CVM Nº 08, 356 e 409, relacionadas à administração de FIDC. Após investigação, a área técnica da autarquia tinha concluído que a Cruzeiro do Sul DTVM e a BCSUL Verax realizaram, em outubro de 2008, operações envolvendo direitos creditórios cedidos pelo Banco Cruzeiro do Sul e utilizaram-se de fundos de investimento administrados e geridos por elas para induzir a erro terceiros, participantes do mercado em geral e a própria CVM, com a finalidade de obter de forma ilícita resultados que impactaram nas demonstrações financeiras do Banco Cruzeiro do Sul. Com efeito, ficou caracterizado, assim, operação fraudulenta no mercado de valores mobiliários. Além disso, o Banco Prosper, o qual foi comprado pelo Banco Cruzeiro do Sul em dezembro de 2011, na qualidade de administrador do FIDC Prosper Flex Multicedentes, esteve diretamente envolvido em operações realizadas no primeiro semestre de 2009 que tiveram a mesma finalidade. Ademais, a área técnica também concluiu que a Cruzeiro do Sul, na qualidade de administrador do FIDC Multicred, descumpriu o regulamento do respectivo fundo e não prestou as informações periódicas exigidas pela norma. Por fim, restou o fato de que o Banco Prosper cobrou encargos indevidos durante quatro meses do FIDC Prosper Flex, infringindo a ICVM N° 356.  A BCSUL Verax havia sido contratada pelo Banco Prosper para prestar consultoria de natureza estratégica e macroeconômica, serviços cujos encargos não são previstos pela norma.

Cotistas do FIDC Ático Imobiliários recusam oferta de compra dos ativos do fundo

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 11/11 e 14/11 de 2013.


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Negócios Cetip (FIDC) – 11-14/Nov/13

Na semana passada foram registrados 83 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 20,5 milhões. A cota sênior 5 do FIDC Multi Recebíveis II apresentou o maior montante negociado (R$ 6,4 milhões). Este fundo investe em recebíveis oriundos de operações dos setores comercial, industrial e de prestação de serviços, previamente analisados e selecionados pela BRR Assessoria de Cobrança e Administração de Crediário Ltda. (consultora) e tem como administrador a Concórdia Corretora. A cota sênior 1 do FIDC Lecca registrou o maior número de negócios (20). Administrado pela Lecca DTVM, este fundo investe em recebíveis oriundos de operações comerciais, de financiamento de veículos e de operações de crédito tanto para Pessoa Física quanto para Pessoa Jurídica, todos eles previamente analisados e selecionados pela Epanor Lecca. Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros dezoito FIDC foram registrados na Cetip. Não houve registro de qualquer negócio na BM&FBOVESPA.

FIDC BER Capital Corporate tem cotas classificadas

A Austin atribuiu a classificação de risco ‘brCCC(sf)’  para as cotas do FIDC BER Capital Corporate. Em assembleia realizada em outubro deste ano os cotistas aprovaram a mudança de agência classificadora de risco, função anteriormente exercida pela S&P. Os direitos creditórios do fundo são formados por duplicatas mercantis, notas promissórias comerciais e letras de câmbio.

Classificações de risco são atribuídas às cotas do FIDC Moka Fund I

A Austin Rating atribuiu as classificações de risco de crédito ‘brA+(sf)’, ‘brBBB(sf)’ e ‘brB(sf)’ para, respectivamente, a 4ª série de cotas sênior, a 1ª classe de cotas subordinadas mezanino e as cotas subordinadas júnior (classes A e B) do FIDC Moka Fund I. Os direitos creditórios presentes na carteira do fundo são compostos por duplicatas, cheques, notas promissórias com base em instrumento contratual, cédulas de crédito bancário e certificados de recebíveis imobiliários. A rentabilidade-alvo da cota sênior é de 130,0% da taxa DI e da cota mezanino é de 160,0% da taxa DI.

FIDC CPMG tem classificações de risco retiradas

A agência Fitch retirou as classificações de risco ‘A-sf’ e ‘BBB-sf’ referentes, respectivamente, à 1ª série de cotas sênior e às cotas subordinadas do FIDC Cadeias Produtivas de Minas Gerais. A Fitch decidiu retirar as classificações pelo fato de não esperar receber das partes relacionadas à transação informações suficientes para continuar a acompanhar o perfil de crédito dos sacados presentes na carteira do fundo, assim como de eventuais novos sacados que a agência não realize cobertura analítica. Em assembleia de cotistas realizada em abril de 2013 o fundo decidiu substituir a agência classificadora de risco, desde então a função passou a ser exercida pela S&P.
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