FIDC F ACB Financeiro, de recebíveis cedidos pelo antigo Banco Cruzeiro do Sul, será liquidado

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 16 e 20 de junho de 2014

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Negócios Cetip (FIDC) – 16 a 20/jun/14


Na semana passada foram registrados 47 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 6,78 milhões. A cota sênior 1 do FIDC Lecca obteve o maior número de negócios (14) e maior montante negociado (R$ 2,02 milhões). Este fundo é administrado pela SOCOPA e adquire direitos creditórios oriundos de operações de compra e venda de mercadorias e/ou prestação de serviços e/ou operações de crédito e financiamento que tenham sido previamente analisadas pela consultora Epanor Lecca.  Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros nove FIDC foram registrados na Cetip. Não houve registro de qualquer negócio na BM&FBOVESPA.

Nova série de cotas mezanino do FIDC Credit Brasil Multissetorial recebe classificação


A S&P atribuiu hoje a classificação preliminar ‘brBBB (sf)’ à 3ª série de cotas mezanino do FIDC Credit Brasil Multissetorial, no valor de R$ 15,0 milhões. Ao mesmo tempo, ainda reafirmou a classificação ‘brAA (sf)’ atribuída às 3ª e 5ª séries de cotas sênior. A carteira de direitos creditórios do FIDC é composta por recebíveis performados originados por diferentes cedentes que atuam em diversos setores da economia, previamente selecionados pela consultora do fundo a Credit Brasil Fomento Mercantil. Nessa análise a agência considerou algumas mudanças ocorridas na estrutura do fundo, tais como: (i) elevação do nível mínimo de subordinação para as cotas mezanino de 15% para 18% do PL; (ii) inclusão do limite de concentração que estabelece que a soma dos três maiores cedentes ou sacados não podem ultrapassar 15% do PL do FIDC; (iii) ajuste do limite de exposição do FIDC ao Banco Petra, como provedor de conta bancária, de modo que o saldo em conta corrente de depósito à vista no Banco Petra só poderá representar 5% do PL do FIDC, caso a subordinação seja superior a 30%, sendo esta representada por, no mínimo, de 20% de cotas subordinadas e 10% de cotas mezanino. A 3ª série de cotas mezanino do Credit Brasil FIDC buscará uma rentabilidade-alvo equivalente à Taxa DI acrescida de um spread de 5,5% a.a.. A emissão será amortizada em 18 parcelas mensais após um período de carência de 18 meses.

Número recorde de FIDC em operação e PL volta a crescer

Com a entrada de treze novos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) em operação durante o último mês, maio de 2014 ficou marcado pelo recorde de número de fundos em funcionamento, 397, sendo 128 do tipo Não-Padronizados (NP). Com isto o Patrimônio Líquido (PL) consolidado dos FIDC voltou a subir, chegando à marca de R$ 50,15 bilhões ao final do mês, um crescimento de 2,31% em relação a abril, quando o PL somava R$ 49,05 bilhões. Esta foi a primeira ascensão do PL dos FIDC desde novembro de 2013, quando a variação mensal havia sido de 1,71%.

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Pipeline de ofertas de FIDC soma R$ 658 milhões

Com o registro concedido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia 13 de junho às duas séries de cotas sênior do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Multi Recebíveis II, acrescentaram-se R$ 140,0 milhões ao montante de ofertas públicas já registradas este ano. Nos primeiros seis meses do ano, o montante de ofertas concedidas sob a chancela da Instrução CVM nº 400 (ICVM 400) já ultrapassa a marca do bilhão, assinalando R$ 1,03 bilhão em meados de junho. Além disso, ainda há por vir cerca de R$ 658,0 milhões, referentes a quatro ofertas ainda em análise no órgão regulador, e que poderão ocorrer ainda em 2014.


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FIDC que envolve receitas do Flamengo em jogos no Maracanã recebe classificação

A Liberum Ratings atribuiu na última sexta-feira, dia 13 de junho, as classificações de risco preliminares AAA(fe) de Longo Prazo e CP1(fe) de Curto Prazo para a proposta de emissão da 1ª série de cotas sênior do FIDC SP Recebíveis Premium II, no montante de R$ 30,0 milhões. O fundo é lastreado por contrato de mútuo, com vencimento em 31 de dezembro de 2016, celebrado entre a SPE Complexo Maracanã Entretenimento (SPE Maracanã), cedente, e o Clube de Regatas Flamengo (Flamengo), devedor, o qual deve ser quitado com percentual de receitas de bilheteria e de aluguel de camarotes nos jogos mandados no Estádio Jornalista Mário Filho – Maracanã. Segundo a agência, a atribuição se fundamentou, principalmente, no perfil de risco da cedente dos direitos diretórios, a SPE  Maracanã, a qual está coobrigada com o valor integral do crédito cedido ao FIDC. A SPE Maracanã é controlada, indiretamente, pela Odebrecht S.A. Segundo a agência, este é o principal suporte que fundamenta a classificação de risco obtida pelas cotas sênior. A agência pondera que considerou em sua análise que alguns fatores dificultam a realização de projeções mais detalhadas sobre o desempenho futuro da cedente, são eles: o estágio inicial das operações da cedente, os diversos riscos de caráter econômico associados às suas atividades de exploração do Maracanã (como volume de público, preço de bilheteria, desempenho dos clubes de futebol que mandam partidas na arena, comercialização de eventos, etc.), assim como a ausência de um histórico mais relevante deste tipo de Parceria Público Privada e sobre o segmento de exploração de arenas multiuso no Brasil. As cotas sênior buscarão rentabilidade alvo equivalente a 140,0% da Taxa DI e têm previsão de vencimento para Janeiro de 2017. A administração e custódia do fundo são realizadas por empresas do Grupo Petra.

Cotistas do SP Recebíveis Premium II aprovam mudança de administrador

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 9 e 13 de junho de 2014.


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Negócios Cetip (FIDC) – 09-13/jun/14

Na semana passada foram registrados 97 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 19,5 milhões. A cota subordinada do FIDC Fornecedores Odebrecht apresentou o maior montante negociado (R$ 4,3 milhões). O fundo é administrado pela Concórdia Corretora e é uma securitização de recebíveis comerciais existentes e performados emitidos por diversos fornecedores, devidos por empresas do grupo Odebrecht. A cota sênior 1 do FIDC Lecca obteve o maior número de negócios (32). Este fundo é administrado pela SOCOPA e adquire direitos creditórios oriundos de operações de compra e venda de mercadorias e/ou prestação de serviços e/ou operações de crédito e financiamento que tenham sido previamente analisadas pela consultora Epanor Lecca.  Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros 15 FIDC foram registrados na Cetip. Não houve registro de qualquer negócio na BM&FBOVESPA.

R$ 140,0 milhões registrados em cotas do FIDC Multi Recebíveis II

Foram registradas na última sexta-feira, dia 13, na CVM duas ofertas de cotas sênior do FIDC Multi Recebíveis II. A primeira oferta, a da 7ª série, é no montante de R$ 60,0 milhões, e a  segunda oferta é referente a 9ª série no valor de R$ 80,0 milhões. O fundo é administrado pelo Banco PETRA e terá a distribuição pública das séries conduzida pela PETRA Personal Trader CTVM, na qualidade de Coordenador Líder. Os direitos creditórios adquiridos pelo Fundo são de quatro espécies: contratos de financiamentos, contratos de faturização (ambas modalidades efetuadas com cheques pré-datados), operações com duplicatas performadas e CCB. As cotas da 7ª série buscarão uma rentabilidade alvo equivalente à Taxa DI acrescida de um spread de 2,5% a.a., já as cotas da 9ª série terão como meta de rentabilidade a Taxa DI acrescida de um spread de 3,3% a.a.

Agência realiza classificação da 3ª série sênior do Lego LP

A Liberum Ratings atribuiu a classificação de risco ‘A(fe)’ à 3ª série de cotas sênior do FIDC Lego LP. A carteira de direitos creditórios do fundo é composta por operações de crédito, representadas por duplicatas e cheques com elevado giro, originados por operações de compra e venda de produtos e/ou prestação de serviços, com prazo médio ponderado máximo de 90 dias. A agência destaca que a classificação está fundamentada no histórico de atuação da consultora do fundo, na qualidade esperada da carteira de direitos creditórios, no reforço de crédito para as cotas avaliadas equivalente a 33,0% do PL do fundo e nos critérios de elegibilidade e procedimentos de seleção e avaliação dos direitos creditórios. Em maio deste ano o fundo passou por alterações em seu quadro de prestadores de serviço, passando a ser administrado pela SOCOPA, custodiado pelo Banco Paulista e gerido pela MV Capital.

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