Orion Multissetorial LP tem subordinação mínima alterada

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 17/02 e 21/02 de 2014.


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S&P é responsável por mais de um terço do montante dos FIDC classificados


Em 2013 a S&P foi a agência de classificação de risco que mais classificou cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) – em termos de montante. Ao classificar R$ 3,42 bilhões em cotas, ou 38,8% do montante total classificado – pouco menos do dobro do segundo colocado, a Fitch, - aquela agência alcançou a primeira colocação do ranking de agências de classificação de risco para o ano de 2013. Sob a ótica do número de cotas que receberam classificação de risco, porém, a agência líder foi a Austin, com 53 classificações, representando 30,6% do total.


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No mesmo relatório, S&P rebaixa e eleva cotas dos fundos de créditos originados pelo BVA


Em um mesmo relatório a S&P primeiramente rebaixou suas classificações atribuídas às cotas sênior dos FIDC lastreados por créditos originados pelo Banco BVA de ‘brCCC(sf)’ para ‘D(sf)’ e, subsequentemente, elevou estas classificações de volta para ‘brCCC(sf)’. A razão expressa para a elevação das classificações resulta de mudanças na estrutura dos FIDC aprovadas pelos seus cotistas em Assembleia Geral realizada em 27 de janeiro de 2014. Nesta assembleia houve também deliberação pela exclusão da palavra BVA dos nomes dos FIDC, que passaram a ser nomeados Multisetorial Master, Multisetorial Master II e Multisetorial Master III. Porém, a principal decisão aprovada se refere à prorrogação da data de vencimento legal das cotas sênior dos FIDC, que passaram a ter vencimento em dezembro de 2016. Anteriormente, os títulos dos três fundos acima venciam, respectivamente, em maio de 2014, agosto de 2014 e fevereiro de 2015.  Na visão da agência, os fundos não cumpririam os pagamentos, caso a data não tivesse sido prorrogada, e por isso as classificações haviam sido inicialmente rebaixadas. Mas com a aprovação da mudança dos vencimentos legais pelos cotistas, a classificação foi elevada para o mesmo nível anterior ao rebaixamento. 

Cotas sênior do COMPESA recebem classificação

A S&P atribuiu classificação de risco preliminar ‘brAA- (sf)’ às cotas sênior do FIDC Compesa, a serem emitidas, no montante de até R$ 150,0 milhões. O FIDC Compesa será um condomínio fechado cujo vencimento final ocorrerá 96 meses após a emissão das cotas sênior. O FIDC será lastreado pelos fluxos financeiros provenientes da prestação futura de serviços de água e esgoto pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A classificação atribuída às cotas do fundo é limitada pela visão da agência sobre o risco de desempenho na prestação de serviços de água e esgoto pela Compesa e pela capacidade da companhia em honrar as obrigações assumidas nos documentos da operação, que incluem a transferência para a conta centralizadora de todos os direitos creditórios cedidos que tenham sido pagos pelos clientes em outras instituições financeiras que não sejam os bancos arrecadadores. As cotas sênior buscarão uma rentabilidade-alvo equivalente à Taxa DI acrescida de um spread de 2,85% ao ano. A rentabilidade-alvo das cotas sênior será paga mensalmente, enquanto que o principal investido será amortizado em 90 parcelas mensais, após seis meses de carência.
 

Negócios Cetip (FIDC) – 10-14/fev/14


 
Na semana passada foram registrados 52 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 132,6 milhões. A cota sênior 1 do FIDC Chemical VIII Indústria Petroquímica apresentou o maior montante negociado (R$ 42,0 milhões). O fundo é administrado pela BEM DTVM e tem como objetivo adquirir recebíveis comerciais originados pelas empresas do grupo Braskem, representados por notas fiscais. As cotas sênior 6 e mezanino 6 do FIDC Multi Recebíveis II registraram, em conjunto, o maior número de negócios (10). Administrado pela Concórdia Corretora, este fundo investe em recebíveis comerciais representados por duplicatas previamente selecionados pela BRR Administradora de Crédito (consultor de crédito), originados por empresas de diversos segmentos da economia. Além das cotas do fundo acima, negócios com cotas de outros dez FIDC foram registrados na Cetip. Não houve registro de qualquer negócio na BM&FBOVESPA.

Com o início de fevereiro, mais fundos publicam atas se adequando à ICVM 531

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 10/02 e 14/02 de 2014



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Cotas sênior do CASAN recebem classificação




A Fitch atribuiu a classificação de risco de Longo Prazo ‘A(exp)sf(bra)’ à proposta de emissão de até R$ 250,0 milhões de cotas sênior do FIDC CASAN. Esta operação consiste na securitização de faturas futuras relacionadas à prestação de serviços de saneamento básico pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), no Estado de Santa Catarina. Os recursos levantados através da emissão serão utilizados principalmente para o pagamento de dívidas existentes e investimento em capital de giro. Uma classe de cotas subordinadas também será emitida no montante de R$ 7,5 milhões. A classificação reflete a capacidade de pagamento pontual e integral do principal investido, corrigido pelo IPCA, e de taxa de juros a ser definida durante o processo de distribuição. Os pagamentos de juros ocorrerão mensalmente, sem carência. As amortizações de principal também acontecerão todo mês, mas após carência de 36 meses. O fundo recebeu registro da CVM em 23 de janeiro e será administrado pela Caixa Econômica Federal.

Mais fundos se adaptam à ICVM 531

Veja abaixo esta e outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas entre 03/02 e 07/02 de 2014.

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Negócios Cetip (FIDC) – 03-07/Fev/14


Na semana passada foram registrados 91 negócios com cotas de FIDC na Cetip que totalizaram R$ 119,0 milhões. A cota sênior 3 do FIDC Insumos Básicos da Indústria Petroquímica apresentou o maior montante negociado (R$ 38,7 milhões). O fundo é administrado pela Intrag DTVM e tem como objetivo adquirir recebíveis comerciais representados por notas fiscais cedidos pela Petrobras. A cota sênior 1 do FIDC Lecca registrou o maior número de negócios (42). Administrado pela Lecca DTVM, este fundo investe em recebíveis oriundos de operações comerciais, de financiamento de veículos e de operações de crédito tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica, todos eles previamente analisados e selecionados pela Epanor Lecca. Além das cotas dos fundos acima, negócios com cotas de outros quinze FIDC foram registrados na Cetip. Não houve registro de qualquer negócio na BM&FBOVESPA.

Agência atribui classificação à 3ª série sênior do Empírica Sifra Premium


A S&P atribuiu a classificação de risco final ‘brAA (sf)’ à 3ª série de cotas sênior do FIDC Empírica Sifra Premium, em montante de R$ 63,3 milhões. Ao mesmo tempo, reafirmou a classificação final ‘brAA (sf)’ atribuída à 2ª série de cotas sênior. Após ter recebido os documentos finais da série a agência constatou que não foi realizada nenhuma mudança na estrutura do fundo que impactasse a classificação preliminar realizada em outubro de 2012. A carteira de direitos creditórios do FIDC é composta por recebíveis performados originados por diferentes cedentes, representados por duplicatas e cheques, nos segmentos comercial, industrial, imobiliário, financeiro e de prestação de serviços, com pagamento a prazo. A 2ª série de cotas sênior busca uma rentabilidade alvo equivalente ao IPCA acrescido de um spread de 8,5% a.a., enquanto a 3ª série de cotas sênior busca uma rentabilidade alvo equivalente à Taxa DI, acrescida de um spread de 3,6% a.a.. A 2ª série de cotas sênior vencerá em abril de 2016, e a 3ª série de cotas sênior vencerá em maio de 2016.
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