Capitalização de mercado de FII supera R$ 10 bilhões

O valor consolidado de capitalização de mercado do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continuou trajetória de ascensão no primeiro quadrimestre de 2011. Depois de ter duplicado em 2010, fechando aquele ano em R$ 8,12 bilhões, o valor consolidado atingiu R$ 10,16 bilhões em abril de 2011.

A alta taxa de crescimento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de novos fundos e de novas cotas, e às novas negociações de cotas, e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. No final de 2009, o mercado secundário era composto por 26 FII. Um ano depois o conjunto de fundos cujas cotas eram negociadas no secundário saltou para 44. Agora, no final do primeiro quadrimestre de 2011, são 49. O cálculo considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA e aqueles cujas negociações são registradas na Cetip. Os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses foram excluídos do cálculo.

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Cota do Mais Shopping Largo 13 FII sofre queda no secundário

O preço da cota do Mais Shopping Largo 13 Fundo de Investimento Imobiliário (M S Largo 13), negociado no mercado secundário na BM&FBOVESPA, sofreu quedas acentuadas durante os meses de março e abril. No acumulado do ano de 2011, até o final de abril, a cota do M S Largo 13 apresenta o pior desempenho entre todas as cotas negociadas no secundário de Fundos de Investimento Imobiliário, tanto em termos de variação de preço como por rentabilidade efetiva, esta última sendo aquela que é calculada levando em consideração não só a variação de preço mas também os rendimentos decorrentes de distribuição de lucros.

Calculando-se através do preço médio mensal ponderado por montante negociado, a cota do M S Largo 13 caiu 16,7% de dezembro de 2010 até abril de 2011. Apenas nos últimos dois meses, de fevereiro a abril de 2011, a queda foi de 15,9%. Tais declínios foram medidos em cima de um preço médio ponderado da cota em abril de R$ 909,96. Mas nas últimas duas semanas a cota permaneceu abaixo de R$ 900,00, tendo atingido um preço médio diário de R$ 800,70 no dia 26 de abril, antes de recuperar algum terreno e registrar um preço médio diário de R$ 843,12 no dia 02 de maio.

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Liquidez de secundário de FII muda de patamar em 2011

A liquidez do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continua em acentuado crescimento neste início de 2011. O nível de liquidez, medido pelo valor agregado do número de negócios e/ou do montante negociado na BM&FBOVESPA, tem estabelecido vários novos recordes históricos. Ademais, estes indicadores, quando medidos de forma individual por fundo, apontam para um processo de generalização do crescimento de liquidez, envolvendo um número cada vez maior de FII.

Em 2011, até o dia 25 de abril, foram negociados R$ 222,4 milhões em cotas de FII na BM&FBOVESPA, correspondentes a 14.835 negócios. Em termos comparativos, o valor de montante negociado em menos de quatro meses é muito superior aos valores relativos ao ano inteiro para todos os anos até 2008 (naquele ano o montante anual foi de R$ 143,6 milhões) e similar ao valor anual de 2009 (R$ 228,8 milhões) e ao valor acumulado dos primeiros onze meses de 2010 (R$ 222,3 milhões). Pelo critério de número de negócios, a cifra até 25 de abril supera em larga margem as cifras anuais de todos os anos até 2009 (naquele ano inteiro houve 9.386 negócios) e está acima do número acumulado até agosto em 2010, de 13.681 negócios.

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R$ 7,5 bilhões subscritos em cotas de dois FII da região do porto do Rio de Janeiro

De acordo com documentos divulgados no site da CVM, nos dias 28 e 29 de março de 2011 foram encerradas as ofertas com esforços restritos do Caixa Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (Porto Maravilha) e do Fundo de Investimento Imobiliário da Região do Porto (Região do Porto), respectivamente.

Na oferta do Porto Maravilha foram subscritos R$ 3,5 bilhões em cotas de classe única. Esse montante foi adquirido por um investidor que, segundo os “Dados Finais da Oferta”, foi classificado na categoria “Outros”.

Excellence é o FII mais rentável no primeiro trimestre

Com uma rentabilidade efetiva no primeiro trimestre de 16,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2010 e de março deste ano.

Mesmo sem ter liderado o ranking em nenhum dos primeiros três meses, de forma separada, o FII Excellence acumulou um bom trimestre depois de uma excelente performance nos dois primeiros meses. No mês de janeiro, foi o sétimo mais rentável com 7,8%, e em fevereiro alcançou a vice-liderança do mês com 7,2%. Na segunda e terceira posições no acumulado do primeiro trimestre vem os FII RB Capital Agre e Square Faria Lima, com rentabilidades efetivas de 16,0% e 15,0% respectivamente.

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Valorização anual de cotas de FII termina fevereiro abaixo do nível de janeiro

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos da variação de preço em períodos anuais, registrou leve queda no mês de fevereiro se comparado a janeiro. Este tipo de rentabilidade, que vinha caindo ao longo de 2010 até o final de setembro, voltou a subir a partir de outubro passado, tendo fechado dezembro em 13,2%.

A valorização linear média de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até fevereiro, ficou em 13,2%. Esta rentabilidade anual tinha fechado janeiro em 13,9% e, agora, caiu para o mesmo nível alcançado em dezembro de 2010.

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Após quatro meses de alta, rentabilidade efetiva anual do setor de FII cede em fevereiro.

Os vinte três Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que tiveram suas cotas negociadas no mercado secundário da BMF&BOVESPA nos últimos doze meses, até fevereiro de 2011, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 22,8% no período. O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota.

Após um fim de ano de 2010 quando a rentabilidade efetiva anual acumulada veio crescendo, tendo esta iniciado movimento de alta a partir dos 13,7% registrados em setembro último e atingido 19,4% em novembro e 23,2% em dezembro, no começo de 2011 houve manutenção de tendência, tendo ela alcançado 23,7% em janeiro. Agora, em fevereiro, houve então uma quebra de tendência após quatro meses seguidos de alta, mas o número correspondente a um único mês não é suficiente para se concluir que esteja ocorrendo uma reversão.

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Secundário de FII mantém tendência de aumento de liquidez no primeiro bimestre de 2011.

A atividade do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) nos primeiros dois meses do ano foi caracterizada pela continuidade do forte movimento observado em Dezembro de 2010, quando R$ 155,2 milhões em cotas trocaram de mãos através de 3.302 negócios.

No primeiro bimestre do ano, período que apresenta historicamente um menor grau de atividade devido as férias de verão, foram registrados 6.694 negócios, totalizando um montante negociado de R$ 101,2 milhões. Para que se tenha uma ideia da dimensão do crescimento, no mesmo período de 2010 os mesmos indicadores foram respectivamente 1.755 e R$ 17,4 milhões - um aumento de 281,4% e 470,3% respectivamente.

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Depósitos de LCI ultrapassam R$ 39 bilhões em 2010.

Durante 2010 as instituições financeiras perceberam a necessidade de aumentar suas fontes de captação de recursos para o setor imobiliário. Pareceu consenso, dentre estas instituições, que os recursos da tradicional caderneta de poupança não serão suficientes para financiar o forte crescimento que se espera para este setor para os próximos anos. Neste sentido, termos como securitização e venda de carteiras de crédito passaram a ser ouvidos com mais frequência, inclusive por representantes de instituições financeiras com forte base de clientes de poupança. Porém, foi através da emissão de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) que estas instituições complementaram suas necessidades, pelo menos no curto prazo, para financiar o setor.

No ano, o montante de depósitos destas letras na CETIP alcançaram R$ 39,06 bilhões, um crescimento de 49,1% com relação a 2009. O montante em estoque destes títulos, que era de R$ 15,51 bilhões no final de 2009, fechou o ano de 2010 em R$ 29,26 bilhões - 88,7% de crescimento. Finalmente, as negociações, que em 2008 eram de pouco mais de R$ 100,0 milhões de reais, atingiram R$ 1,35 bilhão no ano passado - 47,5 % de crescimento comparativamente a 2009.

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Rentabilidade Efetiva de cotas de FII sobe 3,7% no primeiro mês de 2011

Liderado pelo Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Square Faria Lima, o setor de FII negociados no mercado secundário alcançou no primeiro mês de 2011 uma rentabilidade efetiva média linear de suas cotas de 3,7%. A rentabilidade efetiva é calculada utilizando-se a Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que leva em conta os rendimentos distribuídos pelos fundos e os preços médios mensais de suas cotas, ponderados por montante negociado, entre o começo e o fim do período considerado. Conforme abordado no último artigo do Orbis, Cotas de FII começam 2011 com avançoem valorização de preço, a média linear de valorização de preço de cota de todos os FII, não levando em consideração os rendimentos, fechou janeiro com alta de 3,0%.

Entre todasas 38 cotas de FII com negócios realizados na BMF&BOVESPA em janeiro, 32terminaram o mês com rentabilidade efetiva positiva, ao passo que as outras6 apresentaram um início de ano desfavorável. A cota do FII Square Faria Lima obteve a liderança, com valorização de 16,5 %. Em segundo lugar ficou a cota do BC Fundo de FII, com valorização de 13,8%, e em terceiro a cota do FII Hotel Maxinvest, com valorização de 11,1%. Do outro lado da tabela, a cota do FII Memorial Office apresentou a pior performance, com valorização negativa de -7,6%.

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