Carteira de FII estruturado pelo Estado de São Paulo deverá somar R$ 1,5 bi

O desafiador quadro fiscal pelo qual atravessam municípios, estados e a própria união é patente. Como já abordado em artigos anteriormente publicados no TLON, as alternativas de mercado de capitais visadas para contribuir para o equacionamento da situação, por outro lado, ainda estão vindo à tona. Uma das mais recentes iniciativas envolve a Prefeitura do Município de São Paulo, que utilizou um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizado (FIDC-NP) para securitizar créditos imobiliários, em sua maioria inadimplidos. Antes, empresa pública de transportes do Estado de São Paulo já havia securitizado fluxo futuro de recebíveis por meio de um FIDC, e, depois, operações de securitização de dívida ativa de caráter tributário, também por parte daquele ente, foram estruturadas através da emissão de debêntures por uma SPE. Agora, o Estado de São Paulo volta à carga, com a estruturação de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) que comporá sua carteira com aproximadamente 300 imóveis da administração pública, avaliados em R$ 1,57 bilhão, para posterior alienação à terceiros.

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Fundos Kinea aprovam ofertas de cotas que somam R$ 700 milhões

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 27 e 31 de março de 2017.

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Fundos de logística assumem topo do ranking de rentabilidade em 2017

Ao fim de fevereiro de 2017 o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) TRX Realty Logística Renda I (TRXL11) havia sido aquele de maior rentabilidade efetiva¹ acumulada nos dois primeiros meses do ano, dentre os 83 fundos com cotas negociadas na BM&FBOVESPA objeto desta análise. Nos dois primeiros meses de 2017 o preço das cotas do TRXL11 no mercado secundário vivenciou um crescendo, enquanto o volume de rendimentos distribuídos registrou episódio de alta. Desse modo, a Taxa Interna de Retorno (TIR) acumulada, cujo cálculo se apoia em ambas as variáveis, ficou em 29,4% ao fim do primeiro bimestre do ano para o TRXL11. O fundo, que no acumulado do ano inteiro de 2016 registrou TIR negativa em 10,7%, passou da lanterna para o topo da escala. Assim como o TRXL11, outros três fundos de logística auferiram TIR superior a 20,0% em 2017, liderando o ranking dos FII de maior rentabilidade no ano.

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Cotistas do Brasil Plural Absoluto Fundo de Fundos aprovam nova emissão de R$ 80 milhões

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 20 e 24 de março de 2017.

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Cotistas do FII JFDCAM aprovam aquisição de imóvel

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 13 e 17 de março de 2017.

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Cotistas do Kinea Rendimentos Imobiliários aprovam nova oferta de cotas

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 6 e 10 de março de 2017.

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Número de negócios com cotas de FII permanece acima dos 100 mil em meses menos líquidos

Apesar do seu reduzido número de pregões na BM&FBOVESPA, fevereiro de 2017 encerrou-se com bom patamar de liquidez, mesmo em base mensal, no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Na evolução histórica, em base consolidada mensal, os dois primeiros meses de 2015 e de 2016 registraram um perceptível desvio negativo em relação à tendência pregressa e subsequente no mercado secundário de cotas de FII. Contudo, em 2017, janeiro e fevereiro assinalaram nível de liquidez, em base consolidada mensal, senão superior ao menos equivalente àquele visto nos últimos meses de 2016.

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Intrader assume administração do FII JFDCAM

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 27 de fevereiro e 3 de março de 2017.

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Fundos aprovam emissões de R$ 60 milhões em cotas

Veja abaixo o resumo destas e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 20 e 24 de fevereiro de 2017.

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Carteiras de FII somam mais de R$ 5,5 bi em CRI

Em 2016, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) adquiridos no mercado primário pelos investidores classificados como “Fundos de Investimento” somaram a segunda maior fatia do total emitido no ano. A categoria inclui, além dos fundos regulados pela Instrução CVM nº 555, os Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Em um contexto macroeconômico recessivo que prevaleceu durante o ano, com efeitos que se alastram pelo mercado imobiliário real, interessantemente o apetite dos FII por este título de securitização se renovou. Não por acaso, o patrimônio líquido (PL) e o número de FII que investem preponderantemente em CRI atingiu seu ápice em 2016.

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