Avaliações de imóveis de fundos do CSHG são concluídas

O Credit Suisse Hedging-Griffo CV, administrador do FII CSHG Brasil Shopping (HGBS11) e do Castello Branco Office Park (CBOP11), publicou Fatos Relevantes para informar sobre o resultado das respectivas avaliações a mercado dos imóveis dos fundos executado pela empresa Cushman & Wakefield. No caso do HGBS11, a avaliação resultou em valor 8,3% superior ao valor contábil atual de referidos imóveis, o que totaliza variação positiva de aproximadamente 5,9% no valor patrimonial da cota do fundo. Já no caso do CBOP11 a avaliação resultou em valor 2,4% inferior ao valor contábil atual do referido imóvel, o que totaliza igual variação negativa no valor patrimonial da cota do fundo.

TB Office celebra novo contrato de locação

O BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administrador do FII TB Office (TBOF11), proprietário de 100% do Edifício Tower Bridge Corporate, publicou Fato Relevante para informar que assinou, em 18 de outubro, um novo contrato de locação com a Salesforce Tecnologia LTDA., referente aos conjuntos 141 e 142 do 14º andar do referido imóvel, pelo prazo de cinco anos contados a partir desta data e carência em linha com o praticado na região. A nova locação representa 3,92% da área locável total do imóvel e reduzirá a vacância para 32,10%. Ademais, a receita do TBOF11 será impactada positivamente em 6,52%, em comparação às receitas do mês de outubro de 2017, gerando um impacto positivo na distribuição de rendimentos de aproximadamente 10,15%, com base na última distribuição de rendimentos. O administrador ressalta que vem trabalhando ativamente com a consultora imobiliária, Tishman Speyer, na prospecção de novos locatários com o intuito de reduzir a vacância do imóvel e, consequentemente, gerar valor para o fundo.

Cotista do BRCR11 desiste de convocar assembleia

O BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administrador do FII BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) e do FII Prime Portfolio, publicou Fato Relevante para informar que recebeu, de cotista detentor de mais 5% das cotas do fundo, solicitação de desconsideração de pedido anteriormente formulado, “tendo em vista as recentes informações relevantes que foram publicadas no dia 15 de dezembro de 2017, incluindo a íntegra da proposta e o novo valor patrimonial do fundo”. O cotista havia anteriormente solicitado a convocação de assembleia geral de cotistas do BRCR11 para deliberar sobre a venda de ativos detidos pelo fundo, distribuição dos recursos do produto da venda e a subsequente dissolução e liquidação do FII.

Dois FII aprovam planejamentos orçamentários para 2018

Veja abaixo o resumo destas e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 11 e 15 de dezembro de 2017. 

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Laudo de avaliação dos imóveis do BRCR11 é concluído

O BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM e o BTG Pactual Gestora de Recursos, administrador e gestor, respectivamente, do FII BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) e do FII Prime Portfolio, publicaram Comunicado ao Mercado para informar sobre a conclusão do laudo semestral de avaliação dos ativos. Segundo o comunicado, o laudo, realizado pela consultora independente Cushman & Wakefield, avaliou os 10 imóveis detidos, direta ou indiretamente, pelo BRCR11. O laudo resultou em uma avaliação correspondente a R$ 2.567.609.000,00, que representa um valor por cota dos ativos de R$ 133,56, uma valorização de 14,92% frente ao valor do laudo anterior. O documento acrescenta que o Informe Mensal Estruturado informa PL do BRCR11 de R$ 2.394.372.295,75, que reflete um valor patrimonial por cota de aproximadamente R$ 124,55, considerando a data base novembro de 2017. O gestor afirma que, de posse destas informações e em linha com o que foi comunicado aos cotistas no Fato Relevante de 05 de dezembro de 2017, buscará alternativas visando maximizar o patrimônio dos fundos, e no momento em que concluir sua análise sobre a proposta não vinculante e não solicitada para aquisição dos ativos dos fundos se manifestará, respeitando o prazo nela estabelecido.

Fundo de imóvel localizado no Rio celebra nova locação

O BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM, administrador do FII Edifício Castelo (FCAS11), publicou Fato Relevante para informar sobre a assinatura de novo contrato de locação. Segundo o documento, o FCAS11 celebrou, em 14 de dezembro, novo contrato de locação referente ao 4º, 5º, 9º e 10º andares do Edifício Castelo, detido integralmente pelo fundo e localizado no Centro do Rio de Janeiro-RJ. O contrato tem prazo de 5 anos contados a partir de primeiro de dezembro de 2017 e a carência, segundo o BTG, está “em linha com o praticado na região”. Os andares somam área locável de 6.674,37m², de modo que a nova locação representa 42,79% da área locável total do imóvel, e contribuirá para reduzir a vacância de 66,44% para 23,80%. Ademais, conforme acrescenta o administrador, a receita do FII será impactada positivamente em 162,48%, em comparação às receitas do mês de novembro de 2017.

CSHG Real Estate volta a vender conjuntos do Ed. Itamambuca

O Credit Suisse Hedging-Griffo CV, administrador do FII CSHG Real Estate (HGRE11), publicou Fato Relevante para informar que, em 14 de dezembro de 2017, o referido fundo assinou instrumento particular de compromisso de compra e venda referente a venda dos conjuntos n° 31 e 32 do Edifício Itamambuca, situado na Rua Luigi Galvani, 200, 3º andar, Itaim Bibi, São Paulo-SP. De acordo com o administrador, o imóvel foi adquirido pelo HGRE11 em agosto de 2008, e, até a presente data, considerando os custos de aquisição e benfeitorias realizadas, o investimento total foi de R$ 2.204.629,36, equivalentes a R$ 4.943/m². No fechamento de novembro de 2017, os conjuntos representavam 0,29% da área locável do fundo e 0,50% da vacância financeira do fundo. A operação totaliza R$ 2,8 milhões, equivalente a R$ 6.390/m², sendo R$ 285.000,00 a serem recebidos a título de sinal e R$ 2.565.000,00 até 29 de dezembro de 2017. O CSHG informa que a operação gerará um lucro líquido de custos de R$ 531.370,64, equivalente a 24,1% em relação ao valor do investimento. O valor da operação foi 13,7% superior ao valor contábil do imóvel, atualizado até 14 de dezembro, com base no laudo de avaliação realizado em dezembro de 2016. O administrador pontifica que a venda do imóvel foi realizada em linha com a estratégia de gestão ativa do fundo, a qual busca o desinvestimento no curto e médio prazo das lajes individuais, em especial nos imóveis com vacância, como era o caso dos conjuntos do Edifício Itamambuca. Em outubro o HGRE11 já havia alienado os conjuntos n° 91 e 92 do mesmo edifício, também por R$ 2,8 milhões.

Rentabilidade dos FII de Imóveis supera média do mercado em 2017

Com 2017 quase completo, algumas categorias de ativo de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) já se destacam pela significativa rentabilidade efetiva¹ acumulada auferida no ano. A rentabilidade efetiva média dos FII que investem em imóveis atingiu 26,0% em 2017 até novembro, seguida de perto pela rentabilidade da categoria de fundos que investem em cotas de outros FII, denominada Renda Variável, com 22,2%. Por outro lado, fundos cuja carteira se centra em CRI e LCI, compondo a categoria Renda Fixa, apresentaram rentabilidade efetiva média de 4,1%, que, embora positiva, se situa bem abaixo da média geral do mercado, de 22,3%.

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Reavaliação eleva em mais de 10% patrimônio de FII

A Credit Suisse Hedging-Griffo CV, administrador do FII CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11), publicou Fato Relevante para comunicar que os imóveis do fundo foram avaliados a mercado (valor justo) pela empresa Cushman & Wakefield. Segundo o comunicado, a avaliação resultou em valor 13,2% superior ao valor contábil atual de referidos imóveis, o que totaliza variação positiva de aproximadamente 13% no valor patrimonial da cota do HGJH11 em 13 de dezembro. Segundo o administrador, as informações completas estarão disponíveis no informe contábil mensal de dezembro, a ser disponibilizado ao mercado até 15 de janeiro de 2018. O fundo investe nos edifícios Metropolitan e Platinum Offices, localizados no Itaim Bibi, em São Paulo-SP.

FFIC11 firma nova locação e receberá indenização por desocupação irregular

A Rio Bravo Investimentos DTVM, administrador do FII Rio Bravo Renda Corporativa (FFIC11), publicou Fato Relevante para comunicar que celebrou contrato de locação dos conjuntos 151 e 152, localizados no 15º andar do Edifício Parque Cultural Paulista. Segundo o documento, os conjuntos representam o equivalente a 4,0% da ABL do fundo. O contrato de locação foi firmado com a Abcz Importação e Comercio LTDA (ASUS), pelo prazo de cinco anos contados a partir de 1º de dezembro de 2017. Em razão da celebração do contrato, a taxa de vacância dos imóveis que compõem o patrimônio do fundo reduziu-se de 10,1% para 6,0%, segundo o administrador. A Rio Bravo acrescenta que a antiga locatária do imóvel acertou as condições comerciais para pagamento de uma indenização ao FII pelo fato de a devolução do imóvel não ter ocorrido conforme as condições do laudo de vistoria inicial.

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