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Divulgação preliminar dos Rankings Uqbar 2011 de Securitizadoras Imobiliárias

O ano de 2011 registrou o novo recorde anual de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Foram R$ 13,58 bilhões emitidos, um crescimento de 59,8% em relação a 2010, quando foram registrados R$ 8,50 bilhões de CRI emitidos.

No ranking de Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de CRI a liderança foi decidida por poucos milhões de reais. Com R$ 3,12 bilhões (23,1%) emitidos em 2011, a Gaia ocupou pela primeira vez na história a primeira posição deste ranking anual. Na segunda posição ficou a Cibrasec, com R$ 3,08 bilhões (22,9%). Brazilian Securities, RB Capital e PDG completam a lista das cinco primeiras com os seguintes montantes emitidos: R$ 2,62 bilhões (19,4%), R$ 2,42 bilhões (18,0%) e R$ 1,33 bilhão (9,9%) respectivamente. Juntas essas cinco securitizadoras representaram 93,3% das emissões totais de CRI em 2011. Os outros 6,7% foram emitidos por onze Securitizadoras Imobiliárias.

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2012 começa com avanço em valorização de preço de cotas de FII

O mês de janeiro de 2012 deu um tom inicial de movimento de alta nos preços de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário na BMF&BOVESPA.A média linear de valorização de preço de cota, entre os FII negociados no mercado secundário em janeiro, fechou o mês em 1,2%. Como de praxe, para evitar distorções causadas por baixa liquidez, os preços de cotas considerados são preços médios ponderados por montante negociado no respectivo mês.

O cálculo da média linear no mês de janeiro considerou 54 fundos dentre os 55 que tiveram suas cotas negociadas em janeiro, excluindo o FII REP 1 CCS (RCCS11), que apresentou um volume irrisório de negócios, de apenas R$ 2.678,75, sendo que sua cota, baseado nestes negócios, teve uma valorização mensal de 58,2%. Caso o fundo fosse incluído no cálculo, a média linear de valorização de janeiro seria fortemente impactada para cima, alcançando 2,3%.

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PL consolidado dos FIDC aumenta de forma expressiva ao longo do ano de 2011

O valor agregado de Patrimônio Líquido (PL) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), que estava em R$ 58,72 bilhões em novembro, encerrou o mês de dezembro em R$ 61,28 bilhões, o que constitui um crescimento de 4,4%, sendo que estes recursos passaram a ser detidos por 351 fundos versus 343 em novembro. No final do mês de dezembro de 2010, o valor total do PL era de R$ 43,59 bilhões. Assim, o PL consolidado do mercado de FIDC cresceu 40,6% nos últimos doze meses, o que representaria por si só uma alta taxa de expansão anual para o setor. Em 2010, este mesmo indicador cresceu 28,7%.

O valor agregado de Direitos Creditórios (DC), que estava em R$ 50,76 bilhões em novembro, encerrou o mês de dezembro em R$ 50,53 bilhões, o que constitui uma redução de 0,5%. O valor total de DC aumentou 40,7% em relação à dezembro do ano anterior.

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Novo recorde de emissões de CRI em um ano

O ano de 2011 se encerrou com o novo recorde de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI): R$ 13,58 bilhões, sendo R$ 8,60 bilhões (63,3%) referentes à operações lastreadas em créditos corporativos e R$ 4,98 bilhões (36,7%) referentes à créditos residenciais. Este montante representa um crescimento de 59,8% em relação ao ano de 2010, quando foram emitidos R$ 8,50 bilhões.AnoR$ (bilhões)201113,5820108,5020093,8320084,7420071,37

Quando as emissões de 2011 são divididas por ativo-lastro, Crédito Imobiliário foi a principal categoria, com 66,0% das emissões de CRI realizadas ao longo do ano, ou seja, R$ 8,96 bilhões. A parcela restante de 34,0% (R$ 4,62 bilhões) se refere aos CRI lastreados em Aluguel. Em 2010 a distribuição de montante emitido por ativo-lastro foi de 47,8% (R$ 4,06 bilhões) para Crédito Imobiliário e de 52,2% (R$ 4,44 bilhões) para Aluguel.

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 23/01/2012 e 27/01/2012

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 23/01/2012 e 27/01/2012

AG de cotistas do FII BB Progressivo (CNPJ nº 07.000.400/0001-46) realizada em 19/01/2012

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 23/01/2012 e 27/01/2012

AG de cotistas do FIDC Brazil Plus - Multisegmentos (CNPJ:08.678.936/0001-88) realizada em 23/12/2011

Ordem do dia - (a) exclusão da previsão de taxa de saída e aumento da meta de rentabilidade prioritária para as cotas subordinadas mezanino; (b) a exclusão da possibilidade de o fundo adquirir cédulas de crédito bancário (“CCB”) e títulos de crédito de existência futura (“direitos creditórios a performar”); (c) a redução da razão mínima de garantia das cotas subordinadas mezanino; (d) a eleição de novo membro do comitê de investimento do fundo;

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 16/01/2012 e 20/01/2012

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 16/01/2012 e 20/01/2012

AG de cotistas do FII Porto da Ponta (CNPJ: 14.155.461/0001-48) realizada em 13/12/2011

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 16/01/2012 e 20/01/2012

AG de cotistas do FIDC Multissetorial Vale NP (CNPJ: 11.278.761/0001-26) realizada em 12/12/2011

Ordem do dia - Deliberar sobre a (i) alteração da denominação e classificação do fundo, (ii) substituição do custodiante do fundo, (iii) aprovar as emissões das 3ª e 4ª séries de classe sênior e 1ª emissão de classe mezanino e (iv) reformar o regulamento.

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Capitalização de mercado de FII fecha 2011 acima de R$ 12 bilhões

O valor consolidado de capitalização de mercado do conjunto de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis na BM&FBOVESPA aumentou R$ 5,14 bilhões no último ano saltando de R$ 7,41 bilhões, em dezembro de 2010, para R$ 12,55 bilhões, em dezembro de 2011, e ultrapassando assim, pela primeira vez, a marca de R$ 12,0 bilhões. Durante 2011, dezoito novos fundos passaram negociar suas cotas no mercado secundário da BM&FBOVESPA. Eles se juntaram aos 42 FII que já tinham suas cotas sendo negociadas no final de 2010, totalizando 60 fundos sendo negociados dentre os 66 fundos registrados e autorizados a negociar na bolsa. O cálculo da capitalização de mercado considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA, porém, os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses são excluídos do valor consolidado.

O aumento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de cotas de novos fundos e de cotas de fundos antigos e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. Do aumento de R$ 5,14 bilhões de 2010 para 2011, R$ 3,21 bilhões são referentes às emissões de cotas de novos fundos e às suas respectivas valorizações de preço durante o ano de 2011, R$ 1,23 bilhão se refere à novas cotas emitidas pelos 42 fundos que já negociavam em 2010 e R$ 700 milhões representam a valorização dessas cotas.

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FIDC com lastro imobiliário podem começar a crescer

Durante o 2º Congresso Uqbar de Finanças Estruturadas, realizado em setembro do ano passado, alguns participantes manifestaram o desejo de ver o veículo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) cumprindo um papel mais relevante como fonte de recursos alternativa para financiamento de empreendimentos imobiliários. O número de FIDC vinculados a este setor vem crescendo, porém, os números ainda são modestos quando comparados, por exemplo, aos do setor de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

No final de 2011, nove FIDC com lastro em recebíveis imobiliários (FIDC Imobiliário) estavam em operações, com Patrimônio Liquido (PL) consolidado de R$ 616,3 milhões. Já final de 2010 seis FIDC com esse mesmo lastro estavam em operação, com PL consolidado de R$ 430,4 milhões, de tal forma que houve um crescimento no último ano de 43,2% em termos de PL e de 50,0% no número de fundos ativos.

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