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FII Rio Bravo Renda Corporativa puxa liquidez de secundário para cima

Em março de 2010, o mercado secundário de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) voltou a apresentar um nível de liquidez condizente com uma trajetória de crescimento, que havia sido interrompida em novembro passado. Muito em função do crescente volume de ofertas primárias no final do ano passado, o mercado secundário vinha recentemente operando em níveis de liquidez bem abaixo do que foi visto no terceiro trimestre de 2009. Mas neste último mês houve um salto de volume, com direito a recorde histórico pelo critério de número de negócios.

A estrela do mês foi a cota do FII Rio Bravo Renda Corporativa. Só para este fundo foram R$ 4,9 milhões negociados em cima de 914 negócios. O Rio Bravo Renda Corporativa prepara uma nova emissão, cujo registro ainda não foi concedido pela CVM e que deve triplicar o valor de mercado do fundo se esta for inteiramente subscrita. O preço da cota ofertado deve ser de R$ 1,37 para novos cotistas e de R$ 1,25 para os atuais cotistas. No começo de março, quando o preço da cota no secundário estava sendo negociado por volta de R$ 1,37, houve dois dias em que o volume negociado e o número de negócios subiram substancialmente. Foram R$ 3,6 milhões negociados, sendo que o preço médio em um dos dias, quando R$ 2,2 milhões trocaram de mãos, foi de R$ 1,46. A partir daí o preço da cota caiu um pouco, fechando ontem a R$ 1,34.

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Classificação de desempenho por categoria de ativo-lastro de FIDC

Não houve alternâncias significativas na classificação de desempenho dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro durante o mês de fevereiro de 2010. As variações, positivas e negativas, do nível de PDD Normalizado (PDDn) em todas as categorias ficaram abaixo de um, em valor absoluto, significando que o nível de PDD consolidado por categoria não se alterou em mais de 1,0% do montante consolidado de direitos creditórios por categoria.

A classe de Recebíveis do Agronegócio manteve-se na posição de terceiro maior PDDn, tendo ainda as classes de Títulos Mobiliários e de Crédito a Pessoa Jurídica com PDDn mais alto (pior desempenho). Esta posição, ou melhora relativa, foi conquistada nos últimos meses a partir da adição de dois novos fundos nesta classe, o Minerva FIDC Crédito Mercantil e o FIDC Mercantis Monsanto. Estes fundos, em seus primeiros meses de existência, contribuíram para diluir o nível de PDD para a classe de Recebíveis do Agronegócio como um todo, que é negativamente afetado pelo alto nível de PDD associado ao Union Agro+ FIDC, um dos outros dois fundos restantes pertencentes a esta classe.

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Cotas de FII, com liquidez crescente, continuam tendência de alta em março

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) registrou no mês de março ganhos e aumento do montante negociado. Dos 23 FII que foram negociados em fevereiro e março, 13 apresentaram variação positiva de preço de cota entre um mês e o outro. A média linear de variação mensal de preço de cotas, para todos os fundos, sem considerar ponderações por valor de mercado, foi de 0,73% no período.

A tendência de crescimento de preço de cota no setor se iniciou a partir de janeiro. Depois do pico, em outubro passado, o mercado sofreu um ajuste baixista no último bimestre de 2009. Mas, a partir do começo do ano, a grande maioria dos FII negociados na BM&FBOVESPA passou a mostrar valorização de preços de suas cotas. Até o final de março, a média de variação acumulada de preço de cotas no ano foi de 3,99%.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de fevereiro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Mercado secundário de FIDC fecha primeiro trimestre com volume em baixa

O montante negociado e o número de negócios do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) voltaram a cair no mês de março depois de terem ensaiado uma recuperação no mês anterior. Como janeiro tinha apresentado uma liquidez marcadamente fraca, o trimestre como um todo ficou abaixo do mesmo período em 2009 e distante dos níveis dos últimos dois trimestres do ano passado.

Em março, o montante em negociações registradas na CETIP foi de R$ 58,3 milhões, enquanto a BM&FBOVESPA registrou apenas R$ 708.021. Em termos de número de negócios, foram 35 na CETIP, contra apenas 1 na BM&FBOVESPA.

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Nível de PDD dá sinais de estabilização

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) manteve-se constante no mês de fevereiro de 2010. Já o consolidado de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) e o consolidado de Patrimônio Líquido (PL) moveram-se em direções opostas com pequenas variações. Os atrasos subiram 2,22% e o PL caiu 1,17%.

No final de fevereiro de 2010 o montante consolidado de PDD fechou em R$ 1,77 bilhão, contra R$ 2,30 bilhões para Atrasos e R$ 33,67 bilhões de PL, excluindo o FIDC NP Sistema Petrobras. Para se ter uma perspectiva da evolução histórica, no final de 2008 estes indicadores eram de R$ 582,2 milhões para PDD, R$ 1,53 bilhão para Atrasos e R$ 35,50 bilhões para PL. Ou seja, apesar da pequena queda relativa de PDD em comparação a Atrasos no último mês, nos últimos quatorze meses o indicador consolidado de PDD cresceu de 38,05% para 76,96% do consolidado de Atrasos e de 1,64% para 5,26% do consolidado de PL.

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Instituições Financeiras consolidam posição de liderança como cedentes de FIDC

O mercado de securitização vem consolidando tendências no que diz respeito ao nível de participação dos seus diferentes cedentes. Este tipo de análise é fundamental para compreensão do destino final dos recursos captados através das estruturas de securitização, ou seja, quem está se financiando por intermédio desta tecnologia. Esta avaliação e inúmeras outras relacionadas ao mercado de finanças estruturadas brasileiro podem ser realizadas de forma efetiva, a partir da leitura do Anuário de Finanças Estruturada - 2010, que a Uqbar lança semana que vem. Trata-se da mais completa cobertura do setor oferecida por uma publicação.

O principal veículo de securitização no mercado brasileiro até hoje, em termos de valor patrimonial consolidado, é o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Em 2009, as instituições financeiras (incluindo empresas de factoring) brasileiras foram os principais cedentes do mercado de FIDC, tendo superado todos os demais setores de atividade econômica juntos. Medido pelo montante total emitido pelos fundos, as instituições financeiras representaram 58,4% do mercado. O segundo setor mais importante foi o da Indústria de Transformação, com 12,4%. Fundos que especificaram mais de um setor representaram 19,4% do total emitido.

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FIDC Porto Forte Multissetorial diminui rentabilidade-alvo

Em assembleia realizada em 21 de janeiro de 2010, o FIDC Porto Forte Multissetorial decidiu reduzir a rentabilidade-alvo de suas cotas sênior, que era de 187% para 150% da Taxa DI.

Um dos cotistas do fundo sugeriu que o administrador mantivesse a remuneração da série, mas não aceitasse novas subscrições. A proposta, no entanto, não foi aceita, alegando-se que seria melhor ter apenas uma série única de cotas seniores.

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Retorno estimado dos rendimentos de FII sobe para 9,03% p.a.

O retorno estimado médio linear dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA ficou em 9,03% p.a. no mês de fevereiro de 2010, 20 pontos base acima da taxa de retorno estimada para o setor computada no mês anterior. Um fundo fechou fevereiro com retorno estimado acima de 10,0%, sete fundos acima de 9,0%, outros sete fundos acima de 8,0%, dois acima de 7,0% e mais dois acima de 6,0%.

A elevação do nível geral do retorno estimado se deu apesar de uma valorização, no mês de fevereiro, de 0,4% no preço negociado das cotas dos FII no mercado secundário (ver Curta de 05/03/10, Cotas de FII continuam tendência de alta em fevereiro). O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais nos últimos doze meses e o preço da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, se o preço da cota sobe, o retorno estimado decresce.

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FII ABC Plaza Shopping lidera ranking de rentabilidade efetiva em fevereiro

O conjunto de dezessete Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até fevereiro de 2010, apresentou uma rentabilidade efetiva média de 37,39% no período. Todos eles tiveram uma rentabilidade acima de 11,0% e sete deles tiveram uma rentabilidade acima de 40,0% no período.

O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota, ou seja, este ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.

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