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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 23/01/2012 e 27/01/2012

AG de cotistas do FIDC Brazil Plus - Multisegmentos (CNPJ:08.678.936/0001-88) realizada em 23/12/2011

Ordem do dia - (a) exclusão da previsão de taxa de saída e aumento da meta de rentabilidade prioritária para as cotas subordinadas mezanino; (b) a exclusão da possibilidade de o fundo adquirir cédulas de crédito bancário (“CCB”) e títulos de crédito de existência futura (“direitos creditórios a performar”); (c) a redução da razão mínima de garantia das cotas subordinadas mezanino; (d) a eleição de novo membro do comitê de investimento do fundo;

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 16/01/2012 e 20/01/2012

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 16/01/2012 e 20/01/2012

AG de cotistas do FII Porto da Ponta (CNPJ: 14.155.461/0001-48) realizada em 13/12/2011

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 16/01/2012 e 20/01/2012

AG de cotistas do FIDC Multissetorial Vale NP (CNPJ: 11.278.761/0001-26) realizada em 12/12/2011

Ordem do dia - Deliberar sobre a (i) alteração da denominação e classificação do fundo, (ii) substituição do custodiante do fundo, (iii) aprovar as emissões das 3ª e 4ª séries de classe sênior e 1ª emissão de classe mezanino e (iv) reformar o regulamento.

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Capitalização de mercado de FII fecha 2011 acima de R$ 12 bilhões

O valor consolidado de capitalização de mercado do conjunto de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis na BM&FBOVESPA aumentou R$ 5,14 bilhões no último ano saltando de R$ 7,41 bilhões, em dezembro de 2010, para R$ 12,55 bilhões, em dezembro de 2011, e ultrapassando assim, pela primeira vez, a marca de R$ 12,0 bilhões. Durante 2011, dezoito novos fundos passaram negociar suas cotas no mercado secundário da BM&FBOVESPA. Eles se juntaram aos 42 FII que já tinham suas cotas sendo negociadas no final de 2010, totalizando 60 fundos sendo negociados dentre os 66 fundos registrados e autorizados a negociar na bolsa. O cálculo da capitalização de mercado considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA, porém, os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses são excluídos do valor consolidado.

O aumento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de cotas de novos fundos e de cotas de fundos antigos e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. Do aumento de R$ 5,14 bilhões de 2010 para 2011, R$ 3,21 bilhões são referentes às emissões de cotas de novos fundos e às suas respectivas valorizações de preço durante o ano de 2011, R$ 1,23 bilhão se refere à novas cotas emitidas pelos 42 fundos que já negociavam em 2010 e R$ 700 milhões representam a valorização dessas cotas.

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FIDC com lastro imobiliário podem começar a crescer

Durante o 2º Congresso Uqbar de Finanças Estruturadas, realizado em setembro do ano passado, alguns participantes manifestaram o desejo de ver o veículo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) cumprindo um papel mais relevante como fonte de recursos alternativa para financiamento de empreendimentos imobiliários. O número de FIDC vinculados a este setor vem crescendo, porém, os números ainda são modestos quando comparados, por exemplo, aos do setor de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

No final de 2011, nove FIDC com lastro em recebíveis imobiliários (FIDC Imobiliário) estavam em operações, com Patrimônio Liquido (PL) consolidado de R$ 616,3 milhões. Já final de 2010 seis FIDC com esse mesmo lastro estavam em operação, com PL consolidado de R$ 430,4 milhões, de tal forma que houve um crescimento no último ano de 43,2% em termos de PL e de 50,0% no número de fundos ativos.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 09/01/2012 e 13/01/2012

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 09/01/2012 e 13/01/2012

AG de cotistas do FIILoginvest(CNPJ:02.508.235/0001-14) realizada em 23/12/2011

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 09/01/2012 e 13/01/2012

AG de cotistas do FIDCValecred Multisetorial LP(CNPJ:08.654.210/0001-05) realizada em 25/11/2011

Ordem do dia - Não especificada.

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Processo de revisão de aluguel afeta ambos FII de Hospitais

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) Hospital Nossa Senhora de Lourdes (NSLU11B) e Hospital da Criança (HCRI11B), os dois únicos fundos que são negociados na BM&FBOVESPA e que têm instituições hospitalares como locatários, respectivamente o Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes e o Instituto de Especialidades Pediátricas de São Paulo S.A. - Hospital da Criança, iniciaram o ano de 2012 envolvidos em processos judiciais relativos a uma revisão de valor de aluguel por parte de seus locatários.

De acordo com os fatos relevante divulgados ontem, dia 12, o administrador dos fundos, a Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária, informou que ambos os locatários ingressaram com Ação Revisional de Aluguel de Imóvel não Residencial.

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BB Progressivo encerra 2011 como FII mais rentável no ano

Com uma rentabilidade efetiva no último ano de 57,5%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) BB Progressivo (BBFI11B) terminou 2011 como o líder isolado do ranking por este critério de rentabilidade entre os FII negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA. A rentabilidade efetiva é o indicador de rentabilidade mais completo, pois é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera tanto os rendimentos distribuídos ao longo de 2011 e as eventuais amortizações que tenham ocorrido neste período, como os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas no mercado secundário nos meses de dezembro de 2010 e de 2011.

O BBFI11B sofreu uma desvalorização de preço de 3,5% no último mês do ano. Mesmo assim, esta cota fechou 2011 com uma valorização anual de preço de 44,2%. O valor da cota do fundo e do nível dos seus rendimentos subiram acentuadamente a partir de julho deste ano, como consequência do resultado de um longo processo de negociação do reajuste de aluguéis entre o administrador do fundo, a Caixa Econômica Federal, e o locatário, o Banco do Brasil. O acordo do reajuste englobou um pagamento adicional, em dez parcelas, referente à diferença retroativa entre o aluguel reajustado e o aluguel antigo durante o período da negociação. Desta forma, o impacto imediato foi de que as distribuições do fundo mais que duplicaram.

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Retorno estimado de rendimentos de FII fecha dezembro com leve alta

O retorno estimado médio linear dos rendimentos das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) (dividend yield de doze meses), cujas cotas são negociadas na BM&FBOVESPA, encerrou o ano de 2011 com leve alta em relação a novembro de 2011. Este indicador, que é calculado levando-se em conta as distribuições mensais nos últimos doze meses e o preço médio das cotas dos fundos no último mês, fechou dezembro em 9,2%, um patamar um pouco acima dos 9,0% referentes ao mês de novembro.

Dentre os 41 fundos cujas cotas foram negociadas no último mês, o fundo que apresentou o maior nível de dividend yield de doze meses foi o FII Excellence (FEXC11B).O fundo, que distribuiu ao longo de 2011 o total de R$ 16,63 por cota e encerrou o mês de dezembro com preço médio de suas cotas em R$ 111,16, alcançou assim a marca de 15,0%. Na segunda colocação, com R$ 20,04 distribuídos no ano de 2011, está o FII Hospital Nossa Senhora de Lurdes (NSLU11B), que mesmo com problemas de atraso de pagamento de seu único inquilino encerrou o ano de 2011 com um dividend yield de doze meses de 14,7%. Logo depois, com 11,9%, vem o FII CSHG Recebíveis Imobiliários BC (CSBC11) na terceira colocação.

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