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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 13/06/2011 e 17/06/2011

AGE de cotistas do FIDCClássico(CNPJ:10.922.541/0001-20) realizada em 28/04/2011

Ordem do dia - Analisar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social prévio, alterar determinados artigos do regulamento (nominalmente, os artigos 26, 36 e 44), e autorizar a administradora a celebrar os instrumentos legais e contratuais que se mostrem necessários em virtude da aprovação da proposta de alteração apresentada.

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FII Hotel Maxinvest tem a maior rentabilidade efetiva do setor nos últimos 12 meses

No último ano corrido, até maio de 2011, a cota do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Hotel Maxinvest apresentou rentabilidade efetiva de 62,4%, liderando o setor no período. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos durante os últimos 12 meses e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de maio de 2010 e de maio deste ano.

O fundo, que já alcançava a liderança deste tipo de ranking no mês de abril, com uma rentabilidade anual efetiva de 56,5%, obteve uma rentabilidade efetiva de sua cota de 3,2% no último mês. Isto se compara com uma queda de 0,6% na rentabilidade efetiva média de todas as cotas de FII negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA também em maio. Tal movimento pra baixo do mercado no último mês fez com que a rentabilidade efetiva acumulada de doze meses do setor caísse quando comparada com o resultado no final de abril. A valorização média acumulada fechou o mês de maio em 24,9%, contra 26,4% no final do mês anterior.

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Cibrasec lidera ranking anual de emissões de CRI

O ranking de montante emitido de CRI, de janeiro a maio de 2011, conta com a volta da Cibrasec à primeira colocação, posição não ocupada pela companhia desde o ranking anual de 2008. Durante os cinco primeiros meses do ano, a Cibrasec emitiu R$ 1,71 bilhão de CRI, aproximadamente 33,0% do total emitido em 2011. Na sequência do ranking encontram-se a Brazilian Securities e a RB Capital, com 28,5% e 20,4%, respectivamente. As outras duas securitizadoras que vem se destacando no mercado, PDG e Gaia ocupam as quarta e quinta colocações, nesta ordem.

Os cinco primeiros meses de 2011 apresentam mudanças nas participações de mercado das principais securitizadoras do país, comparativamente ao ano anterior. Em 2010, o ranking foi composto, nesta ordem, pela Brazilian Securities, RB Capital, Gaia, Cibrasec e PDG. As principais mudanças foram a Gaia caindo da terceira para a quinta posição e a Cibrasec subindo da quarta para a primeira.

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ERRATA - FII Excellence tem maior nível de distribuição do setor nos últimos 12 meses

No artigo publicado anteontem, 14/06/11, com o título acima, em seu último parágrafo, foram considerados como os de pior desempenho, em termos de dividend yield de 12 meses, três Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas passaram a ser negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA a menos de doze meses. Foram eles o FII CSHG Logística, o FII RB Capital Renda II e o FII Brazilian Capital Real Estate. Porém, como os rendimentos contabilizados para estes três fundos, para efeito de cálculo do dividend yield de 12 meses, se referem a um número menor que doze meses, a comparação com o dividend yield de 12 meses dos outros fundos do mercado não é apropriada. Desta forma, houve um erro ao classificá-los como os de pior desempenho. Abaixo, a Uqbar republica este parágrafo corrigindo os nomes e respectivos dividend yield de 12 meses dos três fundos de pior desempenho, por este critério, no mês de maio.

Os piores desempenhos dentre os fundos que tiveram distribuição nos últimos doze meses e negociaram no mercado secundário no mês de maio ficaram, nesta ordem, por conta do FII Edifício Almirante Barroso, FII BB Progressivo e FII Shopping Pátio Higienópolis, com dividend yield no período de 6,2%, 5,9% e 5,6% respectivamente.

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Mais um FIDC de Fornecedores com problemas para adquirir direitos creditórios

De acordo com o artigo 40 da Instrução CVM 356, que foi alterado pela Instrução CVM 393, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC ) têm 90 dias para alocar 50,0% do Patrimônio Líquido (PL) em Direitos Creditórios (DC). Muitas vezes, por dificuldades de aquisição de DC de acordo com os critérios estabelecidos no regulamento dos fundos, os administradores acabam pedindo para que este prazo seja prolongado.

Em face deste problema, o FIDC BI Invest Fornecedores Petrobras chegou a definir, em Assembleia Geral (AG de 29/03/2010), um cronograma para buscar contornar o problema do não enquadramento de DC. Contudo, menos de dois meses depois, os cotistas do fundo, após verificarem que o cronograma não estava sendo alcançado, deliberaram a favor da liquidação do fundo. Um caso com outro desfecho foi o do FIDC Crédito Corporativo Brasil, que não é um fundo de fornecedores. Este FIDC, um dos maiores do mercado e cujos DC são compostos de créditos corporativos de médio e longo prazo, solicitou a extensão do prazo junto à CVM e, de posse da autorização, está conseguindo reverter sua situação. Agora, um outro FIDC de fornecedores, de porte menor, pediu prorrogação desse prazo para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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FII Excellence tem maior nível de distribuição do setor nos últimos 12 meses

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence apresentou o maior nível de dividend yield de doze meses (soma dos rendimentos distribuídos ao longo dos últimos doze meses dividido pelo preço médio da cota no último mês) dentre os 32 fundos cujas cotas foram negociadas no último mês. O fundo, que vem mantendo a liderança deste tipo de ranking desde o começo de 2011, distribuiu rendimentos em maio que produziram um retorno mensal estimado de 1,1%. Isto se compara com um retorno mensal médio de 0,7% entre todos os FII cujas cotas foram negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA no mesmo mês.

Em maio, o FII Excellence apresentou um dividend yield de doze meses de 13,9%, que se compara aos 13,7% alcançados pelo fundo no mês anterior. O FII CSHG Recebíveis Imobiliários, com 12,9 %, se manteve na vice liderança, a qual o fundo já detinha em abril, quando alcançou um dividend yield de 11,5%. Em seguida veio o FII RB Capital Renda, com 9,73%, um pouco acima dos 9,68% apresentados em abril, quando o fundo também já era o terceiro colocado.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 06/06/2011 e 10/06/2011

AGE de cotistas do FII Rubi (CNPJ: 11.196.130/0001-68) realizada em 31/05/2011

Ordem do dia - Deliberar sobre alterações no regulamento, com o intuito de modificar questões acerca da emissão de cotas e da remuneração da administradora (Brazilian Mortgages), com a posterior consolidação do novo documento.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 06/06/2011 e 10/06/2011

AGE de cotistas do FIDC Daycoval Veículos(CNPJ: 09.583.906/0001-50) realizada em 04/04/2011

Ordem do dia - Realizar a aprovação das contas relativas ao exercício social findo em 31/12/2010, alterar o regulamento de forma a facultar o emprego de derivativos para realizar hedge das operações com Direitos Creditórios (DC) - deixando o uso dos mesmos ou não a critério do gestor - e, caso esta alteração seja autorizada, aumentar o índice de subordinação do fundo. Além disso, deveriam ser discutidas a contratação do Daycoval Asset Management Administração de Recursos Ltda. (Daycoval) como responsável pela gestão da carteira do fundo, com subsequente aumento da taxa de administração, e a alteração do regulamento, de forma a possibilitar a distribuição de novas cotas sênior, bem como considerar o rebaixamento da classificação de risco inicial das cotas sênior em mais de dois sub-níveis como um Evento de Avaliação. Por fim, excluir a Taxa de Desconto Mínima (utilizada na aquisição de DC), incluindo a necessidade de atendimento da Taxa Média Ponderada de desconto de todos os DC integrantes da carteira e daqueles que venham a ser objeto da cessão.

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FII Hotel Maxinvest tem a maior valorização de cota do setor nos últimos 12 meses

No último ano corrido, até maio de 2011, a cota do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Hotel Maxinvest apresentou variação positiva de preço de 47,2%, liderando o setor no período. O fundo, que alcançou a liderança deste tipo de ranking no mês de abril, teve uma valorização do preço de sua cota de 1,1% no mês de maio. Isto se compara com uma queda de 1,5% na cotação média de todas as cotas de FII negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA no mesmo mês. O mercado de cotas de FII teve um desempenho positivamente correlacionado com o mercado de ações em maio, tendo o índice Bovespa depreciado 2,3% no período.

Esta desvalorização no mês de maio do preço médio de cotas de FII trouxe para baixo a valorização média acumulada de doze meses do setor quando comparada com o resultado no final de abril. A valorização média acumulada fechou o mês de maio em 14,6%, contra 16,4% no final do mês de abril. Esta valorização anual tinha fechado ambos os meses últimos, de março e fevereiro, em 13,2% e o mês de janeiro em 13,9%.

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CRI apresenta crescimento de 163,3% no volume de emissões

De janeiro a maio deste ano o montante consolidado emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atingiu a marca de R$ 5,14 bilhões. Isso significa uma taxa de crescimento de 163,3% em comparação ao mesmo período de 2010, que registrou R$ 1,95 bilhão em emissões.

Vale lembrar que o recorde de emissões registrado ao longo de todo 2010 (R$ 8,53 bilhões) foi atingido depois de um forte desempenho de emissões nos últimos meses daquele ano. Caso o mesmo perfil de crescimento ao longo do ano viesse a se repetir durante 2011, ou seja, 22,9% emitido até maio e 77,1% emitido de junho a dezembro, o mercado de CRI atingiria a expressiva cifra de R$ 22,45 bilhões emitidos no ano.

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