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FII Hotel Maxinvest tem a maior valorização de cota do setor nos últimos 12 meses

No último ano corrido, até maio de 2011, a cota do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Hotel Maxinvest apresentou variação positiva de preço de 47,2%, liderando o setor no período. O fundo, que alcançou a liderança deste tipo de ranking no mês de abril, teve uma valorização do preço de sua cota de 1,1% no mês de maio. Isto se compara com uma queda de 1,5% na cotação média de todas as cotas de FII negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA no mesmo mês. O mercado de cotas de FII teve um desempenho positivamente correlacionado com o mercado de ações em maio, tendo o índice Bovespa depreciado 2,3% no período.

Esta desvalorização no mês de maio do preço médio de cotas de FII trouxe para baixo a valorização média acumulada de doze meses do setor quando comparada com o resultado no final de abril. A valorização média acumulada fechou o mês de maio em 14,6%, contra 16,4% no final do mês de abril. Esta valorização anual tinha fechado ambos os meses últimos, de março e fevereiro, em 13,2% e o mês de janeiro em 13,9%.

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CRI apresenta crescimento de 163,3% no volume de emissões

De janeiro a maio deste ano o montante consolidado emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atingiu a marca de R$ 5,14 bilhões. Isso significa uma taxa de crescimento de 163,3% em comparação ao mesmo período de 2010, que registrou R$ 1,95 bilhão em emissões.

Vale lembrar que o recorde de emissões registrado ao longo de todo 2010 (R$ 8,53 bilhões) foi atingido depois de um forte desempenho de emissões nos últimos meses daquele ano. Caso o mesmo perfil de crescimento ao longo do ano viesse a se repetir durante 2011, ou seja, 22,9% emitido até maio e 77,1% emitido de junho a dezembro, o mercado de CRI atingiria a expressiva cifra de R$ 22,45 bilhões emitidos no ano.

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RB Capital Agre é o FII mais rentável nos primeiros cinco meses de 2011

Com uma rentabilidade efetiva nos primeiros cinco meses de 2011 de 33,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) RB Capital Agre lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas no mercado secundário nos meses de dezembro de 2010 e de maio deste ano.

Após terminar o primeiro trimestre de 2011 como vice-líder do setor, o FII RB Capital Agre assumiu a liderança em abril e se manteve nesta posição no último mês. Atrás do líder, na segunda e terceira posições no acumulado do ano, vem os FII Excellence e Kinea Renda Imobiliária, com rentabilidades efetivas de 26,1% e 23,5% respectivamente.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas na CVM entre 30/05/2011 e 03/06/2011

AGE de Cotistas do FII Kinea Renda Imobiliária (CNPJ: 12.005.596/0001-65) realizada em 27/05/2011

Ordem do Dia - Deliberar sobre (i) a 2ª emissão pública de cotas do fundo, a serem negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA, distribuídas pelo Itaú-Unibanco S.A e pela Itaú Corretora de Valores S.A. sob regime de melhores esforços, e (ii) sobre a autorização para que a administradora tome as medidas necessárias para que o fato acima descrito seja efetuado de acordo com a legislação vigente.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas na CVM entre 30/05/2011 e 03/06/2011

AGE de Cotistas do FIDC AGN ENERGIA, PETRÓLEO E GÁS (CNPJ: 10.612.427/0001-02) realizada em 15/10/2010

Ordem do Dia - Não especificada.

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Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

O único Fundo de Investimento Imobiliário (FII) atual dedicado a investimentos em cotas de outros FII, o FII BC Fundo de Fundos de Investimentos Imobiliários (BC Fundo de FII), se tornou o fundo de cota mais líquida no mercado secundário na BM&FBOVESPA a partir de abril de 2011. Mesmo com um valor de mercado e patrimonial ainda não superior a R$ 160,0 milhões, patamar este inferior ao valor de dezessete outros fundos e correspondente a menos do que 2% do valor consolidado do setor, o BC Fundo de FII tem representado, nos últimos dois meses, perto de 20,0% da liquidez total do mercado secundário de cotas de FII, tanto em termos de montante negociado como no critério de número de negócios.

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Maio tem valorização negativa para preços de cota de FII

O mês de maio de 2011 deu um tom de queda nos preços de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário na BMF&Bovespa. Mesmo com o aumento da liquidez abordada no último artigo do Orbis, Liquidez de secundário de FII continua crescendo e estabelecendo recordes, o valor médio das cotas sofreu queda em maio, diminuindo a valorização acumulada no ano até agora.

A média linear de valorização de preço de cota no ano de 2011 até maio, entre todos os FII negociados no mercado secundário, fechou o mês em 3,1%. Este nível está abaixo daqueles registrados no final dos meses de abril e março, de 4,5% e 3,2% respectivamente.

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Liquidez de secundário de FII continua crescendo e estabelecendo recordes

A liquidez do secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continua em movimento crescente, expandindo a fronteira deste mercado. Os valores agregados do número de negócios e/ou do montante negociado na BM&FBOVESPA tem estabelecido novos recordes históricos quase todos os meses. Além disto, como o número de FII que tem apresentado liquidez mais alta está em plena ascensão, pode-se afirmar que há um processo de generalização do crescimento de liquidez que permeia o setor de forma abrangente.

O mês de maio de 2011 corroborou esta tendência. Neste período, foram negociados R$ 68,5 milhões em cotas de FII na BM&FBOVESPA, correspondentes a 6.654 negócios. Este montante mensal negociado é o quarto maior registrado na história do setor, mas o número de negócios mensal representa um novo recorde histórico, superando o anterior de 5.275, referente ao mês de abril.

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Em 2011, PL consolidado de FIDC cresce mais rápido do que Atrasos e PDD

Nos primeiros quatro meses deste ano o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou crescimento de seu nível consolidado de Patrimônio Líquido (PL) de 12,2%, muito acima das taxas de aumento registradas no mesmo período para os valores totais de Atrasos e Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), de 2,0% e 2,5% respectivamente.

O setor de FIDC fechou abril com valor total de PL igual a R$ 48,82 bilhões e composto por 313 fundos. Isto se compara com R$ 43,51 bilhões e 293 fundos no final de dezembro de 2010. Estes números, como de praxe, excluem o FIDC NP Sistema Petrobras.

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FIDC de fluxo futuro fica sem o fluxo no presente

Uma operação estruturada através de um Fundo de Investimento em Direito Creditório (FIDC), para o financiamento de duas usinas de álcool, rapidamente se deteriorou resultando em perda total do valor patrimonial das cotas subordinada e sênior do fundo. O lastro da estrutura era composto por direitos creditórios decorrentes da vendas futuras de álcool à BR Distribuidora. O produto, no entanto, nunca foi entregue à estatal.

Trata-se de uma operação que demorou para ser estruturada e que, quando finalmente iniciou seu processo de captação, aparentemente se perdeu na gestão do seu fluxo de caixa. O FIDC Comanche Clean Energy Mercantis (FIDC Comanche) foi registrado na CVM em 15/01/2010. O objetivo do financiamento via venda de ativos para um FIDC era dar sustentabilidade de capital de giro para duas usinas de álcool no estado de São Paulo, a Usina Canitar e a Usina Santa Anita. As duas unidades, juntamente com uma terceira na Bahia, são, através de intermediárias, 100% pertencentes à controladora Comanche Clean Energy Corporation (Comanche Corporation), com sede nas Ilhas Cayman e propriedade de vários fundos-hedge e fundos de bancos estrangeiros. As usinas tinham um passivo fiscal, com fornecedores de cana-de-açúcar e com o BicBanco, sendo que mais do que 50,0% dos recursos que as mesmas almejavam captar através do FIDC, um total de R$ 80,0 milhões, seriam direcionados para a amortização ou liquidação deste passivo.

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