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Classificação/Janeiro - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de janeiro de 2010.

As classificações não consideram fundos não padronizados e também excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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PDD continua ascendente em relação a Atrasos e PL

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) continua a crescer, não só em termos absolutos, mas também em termos relativos frente aos números consolidados de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) e Patrimônio Líquido (PL).

No final de janeiro de 2010 o montante consolidado de PDD atingiu R$ 1,77 bilhão, contra R$ 2,25 bilhões de Atrasos e R$ 34,07 bilhões de PL, excluindo o FIDC NP Sistema Petrobras. Estes mesmos indicadores estavam em R$ 1,65 bilhão, R$ 2,18 bilhões e R$ 33,78 bilhões no final de dezembro de 2009, subentendendo-se taxas mensais de crescimento de 7,27%, 3,21% e 0,86% respectivamente.

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Recebíveis do Agronegócio melhoram desempenho com novos fundos

A classe de Recebíveis do Agronegócio melhorou sua posição relativa na classificação de janeiro de desempenho dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, tendo agora duas outras classes com PDD Normalizado (PDDn)mais alto, Titulos Mobiliários e Crédito Pessoa Jurídica. Tal melhora se explica pela adição de um novo fundo nesta classe, o FIDC Mercantis Monsanto, que contabiliza um patrimônio líquido de quase R$ 58,0 milhões e nenhuma provisão alocada para devedores duvidosos. O FIDC Mercantis Monsanto teve sua oferta de cotas registrada na CVM em janeiro.

A classe de Recebíveis do Agronegócio, com um nível de PDDn de 46,39 no final de janeiro, contra 51,67 no final de dezembro de 2009, já havia passado por uma outra melhora por conta da inclusão nesta classe do Minerva FIDC Crédito Mercantil, cuja primeira emissão de cotas aconteceu em novembro passado. O nível negligente de provisões destes dois fundos contribui para diluir o efeito do alto nível de PDD associado ao Union Agro+ FIDC, um dos dois outros fundos restantes pertencentes a esta classe.

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Novo FII dedicado à renda fixa aproxima-se do FIDC

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) com características diferenciadas teve sua primeira oferta primária finalizada no mês passado e, desde então, tem apresentado um volume forte de negociações de suas cotas no mercado secundário registrado na CETIP.

Trata-se do FII Votorantim Securities, fundo registrado no final de 2009 e que obteve registro junto a CVM para uma oferta de até R$ 1,30 bilhão em dezembro último. O período de oferta foi terminado em janeiro com a colocação de cotas, no valor total de R$ 100,0 milhões, adquiridas por um único investidor, um fundo de investimento.

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Novo FII dedicado à renda fixa aproxima-se do FIDC

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) com características diferenciadas teve sua primeira oferta primária finalizada no mês passado e, desde então, tem apresentado um volume forte de negociações de suas cotas no mercado secundário registrado na CETIP.

Trata-se do FII Votorantim Securities, fundo registrado no final de 2009 e que obteve registro junto a CVM para uma oferta de até R$ 1,30 bilhão em dezembro último. O período de oferta foi terminado em janeiro com a colocação de cotas, no valor total de R$ 100,0 milhões, adquiridas por um único investidor, um fundo de investimento.

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Retorno estimado dos rendimentos de FII fica em 8,83% p.a.

O retorno estimado médio dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA ficou em 8,83% p.a. no mês de janeiro de 2010, ligeiramente abaixo das taxas de retorno computadas nos últimos dois meses, que haviam superado os 9,00% p.a.. Este pequeno decréscimo se deu por conta do efeito da valorização de preço das cotas de FII no mês de janeiro.

Conforme previamente descrito na Curta de 23/12/09, Uqbar publica ranking de rendimentos dos FII, o cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais no último ano e o preço da cota do fundo no presente. Para um valor constante de rendimentos, se o preço da cota sobe, o retorno estimado decresce.

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Cresce participação do Investidor Pessoa Física no mercado de CRI

O ano de 2009 registrou aumento significativo da participação do investidor pessoa física na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Enquanto em 2007 e 2008 esta fatia não superou 10,0% do total de CRI emitidos, em 2009 houve um salto para mais de 25,0%. Esta tendência está em linha com a maior capacidade recente dos bancos de colocar títulos privados de renda fixa perante investidores pessoa física, decorrente do aumento de interesse de seus clientes por maiores retornos, principalmente daqueles pertencentes a classe Private Banking.

A participação de pessoas físicas em investimentos em CRI deverá se intensificar, de forma indireta, com a Lei 12.024, aprovada em agosto de 2009. Com a nova lei, o benefício fiscal existente para pessoa física que investe em CRI foi replicado através da estrutura dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Consequentemente, tornou-se possível a aquisição destes títulos pelo pequeno investidor através da estrutura dos fundos imobiliários e multiplicou-se o potencial de distribuição e colocação tanto das cotas dos FII como dos próprios CRI.

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CRI com lastro residencial em alta

O crédito imobiliário securitizado via Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrou um aumento na participação dos créditos originados junto a pessoas físicas decorrentes da compra de imóveis residenciais, aqueles que compõem o que se denomina lastro residencial. Estes voltaram a crescer em 2009 para 35,3% do total de emissões no ano, depois de terem caído para 14,5% em 2008.

Apesar do montante total de CRI emitido em 2009 ter sido inferior ao do ano anterior, R$ 3,80 bilhões contra R$ 4,70 bilhões, o montante de CRI com lastro residencial securitizado no ano foi recorde, atingindo R$ 1,44 bilhão e registrando um crescimento de 111,2% frente ao ano anterior (R$ 681,6 milhões). Os créditos decorrentes do financiamento de imóveis industriais ou comerciais para grandes empresas, aqueles que compõem o que se denomina lastro corporativo, continuam a representar a maior parte do crédito securitizado anualmente, tendo em 2009 representado 64,7% do total securitizado.

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Rentabilidade efetiva de FII permanece forte nos últimos doze meses

O conjunto de dezesseis Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até janeiro de 2010, apresentou uma rentabilidade efetiva média de 42,07% no período. Todos eles tiveram uma rentabilidade acima de 12,00% e seis deles tiveram uma rentabilidade acima de 50,00%.

Publicamos hoje o rankingde rentabilidade efetiva nos últimos doze meses dos FII negociados no mercado secundário. O cálculo da rentabilidade efetiva leva em conta tanto os rendimentos distribuídos pelos fundos como a variação de preço da cota dos mesmos, ou seja, este ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.

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Continental Square Faria Lima na frente em rentabilidade efetiva em janeiro

Replicando em grande parte a classificação do ranking de variação mensal de preço de cota no mês de janeiro, publicamos hoje o ranking de rentabilidade efetiva mensal para o mesmo mês, no setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. Como a volatilidade mensal dos preços das cotas dos FII tem sido alta o suficiente para ser a causa determinante no cálculo da rentabilidade efetiva, os dois rankings tem exibido classificações bem parecidas.

Conforme descrito na Curta de 21/12/09, FII Hospital da Criança lidera ranking de rentabilidade efetiva mensal em novembro, que abriu esta série mensal, a rentabilidade efetiva é calculada usando-se a Taxa Interna de Retorno (TIR), levando-se em conta os rendimentos distribuídos pelos fundos no respectivo mês e a variação de preço de cota dos mesmos.

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