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Um dos maiores FIDC ainda não adquiriu direitos creditórios

O Crédito Corporativo Brasil Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (CCB FIDC), um dos cinco maiores FIDC de todo o setor, solicitou à CVM extensão de prazo, por mais noventa dias, para cumprimento da exigência de aquisição de direitos creditórios em montante superior a 50% do seu patrimônio líquido.

Conforme a Instrução CVM 356, artigo 40, alterada na forma da Instrução CVM 393, um FIDC tem noventa dias a partir do início de suas atividades para cumprimento desta exigência, prorrogáveis por mais noventa dias, mediante requerimento junto à CVM apresentando os motivos que justifiquem tal prorrogação.

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Liquidez no secundário de FII sinaliza consolidação em níveis mais elevados

O nível de liquidez apresentado nos últimos meses no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA vem se consolidando em patamares historicamente mais elevados. Em junho de 2010 foram R$ 18,5 milhões em cotas de FII que trocaram de mãos de investidores, em cima de 1.535 negócios, contra R$ 18,6 milhões no mês anterior, em cima de 1.545 negócios.

Desde março de 2010, o nível de montante negociado e de número de negócios de cotas de FII no secundário da BM&FBOVESPA tem girado em torno de R$ 18,5 milhões e 1.700 respectivamente. Estas cifras praticamente dobraram de nível comparadas com as dos meses imediatamente anteriores à março. Não fazem parte destes números as negociações de cotas do FII Votorantim Securities, um fundo dedicado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), registradas na Cetip.

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Liquidez do secundário de cotas de FIDC em 2010 continua abaixo do ano anterior

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) continua apresentando níveis de liquidez em 2010 bem inferiores àqueles registrados durante o ano de 2009. Em junho deste ano, foram R$ 95,0 milhões em negociações registradas na CETIP e na BM&FBOVESPA, contra R$ 118,1 milhões no mesmo mês em 2009. Porém, do montante total de junho de 2010, R$ 68,7 milhões se referem a negociações em um intervalo de até 180 dias após a data de emissão da respectiva cota. Ou seja, os negócios que resultaram neste montante provavelmente estão mais vinculados ao mercado primário do que efetivamente ao secundário.

A média mensal de montante de negociações no primeiro semestre de 2010, registrado na CETIP e na BM&FBOVESPA, ficou em R$ 63,5 milhões, contra uma média de R$ 118,0 milhões no mesmo período em 2009 e de R$ 153,3 milhões ao longo de todo ano de 2009.

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FII Nossa Senhora de Lourdes é o fundo mais rentável do mercado em 2010

Com uma rentabilidade efetiva acumulada neste ano, até junho, de 19,2%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Nossa Senhora de Lourdes (NSL) lidera o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. O FII NSL vem se posicionando entre os dois fundos mais rentáveis desde o começo do ano, quando obteve uma rentabilidade efetiva de 9,9% somente durante o mês de janeiro. No final de abril a rentabilidade acumulada estava em 15,7%, e no final de maio em 17,6%. Em 2009, o FII NSL ficou em décimo-segundo lugar com uma rentabilidade efetiva acumulada naquele ano de 34,7%.

A Uqbar publica hoje o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2010 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2009 e de junho deste ano.

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Melhoram índices das classes de FIDC de pior desempenho

As três categorias de ativos-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com maior nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) apresentaram melhora de desempenho no mês de maio de 2010. Títulos Mobiliários, Crédito Pessoa Jurídica e Recebíveis do Agronegócio foram as classes de FIDC que, por motivos distintos, tiveram decrescimento nos seus níveis de PDD Normalizado, ou PDDn.

A Uqbar dá continuidade hoje a sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de maio de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Valorização anual de cotas de FII cai para 10,5%

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos de variação de preço em períodos anuais, continuou em queda no mês de junho. Este tipo de rentabilidade vem caindo nos primeiros meses de 2010, refletindo um começo de ano não tão rentável como os primeiros meses de 2009.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até junho de 2010, ficou em 10,5%. Esta rentabilidade anual estava em 29,0% no final de dezembro de 2009, tendo declinado para 14,2% no final de maio. Este fenômeno de taxas anuais de valorização declinantes ao longo do primeiro semestre de 2010 encontra forte similaridade com o movimento de preços no mercado de ações. O índice Bovespa caiu de uma taxa anual de valorização de 82,7% no final de dezembro de 2009 para 20,1% no final de junho de 2010.

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CRI viabiliza financiamento de todas etapas de empreendimento imobiliário comercial

Uma operação, que engloba desde o financiamento para construtoras desenvolverem dois empreendimentos imobiliários, até a possibilidade de financiamento de centenas de compradores dos escritórios pertencentes a estes empreendimentos, está sendo totalmente viabilizada através de uma emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

A emissão de CRI da Gaia Securitizadora (Gaia) cumpre um papel comparável a um financiamento aos moldes do Plano Empresário, uma espécie de Project Finance do setor imobiliário que possibilita que bancos financiem todas as etapas de desenvolvimento de um empreendimento imobiliário, com a diferença de que, no caso da Gaia, os imóveis a serem construídos e financiados não são residenciais e sim comerciais.

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FII Nossa Senhora de Lourdes lidera o ranking de variação de preço em 2010

Publicamos hoje o ranking de variação acumulada de preço de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) em 2010 até o mês de junho. A média linear da variação acumulada no ano do setor, sem considerar ponderações por valor de mercado, está em 1,6% até agora, contra 2,5% no final de maio e 2,4% no final de abril. No último mês, a média linear foi de - 0,6%. Porém, se não considerarmos os cinco fundos que tiveram montante mensal negociado inferior à R$ 50.000,00, a média sobe para 0,1%. No período mensal anterior, a média linear de variação mensal de preço de cotas para todos os fundos tinha sido de 0,1%.

O FII Nossa Senhora de Lourdes voltou à liderança, com uma valorização de preço de sua cota de 12,8% acumulada no ano. Subindo da terceira para a segunda posição, encontra-se o FII Shopping Pátio Higienópolis, com 10,5% de valorização no ano. Em terceiro lugar agora vem o FII Parque Dom Pedro Shopping Center, um dos fundos cuja cota tem se mostrado uma das mais líquidas, com 7,3% de valorização no ano.

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Retorno estimado dos rendimentos de FII em 9,1% em maio

O retorno estimado médio linear dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA cedeu para 9,1% no mês de maio, contra 9,2% no mês anterior.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais nos últimos doze meses e o preço da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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