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Mais um FII dedicado a CRI vem a mercado

A segunda oferta pública de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário e Letras Hipotecárias foi registrada ontem, 27 de outubro, na CVM. Desta vez, a captação alvo de R$130,0 milhões do CSHG Recebíveis Imobiliários BC FII supera em cinco vezes os recursos que estão sendo levantados pelo FII Excellence, a primeira oferta de um FII dedicado a CRI, registrada na CVM há pouco mais de três semanas.

O coordenador-líder da emissão e administrador deste novo fundo será a Credit Suisse Corretora de Valores S.A. A Brazilian Capital atuará como consultor de investimentos e o Banco Itaú será a instituição depositária.

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Mais um FII dedicado a CRI vem a mercado

A segunda oferta pública de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário e Letras Hipotecárias foi registrada ontem, 27 de outubro, na CVM. Desta vez, a captação alvo de R$130,0 milhões do CSHG Recebíveis Imobiliários BC FII supera em cinco vezes os recursos que estão sendo levantados pelo FII Excellence, a primeira oferta de um FII dedicado a CRI, registrada na CVM há pouco mais de três semanas.

O coordenador-líder da emissão e administrador deste novo fundo será a Credit Suisse Corretora de Valores S.A. A Brazilian Capital atuará como consultor de investimentos e o Banco Itaú será a instituição depositária.

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Classificação/Setembro - Desempenho de FIDC por ativo-lastro

A Uqbar dá continuidade a sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDD Normalizado, PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices na Curta de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

Para cada categoria é apresentado, adicionalmente, o número de fundos e a média do valor dos direitos creditórios (DCµ) por fundo.

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Classificação/Setembro - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de setembro.

Como vem ocorrendo desde o início da série, as classificações não consideram fundos não padronizados e também exclui fundos com Patrimônio Líquido (PL) inferior à R$ 10 milhões, para evitar efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos.

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PDD e Atrasos se aproximam após Ofício-Circular da CVM

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) teve um crescimento substancial no mês de setembro de 2009, saltando de R$ 1,11 bilhão no final de agosto para R$ 1,34 bilhão no final do mês passado. Esta taxa de crescimento mensal de 20,6% se deu em cima de um nível de PDD no final de agosto que, por sua vez, já havia apresentado uma alta de 12,1% em relação ao mês anterior. Assim, o montante de PDD do setor cresceu 35,1% no último bimestre.

Entretanto, a análise do montante consolidado de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) aponta na direção contrária. Em cada um dos últimos dois meses o total de Atrasos retraiu um pouco, caindo de R$ 2,01 bilhões no final de julho para R$ 1,92 bilhão no final de setembro. Este movimento em sentidos opostos destas duas variáveis elevou o percentual de PDD sobre Atrasos de 49,2% para 69,7%, uma mudança drástica para um prazo curto de tempo. A atual taxa de 69,7% é a mais alta dos últimos anos.

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Liquidez no mercado secundário de FII aponta começo de crescimento

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) manteve, em setembro de 2009, tendência de crescimento do seu nível de liquidez, a qual ainda é considerada baixa se comparada com a de outros mercados, mas vem subindo de patamar desde o último mês de maio. Um montante de R$ 20,4 milhões de cotas de FII foram transacionadas em setembro nos mercados de bolsa e balcão organizado na BM&FBOVESPA, para um total de 819 negócios.

Se medirmos a liquidez do mercado pelo montante negociado, o mês de setembro apresentou uma alta expressiva. Excetuando-se uma transação atípica de R$ 69,0 milhões, em junho último, com cotas do FII Opportunity, o montante em setembro ficou em torno de 30% acima da média mensal nos últimos quatro meses e quase 100% acima da média mensal nos últimos 12 meses. Pelo critério de número de negócios, desde maio de 2009, a média mensal tem sido acima de 800, chegando à 1.406 no mês de julho. Antes, o maior número de negócios, 814, tinha ocorrido em agosto de 2007.

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CVM tenta diminuir diferença entre Atrasos e PDD no setor de FIDC

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), preocupada com a discrepância entre os valores contabilizados como Provisão de Devedores Duvidosos (PDD) e Atrasos, na indústria dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), baixou o ofício-circular 003/2009 descrevendo sua interpretação das normas vigentes e requerendo que os administradores e auditores do setor se adaptem às mesmas. Esta preocupação é enfatizada no caso dos FIDC constituídos em regime aberto que poderiam, em decorrência de tal discrepância, estar proporcionando uma transferência indevida de recursos para os investidores que resgatam primeiro suas cotas, cujo valor patrimonial estaria artificialmente alto.

A CVM conduziu um trabalho de verificação, baseado em uma amostra de dez FIDC, da qual se concluiu que 80% destes fundos adotam, para determinar os valores de PDD, metodologia de cálculo exclusivamente determinada pelos critérios estabelecidos no artigo 6º da Resolução CMN nº 2682/99 (RCMN nº 2682). Tal metodologia calcula a PDD com base em percentuais crescentes do montante de Direitos Creditórios (DC), de acordo com sua classificação de risco e do número de dias corridos desde o começo do período de inadimplência, começando com a alíquota de 0,5% para DC classificados como risco nível A, e terminando com a alíquota de 100% para DC com risco de nível H, que corresponde a atrasos de mais de 180 dias.

Evento de securitização reflete otimismo no mercado

Em seminário realizado na BM&FBOVESPA no dia 8 de outubro, que contou com a presença de mais de 120 profissionais do mercado de securitização, participantes puderam debater o estágio atual de desenvolvimento do setor, o potencial de crescimento que se delineia à frente e as principais questões do momento que impedem um crescimento ainda mais vigoroso dos títulos de securitização e das finanças estruturadas.

O evento, organizado pela Uqbar, iniciou-se com uma palestra da gerente de aperfeiçoamento de normas da Comissão de Valores Mobiliários, Flávia Mouta, na qual foi traçado um histórico da evolução recente do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado de finanças estruturadas, em especial os desenvolvimentos realizados nos setores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

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Evento de securitização reflete otimismo no mercado

Em seminário realizado na BM&FBOVESPA no dia 8 de outubro, que contou com a presença de mais de 120 profissionais do mercado de securitização, participantes puderam debater o estágio atual de desenvolvimento do setor, o potencial de crescimento que se delineia à frente e as principais questões do momento que impedem um crescimento ainda mais vigoroso dos títulos de securitização e das finanças estruturadas.

O evento, organizado pela Uqbar, iniciou-se com uma palestra da gerente de aperfeiçoamento de normas da Comissão de Valores Mobiliários, Flávia Mouta, na qual foi traçado um histórico da evolução recente do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado de finanças estruturadas, em especial os desenvolvimentos realizados nos setores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

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Evento de securitização reflete otimismo no mercado

Em seminário realizado na BM&FBOVESPA no dia 8 de outubro, que contou com a presença de mais de 120 profissionais do mercado de securitização, participantes puderam debater o estágio atual de desenvolvimento do setor, o potencial de crescimento que se delineia à frente e as principais questões do momento que impedem um crescimento ainda mais vigoroso dos títulos de securitização e das finanças estruturadas.

O evento, organizado pela Uqbar, iniciou-se com uma palestra da gerente de aperfeiçoamento de normas da Comissão de Valores Mobiliários, Flávia Mouta, na qual foi traçado um histórico da evolução recente do arcabouço jurídico-regulamentar do mercado de finanças estruturadas, em especial os desenvolvimentos realizados nos setores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

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