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Rentabilidade efetiva anual do setor de FII cai para 18,7% no final de julho



Os vinte Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até julho de 2010, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 18,7% no período. Esta rentabilidade, medida em termos anuais, vem caindo ao longo do primeiro semestre. No final de abril ela tinha atingido 29,3%, cedendo para 26,0% no fim de maio e 22,3% no término de junho. Este movimento de queda na taxa anual se deve ao fato do início de 2009 ter sido mais rentável que o início de 2010.

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Liderados pelo Nossa Senhora de Lourdes, todos os FII em território positivo em 2010

Com uma rentabilidade efetiva acumulada neste ano, até julho, de 20,8%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Nossa Senhora de Lourdes (NSL) lidera a classificação por rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. O FII NSL vem se posicionando entre os dois fundos mais rentáveis desde o começo do ano, quando obteve uma rentabilidade efetiva de 9,9% somente durante o mês de janeiro. No final de maio sua rentabilidade acumulada estava em 17,6%, e no final de junho em 19,2%. Em 2009, o FII NSL ficou em décimo-segundo lugar com uma rentabilidade efetiva acumulada naquele ano de 34,7%.

A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2010 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2009 e de julho deste ano.

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Valorização anual de cotas de FII cede para 8,5%

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos de variação de preço em períodos anuais, continuou em queda no mês de julho. Este tipo de rentabilidade vem caindo ao longo de 2010, refletindo um ano até agora menos rentável que 2009 no mesmo período.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até julho, ficou em 8,5%. Esta rentabilidade anual estava em 29,0% no final de dezembro de 2009, tendo declinado para 10,5% no final de junho deste ano.

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Mês positivo no mercado secundário de cotas de FII

Mês positivo no mercado secundário de cotas de FII

Julho registrou avanço na variação de preço de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e consolidação de níveis de liquidez no setor em patamares historicamente elevados.

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Liquidez do secundário de cotas de FIDC apresenta melhora mensal

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou moderado crescimento de nível de liquidez em julho de 2010, em relação ao mês anterior, mas continua a apresentar níveis bem inferiores àqueles registrados durante o ano de 2009.

Em julho deste ano foram R$ 131,3 milhões transacionados, em cima de 35 negociações, com registro na CETIP e na BM&FBOVESPA, contra R$ 95,0 milhões (27 negociações) no mês anterior e R$ 227,9 milhões (66 negociações) em julho de 2009. Do montante total de julho de 2010, R$ 118,4 milhões se referem a negociações que se deram após terminado o intervalo de 180 dias da data de emissão da respectiva cota. Ou seja, o restante, R$ 12,9 milhões, provavelmente se refere a negócios vinculados ao mercado primário.

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Melhoram índices das classes de FIDC de pior desempenho

As principais categorias de ativo-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com maior nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) apresentaram melhora de desempenho no mês de junho frente a maio de 2010, com exceção para a categoria Recebíveis do Agronegócio, que apresentou um aumento no nível de PDD Normalizado, ou PDDn.

A Uqbar dá continuidade hoje à sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

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Atrasos se estabilizam, PDD avança no setor de FIDC

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) continua a avançar em termos absolutos e proporcionalmente aos montantes consolidados de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) e de Patrimônio Líquido (PL). Este crescimento vem acontecendo desde o começo de 2009. Por outro lado, o montante consolidado de Atrasos, que também vinha registrando uma trajetória de ascensão proporcional em relação ao de PL durante o mesmo período, sinaliza um movimento de estabilização desde março de 2010. Já o montante de PL registra crescimento negativo nos últimos 18 meses.

No final de junho deste ano, o montante consolidado de PDD atingiu R$ 1,90 bilhão, contra R$ 2,38 bilhões de Atrasos e R$ 33,89 bilhões de PL, ou, em termos percentuais, 79,8% e 5,6% de Atrasos e PL respectivamente. No final de fevereiro, o montante de PDD era de R$ 1,80 bilhão, contra R$ 2,37 bilhões de Atrasos e R$ 33,72 bilhões de PL, configurando-se percentuais de 76,0 e 5,3 respectivamente. Ao passo que, se voltarmos a dezembro de 2008, o nível de PDD era de R$ 582,2 milhões, contra R$ 1,53 bilhão de Atrasos e R$ 35,48 bilhões de PL, e os percentuais eram de 38,0 e 1,6 respectivamente.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de junho de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Retorno anual estimado dos rendimentos de FII fecha a 8,8% em junho

O retorno estimado médio linear dos rendimentos das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA cedeu para 8,8% no mês de junho, contra 9,1% no mês anterior.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais dos últimos doze meses e o preço médio da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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Rentabilidade efetiva anual do setor de FII cai para 22,3% no final de junho

Os dezoito Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até junho de 2010, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 22,3% no período. Esta rentabilidade, medida em termos anuais, vem caindo ao longo do primeiro semestre. No final de março ela tinha atingido 34,4%, cedendo para 29,3% no fim de abril e 26,0% no término de maio. Este movimento de queda na taxa anual se deve ao fato do início de 2009 ter sido mais rentável que o início de 2010.Utilizando a nova ferramenta do Orbis de elaboração de consultas, o usuário pode construir o ranking de rentabilidade efetiva nos últimos doze meses no setor de FII negociáveis no mercado secundário (ver instruções abaixo). O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota.  Assim, o ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.Apenas o FII Panamby apresentou rentabilidade anual acima de 50,0%, com 77,3%, bem melhores que os 51,1% alcançados no fim de maio. O FII ABC Plaza Shopping caiu para a segunda posição, agora com uma rentabilidade de 45,4%, abaixo de suas taxas anuais obtidas no final de maio, de 55,1%, e no final de abril, de 60,2%. Em terceiro lugar está o FII Continental Square Faria Lima, com 39,8%.É importante qualificar a rentabilidade atingida pelos três fundos que estão posicionados nas três primeiras posições. Os dois primeiros fundos apresentam uns dos menores níveis de montante médio mensal negociado nos últimos doze meses. Em termos de número de negócios, o quadro melhora muito pouco, conforme pode-se observar na tabela da seção de “Consultas” do Orbis. Ao passo que o FII Continental Square Faria Lima, terceiro colocado, apresenta um nível de montante negociado relativamente mais alto.Para construir o ranking, basta ir na aba “Dados”, clicar com o botão direito do mouse no tópico Consultas, e selecionar “Download Consultas”. Clicar em FII - Títulos - Rentabilidade - TIR para fazer o download desta consulta. Salve-a com seu nome preferido e defina os parâmetros para fazê-la rodar ao seu modo. Para visualizar exatamente a classificação referida nesta Curta, defina o período de  06/2009 até 06/2010. Clique na aba rentabilidade para ordenar a classificação dos fundos.

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