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Retorno anual estimado dos rendimentos de FII fecha setembro em 8,9%

Retorno anual estimado dos rendimentos de FII fecha setembroem 8,9%

O retorno estimado médio linear dos rendimentos das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA encerrou o mês de setembro de 2011 em 8,9%. O cálculo leva em conta as distribuições mensais nos últimos doze meses e o preço médio da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 10/10/2011 e 14/10/2011

AGE de cotistas do FIDC Iguana Multisetorial (CNPJ: 12.712.606/0001-39) realizada em 29/09/2011

Ordem do dia - Aprovar a transformação do fundo em um fundo Não Padronizado (NP), alterar sua razão social para “Iguana Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados”, consolidar novo regulamento e informar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) das mudanças aprovadas nesta AG.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 10/10/2011 e 14/10/2011

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 10/10/2011 e 14/10/2011

AGE de cotistas do FII CSHG Desenvolvimento de Shoppings Populares (CNPJ: 12.809.972/0001-00) realizada em 06/10/2011

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Valorização anual de cotas de FII mantém tendência com leve queda em setembro

A rentabilidade média anual do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas são negociadas na BM&FBOVESPA, avaliada apenas pela valorização média do preço das cotas nos últimos doze meses, apresentou em setembro queda de 0,2% em relação ao mês anterior. Com isso, desde o final de abril, quando atingiu 16,5%, a valorização média anual do preço das cotas dos FII no mercado secundário vem caindo gradualmente e terminou o mês passado em 8,9%.

O FIIBB Progressivo foi o mais rentável nos últimos doze meses. Com uma ótima valorização de preço de cota no mês de setembro, equivalente a 14,8%, o fundo conseguiu ultrapassar o primeiro colocadono final do mês anterior. Em setembro de 2011 o preço médio ponderado de suas cotas alcançou R$ 3.424,98, o equivalente a uma valorização de 55,1% em relação ao preço de R$ 2.207,75 registrado em setembro do ano anterior.

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Vinte e cinco FII têm rentabilidade efetiva acima da Taxa DI em 2011

Dentre os quarenta Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que fazem parte do ranking de rentabilidade efetiva acumulada de 2011, vinte e cinco superaram no período um dos principais indicadores financeiros do mercado brasileiro: a taxa média diária das operações no mercado interfinanceiro (Taxa DI). A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera as amortizações e os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios ponderados por montante negociado, nos meses de dezembro de 2010 e setembro de 2011.

Para os últimos nove meses, o retorno equivalente à 100,0% da Taxa DI calculada pela CETIP alcançou 8,7%. Se consideramos amédia da rentabilidadeefetivados FII, o acumulado do ano até o mês de setembro apresenta uma média de 11,33% para os quarenta FII, nível equivalente a 128,8% da Taxa DI diáriaacumulada no mesmo período.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 03/10/2011 e 07/10/2011

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 03/10/2011 e 07/10/2011

AG de cotistas do FIINova Morada(CNPJ:03.507.179/0001-66) realizada em 22/09/2011

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 03/10/2011 e 07/10/2011

AG de cotistas do FIDC Vale NP(CNPJ:11.278.761/0001-26) realizada em 31/08/2011

Ordem do dia - Deliberar sobre a substituição do custodiante e agente escriturador do fundo, bem como da empresa de consultoria especializada e alterar a taxa de administração paga pelo fundo.

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Cotas de FII voltam a apresentar tendência de alta após dois meses de queda

Depois de ter apresentado movimento de baixa nos últimos dois meses, o valor médio linear das cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário na BM&FBovespa voltou a subir no mês de setembro.

A média linear de valorização de preço de cota no ano de 2011 até o final de setembro, calculada entre todas as cotas dos FII negociados, alcançou 2,6%, superando as valorizações acumuladas no ano até os finais dos meses de agosto e julho, que ficaram em 1,6% e 1,7% respectivamente.

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FIDC de R$ 513,9 milhões tem a Petrobras como cedente

Na última semana de setembro foi publicado o anúncio de encerramento de distribuição de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que se mostra relevante não só pelo seu tamanho, mas também pelo cedente envolvido. O FIDC Insumos Básicos da Indústria Petroquímica emitiu 20,5 mil cotas totalizando R$ 513,9 milhões.

Trata-se de um fundo fechado, com duração de 36 meses, cujo cedente dos direitos creditórios é a Petróleo Brasileiro S/A (Petrobras), e os devedores são a Brasken S/A (Brasken), a Quattor Participações S/A (Quattor) e a Rio Polímeros S/A (RioPol), empresas que atuam em diferentes polos petroquímicos. A participação da Petrobras, como cedente de um FIDC desta grandeza, é relevante na medida em que é um exemplo da maior empresa brasileira se financiando através de um veículo de securitização. A Petrobras participa de outras operações de FIDC como devedora de recebíveis (nos fundos conhecidos como FIDC de fornecedores), ou então, como doadora ou tomadora de recursos de curto prazo que ficam circunscritos às suas próprias coligadas. Este último é o caso do FIDC Sistema Petrobras NP, que é um fundo de gestão de caixa das próprias empresas do grupo com altos montantes mensais de emissões e resgates.

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Capitalização de mercado de FII ultrapassa marca de R$ 10 bilhões em agosto

O valor consolidado de capitalização de mercado do conjunto de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis na BM&FBOVESPA aumentou R$ 2,95 bilhões nos primeiros oito meses do ano, saltando de R$ 7,41 bilhões, em dezembro de 2010, para R$ 10,36 bilhões, em agosto, e ultrapassando assim a marca de R$ 10 bilhões. Além disto, agora são mais de 50 fundos sendo negociados. Durante 2011, mais nove novos fundos passaram a ter suas cotas negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA, juntando-se aos 42 FII que já tinham suas cotas sendo negociadas no final de 2010. O cálculo da capitalização de mercado considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA, porém, os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses são excluídos do valor consolidado.

O aumento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de novos fundos e de novas cotas e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. A média linear do valor de mercado dos FII também aumentou em 15,1%, saindo de R$ 176,4 milhões em dezembro de 2010 para R$ 203,0 milhões no mês de agosto. A maior contribuição individual para o valor consolidado atual vem do FII Brazilian Capital Real Estate Fund I, que detém uma capitalização de mercado de R$ 1,23 bilhão, e a menor é a do FII REP 1 CCS com capitalização em agosto de R$ 10,9 milhões.

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