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FGC se torna cotista bilionário de novo FIDC ligado ao Panamericano

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) se tornou recentemente o bilionário cotista sênior e subordinado de um novo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC NP) que tem o Banco Panamericano como cedente. Trata-se de um investimento inicial total de R$ 3,50 bilhões nas cotas do FIDC NP BP Financeiros (BP Financeiros), sendo R$ 2,80 bilhões em cotas da classe sênior e R$ 700,0 milhões em cotas da classe subordinada. O fundo foi registrado na CVM em 15 de março deste ano. Segundo balanço financeiro mensal do FGC, em 31 março seu saldo de aplicações financeiras no BP Financeiros era de R$ 3,49 bilhões.

Como amplamente divulgado na mídia, no último trimestre do ano passado o Grupo Silvio Santos, ex-controlador do Banco Panamericano, captou junto ao FGC um total de cerca de R$ 3,80 bilhões utilizados para recapitalizar o banco, em meio a um escândalo de fraude bancária. Em seguida, o BTG Pactual assumiu o controle da instituição e o Grupo Silvio Santos se viu livre do passivo com o FGC.

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R$ 7,5 bilhões subscritos em cotas de dois FII da região do porto do Rio de Janeiro

De acordo com documentos divulgados no site da CVM, nos dias 28 e 29 de março de 2011 foram encerradas as ofertas com esforços restritos do Caixa Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (Porto Maravilha) e do Fundo de Investimento Imobiliário da Região do Porto (Região do Porto), respectivamente.

Na oferta do Porto Maravilha foram subscritos R$ 3,5 bilhões em cotas de classe única. Esse montante foi adquirido por um investidor que, segundo os “Dados Finais da Oferta”, foi classificado na categoria “Outros”.

Caixa traz o CRI ao pequeno investidor

A primeira operação de emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) tendo como coordenador líder de distribuição a Caixa Econômica Federal está em vias de ser lançada. Provavelmente sua integralização ocorrerá em meados de maio. Atuando também como o cedente dos créditos imobiliários que comporão o lastro dos CRI emitidos, além de exercer a função de Servicer e participar como investidor dos títulos da classe subordinada (CRI Júnior), a Caixa buscará o investidor de varejo, que poderá adquirir o CRI da classe sênior (CRI Sênior) a partir do montante mínimo de R$ 10.000,00. A distribuição visa ser atendida pelo investidor de varejo em pelo menos 80,0% do total colocado.

Será uma oferta pública de CRI Sênior no valor de R$ 232,8 milhões. Os CRI Júnior totalizarão R$ 25,9 milhões. A emissora é a Brazilian Securities e a classificação de risco preliminar atribuída pela Fitch aos CRI Sênior é um AAA (bra). O vencimento final dos títulos será em novembro de 2018, porém, o prazo médio e duration são bem mais curtos, mesmo sem considerar qualquer estimativa de pré-pagamento.

Excellence é o FII mais rentável no primeiro trimestre

Com uma rentabilidade efetiva no primeiro trimestre de 16,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2010 e de março deste ano.

Mesmo sem ter liderado o ranking em nenhum dos primeiros três meses, de forma separada, o FII Excellence acumulou um bom trimestre depois de uma excelente performance nos dois primeiros meses. No mês de janeiro, foi o sétimo mais rentável com 7,8%, e em fevereiro alcançou a vice-liderança do mês com 7,2%. Na segunda e terceira posições no acumulado do primeiro trimestre vem os FII RB Capital Agre e Square Faria Lima, com rentabilidades efetivas de 16,0% e 15,0% respectivamente.

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Votorantim Asset Management e J&M Investimentos lideraram rankings de gestores de FIDC de 2010

A Votorantim Asset Management (VAM) e a J&M Investimentos terminaram o ano de 2010 como líderes dos rankings de gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking, cujo critério de classificação utiliza o patrimônio líquido (PL), no final de 2010, dos FIDC que entraram em operação naquele ano, foi liderado pela VAM. A gestora ganhou o mandato de três novos FIDC no ano, totalizando R$ 2,12 bilhões de PL. Na segunda posição deste ranking está a Intrag DTVM com a gestão de dois novos FIDC. Estes fundos encerraram 2010 com um total de PL de R$ 1,87 bilhão. Em seguida vem o Credit Suisse (Brasil) DTVM, com um novo fundo que somava R$ 1,42 bilhão.

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Bradesco e Paulista lideraram rankings de custodiantes de FIDC de 2010

O Banco Bradesco e o Banco Paulista terminaram o ano de 2010 como líderes dos rankings de custodiantes de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking cujo critério de classificação é o patrimônio líquido (PL) dos FIDC que entraram em operação em 2010 através da sua primeira emissão de cotas no ano foi liderado pelo Bradesco. O banco ganhou o mandato para custodiar quinze novos FIDC no ano, totalizando R$ 4,18 bilhões de PL. Na segunda posição deste ranking está o Banco Santander com a custódia de sete novos FIDC. Estes fundos encerraram 2010 com um total de PL de R$ 3,03 bilhões. Em seguida vem o Itaú Unibanco com cinco novos fundos que somavam R$ 2,43 bilhões.

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BEM e Socopa lideram rankings de administradores de FIDC em 2010

A BEM DTVM (BEM) e a Socopa terminaram o ano de 2010 como líderes dos rankings de administradores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking cujo critério de classificação é o patrimônio líquido (PL) dos FIDC que entraram em operação em 2010 através da sua primeira emissão de cotas no ano foi liderado pela BEM que ganhou o mandato para administrar onze novos fundos no ano, totalizando R$ 2,08 bilhões de PL. Dentre as operações administradas pela BEM, o destaque fica com o FIDC Chemical VI Indústrias Petroquímicas com o PL de R$ 602,0 milhões.

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Santander e Tercon lideram rankings de estruturadores de FIDC em 2010

O Banco Santander (Brasil) e a Tercon Consultoria Empresarial terminaram o ano de 2010 como líderes dos rankings de estruturadores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking cujo critério de classificação é o montante de cotas emitidas e que considera apenas FIDC que entraram em operação em 2010 foi liderado pelo Banco Santander (Brasil). A filial do banco espanhol estruturou três novos fundos, que emitiram conjuntamente R$ 3,53 bilhões em 2010. Dentre as operações estruturadas pelo banco, os destaques ficam com os FIDC Aberto PSA Finance Brasil I e FIDC Crédito Corporativo Brasil, primeiro e terceiro colocados respectivamente do ranking de FIDC por montante de emitido no ano de 2010.

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Cotistas alteram gestão e regulamento do Porto Forte FIDC Multissetorial

No último dia 28 de março foi realizada a Assembleia Geral de Cotistas do Porto Forte Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios Multissetorial (Fundo). Com a presença de 81,7% dos cotistas seniores e 100% dos subordinados, os cotistas enfim decidiram sobre a substituição do gestor do Fundo, a Porto Forte Participações, Assessoria e Fomento Mercantil S.A. (Porto Forte), e aincorporação do papel de consultoria especializada, também exercida pela Porto Forte, às funções do gestor do Fundo. O novo gestor do Fundo é a Nova S.R.M. Administração de Recursos e Finanças S.A. (SRM).

Além das alterações de responsabilidades descritas acima, outro fator relevante foi a mudança regulamentar que possibilitou a emissão de Cotas Subordinadas com características distintas pelo Fundo. Foram criadas Cotas Subordinadas de Classe A e B, estas últimas serão subscritas exclusivamente pela SRM ou por quem esta indicar.

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Mattos Filho e Souza Cescon lideram rankings de advogados de FIDC em 2010

Os escritórios de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marey Jr. e Quiroga Advogados (Mattos Filho) e Sousa, Cescon, Barrieu e Flesch (Sousa Cescon) terminaram o ano de 2010 como líderes dos Rankings de Advogados de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar. O ranking cujo critério de classificação é o montante de cotas emitidas e que considera apenas fundos que entraram em operação em 2010 foi liderado pelo Mattos Filho. O escritório assessorou quatro novos fundos, que emitiram conjuntamente R$ 3,5 bilhões em 2010. Destaque para as operações do FIDC Crédito Corporativo Brasil e FIDC Globex Crédito Mercantil, dois dos quatro fundos que captaram mais de R$ 1,00 bilhão no ano.

Na vice-liderança deste Ranking está o escritório Pinheiro Guimarães Advogados que assessorou a criação de cinco novos fundos. Estes fundos emitiram um total de R$ 3,4 bilhões. O escritório Souza Cescon ficou na terceira colocação deste Ranking, seus fundos emitiram um total de R$ 2,8 bilhões.

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