Gaia mantém liderança nos rankings de CRI em 2012 até maio

Após realizar dezoito operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) no valor total de R$ 3,12 bilhões em 2011, ocupando naquele ano a primeira e quarta posições nos rankings de montante e número de operações respectivamente, a Gaia está na liderança de ambos os rankings para o ano de 2012 até maio. Neste ano, a securitizadora imobiliária já emitiu R$ 437,5 milhões de CRI divididos em 15 operações.

Comparando o desempenho de emissão nos cinco primeiros meses de 2012 com o do mesmo período de 2011, a Gaia juntamente com a Infrasec foram as únicas securitizadoras que aumentaram o montante emitido de CRI este ano. Em 2011 até o mês de maio a Gaia havia emitido R$ 302,7 milhões, implicando em um crescimento de 44,6% em 2012 em relação àquele número. Já a Infrasec apresentou um crescimento de 52,3%, R$ 40,3 milhões emitido em 2012 contra R$ 26,5 milhões em 2011. Cibrasec, Brazilian Securites, PDG e RB Capital apresentaram variação negativa no montante emitido de CRI entre os períodos dos primeiros cinco meses de cada ano de 94,5%, 89,4%, 89,4% e 84,1% respectivamente. As outras quatro companhias que emitiram em 2012, que foram Brazil Realty, Polo Capital, Habitasec e TRX, não haviam emitido CRI nos cinco primeiros meses de 2011.

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Emissões de CRI em 2012 apresentam queda de 72,2%

Depois de um ano de recorde de emissões, o mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) parece está sofrendo de indigestão em 2012. Nos primeiros cinco meses do ano dez companhias securitizadoras de crédito imobiliário (Securitizadoras) foram responsáveis pela emissão de R$ 1,49 bilhão destes títulos, um valor 72,2% inferior ao emitido no mesmo período em 2011 (R$ 5,34 bilhões).

AnoMontante Emitido (R$ bilhões)20084,7420093,8320108,50201113,582012*1,49

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Uqbar comenta ICVM nº 520 e Relatório de Audiência Pública

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou a Instrução n° 520 (ICVM nº 520) no dia 16/04/2012. Esta nova instrução aborda a divulgação periódica necessária de informações, referentes às operações de securitização, por parte das companhias securitizadoras. A ICVM n° 520 altera o Anexo 32-II da ICVM nº 480.

Conforme mencionado no Relatório de Audiência Pública SDM nº 12/2011, referente à Minuta da nova Instrução, o objetivo que se busca com a nova regulamentação sobre a divulgação periódica das informações pelas companhias securitizadoras é o alinhamento do regime de transparência previsto para estas e para os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

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Gaia mantém liderança alcançada em 2011 no ranking de emissões de CRI

No ranking cujo critério é o montante emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) durante o ano de 2012 até março, a Gaia manteve a liderança que foi conquistada no ranking referente ao montante emitido de CRI ao longo do ano de 2011. Foram nove operações realizadas que totalizaram R$ 279,5 milhões, ou 37,2% do total emitido por todas as securitizadoras no período. Na sequência do ranking aparecem a Brazilian Securities com R$ 154,0 milhões (20,5%), a Polo Capital com R$ 122,7 milhões (16,3%), a RB Capital com R$ 108,4 milhões (14,4%) e a Cibrasec com R$ 87,5 milhões (11,6%).

As suas nove operações realizadas este ano fizeram a Gaia liderar também o ranking de número de operações realizadas em 2012, com uma participação de 52,9%. As demais quatro securitizadoras que emitiram em 2012 realizaram, cada uma, duas operações (11,8%), totalizando assim dezessete operações realizadas neste trimestre.

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1º trimestre de 2012 apresenta menor montante emitido de CRI dos últimos dez trimestres

As emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) começaram o ano de 2012 em ritmo lento. No primeiro trimestre foram emitidos apenas R$ 752,1 milhões de certificados, o menor valor dos últimos dez trimestres. No terceiro trimestre de 2009 o montante emitido tinha sido de R$ 728,9 milhões e desde então todos os trimestres tinham registrado cifras acima de R$ 1,00 bilhão. Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, quando foram emitidos R$ 4,43 bilhões, houve uma queda de 83,0%.

TrimestreMontante Emitido (R$ milhões)2012-1752,12011-45.537,32011-31.852,12011-21.757,82011-14.432,62010-41.598,62010-32.780,82010-21.692,42010-11.052,92009-41.392,12009-3728,9

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CRI comprado por funcionários financia empresa do mesmo grupo econômico

Do lado doador de recursos (os compradores dos títulos) estão sócios, associados ou funcionários do grupo econômico da emissora dos títulos e do lado tomador de recursos (devedora dos créditos que lastreiam os títulos) está uma empresa do grupo econômico da emissora dos títulos. É assim que pode-se resumir uma das operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos pela RB Capital Securitizadora em 2012.

A 101ª série de CRI da 1ª emissão da RB Capital Securitizadora é lastreada por 8.364 Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) fracionárias que, em conjunto, representam um contrato de financiamento imobiliário, este último originado pela Domus Companhia Hipotecária e devido pela RB Capital Realty. No entanto, a cedente dos créditos para a emissora é a RB Capital Securitizadora Residencial (outra Securitizadora Imobiliária do grupo econômico da emissora).

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Estoque de CCI tem forte alta e ultrapassa os R$ 40 bilhões

Refletindo toda a força do mercado em expansão associado ao setor imobiliário e aos seus títulos correlatos como o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), o mercado de Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) também cresceu vigorosamente no último ano. O estoque de CCI na CETIP cresceu de R$ 12,70 bilhões no final de 2009, para R$ 24,29 bilhões em 2010, e atingiu, em dezembro de 2011, o valor recorde de R$ 43,79 bilhões.

O mercado de CCI, principal título adquirido pelas Securitizadoras Imobiliárias, acompanhou o movimento de crescimento do mercado de CRI. O montante anual de depósitos destes títulos na CETIP, depois de quase ter dobrado de tamanho em 2010, tendo passado de R$ 6,79 bilhões em 2009 para R$ 11,94 bilhões, alcançou a marca dos R$ 22,16 bilhões em 2011.

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Divulgação preliminar dos Rankings Uqbar 2011 de Securitizadoras Imobiliárias

O ano de 2011 registrou o novo recorde anual de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Foram R$ 13,58 bilhões emitidos, um crescimento de 59,8% em relação a 2010, quando foram registrados R$ 8,50 bilhões de CRI emitidos.

No ranking de Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de CRI a liderança foi decidida por poucos milhões de reais. Com R$ 3,12 bilhões (23,1%) emitidos em 2011, a Gaia ocupou pela primeira vez na história a primeira posição deste ranking anual. Na segunda posição ficou a Cibrasec, com R$ 3,08 bilhões (22,9%). Brazilian Securities, RB Capital e PDG completam a lista das cinco primeiras com os seguintes montantes emitidos: R$ 2,62 bilhões (19,4%), R$ 2,42 bilhões (18,0%) e R$ 1,33 bilhão (9,9%) respectivamente. Juntas essas cinco securitizadoras representaram 93,3% das emissões totais de CRI em 2011. Os outros 6,7% foram emitidos por onze Securitizadoras Imobiliárias.

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Novo recorde de emissões de CRI em um ano

O ano de 2011 se encerrou com o novo recorde de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI): R$ 13,58 bilhões, sendo R$ 8,60 bilhões (63,3%) referentes à operações lastreadas em créditos corporativos e R$ 4,98 bilhões (36,7%) referentes à créditos residenciais. Este montante representa um crescimento de 59,8% em relação ao ano de 2010, quando foram emitidos R$ 8,50 bilhões.AnoR$ (bilhões)201113,5820108,5020093,8320084,7420071,37

Quando as emissões de 2011 são divididas por ativo-lastro, Crédito Imobiliário foi a principal categoria, com 66,0% das emissões de CRI realizadas ao longo do ano, ou seja, R$ 8,96 bilhões. A parcela restante de 34,0% (R$ 4,62 bilhões) se refere aos CRI lastreados em Aluguel. Em 2010 a distribuição de montante emitido por ativo-lastro foi de 47,8% (R$ 4,06 bilhões) para Crédito Imobiliário e de 52,2% (R$ 4,44 bilhões) para Aluguel.

Gaia e Brazilian Securities mantêm posição de liderança nos rankings de CRI

Desde o último ranking de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) divulgado em outubro não houve nenhuma alteração nas posições dos participantes, seja na consolidação por montante emitido ou por número de operações realizadas em 2011. Com R$ 300,0 milhões emitidos durante o mês de novembro, a Gaia mantém a liderança do ranking por montante emitido no ano, somando até agora R$ 3,01 bilhões, o equivalente a uma participação de 27,7% do total do mercado. Por outro lado, a Brazilian Securities, que realizou trêsoperações em novembro, lidera o ranking por este critério, com um total de 48 operações no acumulado do ano, o equivalente a uma participação de 38,7% do mercado.

A segunda e a terceira posição no ranking por montante emitido no ano pertencem à Brazilian Securities, com R$ 2,34 bilhões (21,6%) e Cibrasec, com R$ 1,98 bilhão (18,3%) emitidos respectivamente. No mês de novembro a Brazilian Securities emitiu R$ 104,2 milhões, enquanto que a Cibrasec não realizou nenhuma operação. A RB Capital segue como a quarta companhia securitizadora que mais emitiu certificados este ano, totalizando R$ 1,93 bilhão (17,8%), sendo que R$ 168,6 milhões foram emitidos em novembro. A PDG com R$ 947,3 milhões (8,7%) emitidos no ano, sendo nula a emissão em novembro, completa a lista das cinco primeiras colocadas do ranking. Juntas, estas cinco securitizadoras imobiliárias representam 94,1% das emissões de CRI de 2011. Os outros R$ 639,5 milhões (5,9%) foram emitidos por outras nove securitizadoras.

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