Emissões de CRI caem pelo terceiro mês consecutivo

No mês de agosto de 2012 o montante consolidado de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atingiu apenas R$ 303,2 milhões. Essa é a terceira queda mensal consecutiva no valor consolidado emitido. Durante o mês de maio deste ano as emissões alcançaram R$ 1,42 bilhão e nos meses seguintes o valor vem sofrendo reduções conforme indicado na tabela abaixo:

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Ações de classificação de risco: melhora ou piora do mercado?

Analisando-se meramente pelo critério do número total de ações de rebaixamento versus ações de elevação, por parte de todas as agências de classificação de risco atuantes nos mercados de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a conclusão direta seria a de uma tendência de deterioração, em termos gerais, na qualidade de crédito destes títulos no período entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2012. O placar consolidado no ano no mercado de securitização é de dezesseis rebaixamentos contra dez elevações.

No entanto, uma leitura mais cuidadosa destas ações conduz a conclusões menos categóricas. A razão mais forte para tanto é a de que houve múltiplos rebaixamentos associados a cotas de FIDC de um mesmo cedente, no caso o Banco Cruzeiro do Sul (BCSul), e a CRI com lastro em créditos imobiliários com o mesmo risco corporativo, no caso o da Brookfield Incorporações (Brookfield).

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Gaia retoma a liderança do ranking de emissões de CRI

No final do mês de julho de 2012 a Gaia voltou a liderar o ranking de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), superando o montante emitido da RB Capital no ano até o momento.

Até o final do mês passado a Gaia tinha realizado 22 operações, totalizando R$ 1,02 bilhão, 27,0% do montante total de CRI emitido em 2012. Em segundo lugar está a RB Capital que já emitiu R$ 886,3 milhões em CRI (23,4%), através de nove operações. Em seguida aparece a Brazilian Securities com o terceiro maior montante emitido de CRI, de R$ 551,4 milhões (14,5%), e sete operações realizadas. O que chamou atenção no ranking desse mês foi a Cibrasec, que se encontrava na sétima posição do ranking ao final de junho, tendo agora alcançado a quarta posição. Neste ano o montante emitido de CRI pela Cibrasec foi de R$ 311,4 milhões (8,2%) até agora e o número de operações está em oito.

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Emissões de CRI apresentam nova queda mensal em julho de 2012

Após as emissões consolidadas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) terem registrado o maior montante mensal (R$ 1,42 bilhão) de 2012 no mês maio, os meses seguintes foram de queda neste indicador. Nos meses de junho e julho os montantes emitidos de CRI foram de R$ 982,3 milhões e R$ 408,2 milhões respectivamente, decrescendo, assim, 71,2% entre o valor de maio e o de julho.

Nos primeiros sete meses deste ano o montante total emitido de CRI foi de R$ 3,79 bilhões, 40,9% menor que o montante emitido no mesmo período de 2011, quando já tinham sido emitidos R$ 6,42 bilhões.

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Como se compara o movimento de ofertas públicas de CRI em 2012 com anos recentes

Tomando como base o período dos primeiros sete meses completos de 2012, de janeiro a julho, e restringindo a análise somente às ofertas públicas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), ou seja, excluindo as ofertas deste título sob o regime de esforços restritos que se dão de acordo com a Instrução nº 476 da Comissão de Valores Mobiliários (ICVM 476), pode se comparar o desempenho deste mercado este ano, por este critério, com os dos anos de 2011 e 2010, os quais apresentaram forte crescimento. Vale ressaltar que o movimento de registro de ofertas públicas de CRI historicamente tem representado apenas uma parcela do mercado total de ofertas de CRI. Por exemplo, para o ano todo de 2011, de um total de R$ 13,58 bilhões em emissões de CRI, apenas R$ 3,69 bilhões, ou 27,2% do total, se referiram a ofertas públicas não realizadas sob o regime de esforços restritos (ICVM 476).

Um total de nove ofertas públicas de CRI já registradas neste ano até o final de julho representa uma queda de 80,4% em relação ao número do mesmo período do ano de 2011, que tinha sido de 46 ofertas públicas, e uma queda de 76,3% comparando com 2010, que até então tinha 38 ofertas públicas (houve um crescimento de 24,1% entre 2010 e 2011).

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RB Capital assume a liderança do ranking de emissões de CRI

O primeiro semestre de 2012 se encerrou trazendo uma mudança em relação aos meses anteriores: a RB Capital terminou o semestre na liderança do ranking de montante emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), ultrapassando a Gaia.

No ano até junho, a RB Capital realizou nove operações, totalizando R$ 886,3 milhões, 28,8% do montante total de CRI emitido em 2012. Destaque para as séries 99 e 100 da 1ª emissão que, juntas, somam R$ 512,1 milhões, 57,8% do total emitido pela securitizadora no ano. Estas séries são lastreadas em dois contratos de locação celebrados entre o Fundo de Investimento Imobiliário FCM (cedente) e a Petrobras Distribuidora (devedora).

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Emissões de CRI atingem R$ 2,95 bilhões no primeiro semestre

Até agora, em 2012, o volume de emissões do mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) continua bem abaixo daquele registrado em período idêntico do ano anterior. Nos seis primeiros meses deste ano foram emitidos R$ 2,95 bilhões, 52,3% a menos que até o final do primeiro semestre de 2011 quando, até então, haviam sido emitidos R$ 6,19 bilhões. Durante o mês de junho de 2012 o montante emitido foi de R$ 548,8 milhões, 35,4% a menos que os R$ 849,7 milhões de junho de 2011.

Ano

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Surge a CCI lastreada em créditos imobiliários múltiplos

As Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) foram regulamentadas em agosto de 2004 a partir da entrada em vigor da Lei nº 10.931. O advento das CCI representou importante avanço operacional para as operações de securitização imobiliária, tendo sido fruto exatamente de uma demanda evolutiva do mercado por um título que acarretasse em uma maior simplificação e dinamismo do processo de cessão de créditos. Por exemplo, deixou de ser necessária a averbação no registro de imóveis da cessão de crédito garantido por direito real, quando este é representado por CCI emitida sob a forma escritural. O lastro das emissões de títulos de securitização imobiliária, notadamente dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), passou então a ser composto quase que exclusivamente por CCI.

A Lei nº 10.931, em seu Artigo 18, que institui a CCI para representar créditos imobiliários, logo no seu parágrafo primeiro determina que:

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Relatório da IOSCO sugere políticas para o mercado de securitização

No começo do mês de junho a Organização Internacional das Comissões de Valores - mais conhecida como IOSCO, da abreviação de The International Organization of Securities Commissions - colocou em audiência pública um conjunto de recomendações de políticas regulatórias para o mercado de securitização. O documento (denominado Global Developments in Securitization - Consultation Report) foi preparado por um grupo de trabalho multilateral formado por funcionários especialistas no assunto de diversos órgãos reguladores membros da IOSCO (Grupo de Trabalho ou GT) e utilizou como fonte para os dados do mercado brasileiro a publicação Year in Review Brazilian Real Estate and Structured Finance 2012 da Uqbar.

O edital pede a opinião de todos os participantes do mercado com relação a recomendações específicas, que resultaram da análise das respostas de um questionário proposto a diversos participantes de mercado sobre aspectos regulatórios e melhores práticas e padrões de mercado em diversas jurisdições. A IOSCO espera comentários até o dia 6 de agosto sobre estas recomendações de políticas que abordam a implementação de requisitos relativos à retenção de risco e às medidas destinadas a aumentar a transparência e a padronização das operações de securitização.

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Gaia mantém liderança nos rankings de CRI em 2012 até maio

Após realizar dezoito operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) no valor total de R$ 3,12 bilhões em 2011, ocupando naquele ano a primeira e quarta posições nos rankings de montante e número de operações respectivamente, a Gaia está na liderança de ambos os rankings para o ano de 2012 até maio. Neste ano, a securitizadora imobiliária já emitiu R$ 437,5 milhões de CRI divididos em 15 operações.

Comparando o desempenho de emissão nos cinco primeiros meses de 2012 com o do mesmo período de 2011, a Gaia juntamente com a Infrasec foram as únicas securitizadoras que aumentaram o montante emitido de CRI este ano. Em 2011 até o mês de maio a Gaia havia emitido R$ 302,7 milhões, implicando em um crescimento de 44,6% em 2012 em relação àquele número. Já a Infrasec apresentou um crescimento de 52,3%, R$ 40,3 milhões emitido em 2012 contra R$ 26,5 milhões em 2011. Cibrasec, Brazilian Securites, PDG e RB Capital apresentaram variação negativa no montante emitido de CRI entre os períodos dos primeiros cinco meses de cada ano de 94,5%, 89,4%, 89,4% e 84,1% respectivamente. As outras quatro companhias que emitiram em 2012, que foram Brazil Realty, Polo Capital, Habitasec e TRX, não haviam emitido CRI nos cinco primeiros meses de 2011.

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