Outubro teve o menor volume de emissões de CRI do ano

No mês de outubro foram emitidos apenas R$ 55,3 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), valor mensal mais baixo registrado em 2012 até agora.

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IPCA cresce em preferência como indexador de CRI

Ao se comparar o perfil de remuneração dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos ao longo de 2012 e de 2011 nota-se um crescimento na participação das operações cujo indexador é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em termos de montante emitido, a participação das operações com este indexador subiu de 19,3% do valor consolidado das emissões de 2011 para 36,4% das emissões em 2012. Esta tendência detectada no mercado de CRI está em linha com o comportamento de mercados de outros títulos, corroborando a leitura recente de preferência crescente, por parte dos investidores, principalmente os fundos de pensão, por títulos atrelados a este índice de preços.

Liquidez no secundário de CRI cresce em 2012

Ao longo deste ano, até o final de outubro, foram registrados na Cetip negócios com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) que totalizaram R$ 11,20 bilhões, valor que já ultrapassa em 2,6% o montante registrado referente a todo o ano de 2011 (R$ 10,91 bilhões). Em termos de número de negócios, ainda há uma pequena diferença de 1,5%, a ser superada nos últimos dois meses deste ano, entre a quantidade acumulada em 2012 até outubro e aquela referente a  todo o ano anterior (3.058 contra 3.106).

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Alguns dos desafios da gestão de carteiras de CRI

A Instrução nº 472 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornou possível Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que investem preponderantemente em títulos de lastro imobiliário, dentre os quais se destacam os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Desde o advento daquela Instrução já foram lançados 21 FII com carteiras compostas por títulos, a grande maioria deles focada em investimentos em CRI. A Uqbar categoriza este conjunto de FII, os que investem em CRI, como FII de Renda Fixa.

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Liderança no mercado de CRI sofre mudanças em 2012

O ano de 2012 até setembro apresenta um volume de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Neste ano foram emitidos R$ 4,78 bilhões em CRI, divididos em 78 operações, o que representam quedas de 40,5% e 27,8%, respectivamente, em relação ao que tinha sido registrado até setembro no ano anterior, quando estes valores eram de R$ 8,04 bilhões e de 108 operações.

RB Capital e Gaia lideram os rankings de CRI em 2012

Encerrado o terceiro trimestre de 2012, RB Capital* e Gaia mantêm as posições de liderança nos rankings de montante emitido e de número de operações realizadas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) em 2012 respectivamente. A primeira detém a primeira colocação por ter emitido CRI que somam R$ 1,41 bilhão e a segunda por ter realizado 25 operações.

No ranking por montante emitido, a cifra emitida pela RB Capital representa 29,6% do total emitido no ano. Nas segunda e terceira posições estão a Gaia com R$ 1,08 bilhão (22,5%) e a Brazilian Securities com R$ 712,5 milhões (14,9%) respectivamente. A quarta posição é ocupada pela Nova Securitização que, em setembro, emitiu uma operação no valor de R$ 145,0 milhões. Com esta emissão a companhia alcançou o montante emitido em 2012 de R$ 407,0 milhões (8,5%), ultrapassando a Cibrasec, agora quinta colocada com R$ 375,5 milhões (7,9%) e a Brazil Realty, agora sexta colocada com R$ 300,0 milhões (6,3%).

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Emissões de CRI voltam a crescer após três meses consecutivos de quedas

No mês de setembro foram emitidos R$ 563,7 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), interrompendo a sequência de três meses de quedas sucessivas no montante de emissões de CRI. As emissões mensais começaram a cair após o mês de maio, quando foi emitido R$ 1,42 bilhão em títulos. Em junho, o montante emitido foi de R$ 982,3 milhões, uma queda de 30,8%, seguido de números ainda menores para julho, R$ 408,2 milhões (58,4% comparativamente ao mês anterior) e agosto, R$ 363,3 milhões (11,0%).

O valor registrado neste último mês é bem próximo à média mensal das emissões do ano, R$ 531,4 milhões. Setembro também foi o mês que registrou o terceiro maior montante emitido de CRI em 2012, ficando atrás apenas dos meses de maio e junho respectivamente.

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Crescimento e mudança de comportamento nas negociações de CRI em 2012

O montante de negócios com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrados na Cetip no mês de setembro somou R$ 934,9 milhões, o que equivale a um crescimento de 56,8% em relação ao emitido em agosto (R$ 596,4 milhões). Parte importante desse crescimento é decorrente das negociações registradas com os CRI da 74ª série da RB Capital Residencial, da empresa RB Capital. Estes títulos, emitidos em 13 de setembro de 2012, negociaram uma vez totalizando um montante de R$ 245,8 milhões, o que correspondeu a 26,3% do total negociado no mês.

O comportamento observado em setembro corrobora o forte crescimento do montante negociado de CRI nos primeiros nove meses de 2012. Até 30 de setembro foram registrados na Cetip negócios que totalizaram R$ 10,80 bilhões, o que equivale a um crescimento de 71,1% quando comparado ao montante negociado no mesmo período de 2011 (R$ 5,76 bilhões). Em termos de número de negócios, novamente se observa um crescimento, porém mais modesto, de 21,2% (2.865 contra 2.363).

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RB Capital e Gaia se destacam no mercado de CRI em 2012

Ao longo do ano de 2012 até o momento, duas securitizadoras imobiliárias vêm se destacando no ranking anual de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI): a RB Capital* e a Gaia. A seguir, é desenvolvida análise do desempenho de emissão de CRI por parte das principais securitizadoras imobiliárias abrangendo o período dos oito primeiros meses de 2011 e 2012.

Durante o ano de 2012 a liderança de mercado por montante emitido de CRI vem se alternando a cada mês entre a RB Capital e a Gaia, que já realizaram 12 e 24 operações de CRI em 2012 respectivamente, o equivalente a 52,9% do número consolidado do ano do mercado de emissões de CRI. Em termos de montante, a RB Capital emitiu R$ 1,15 bilhão em CRI no ano até agora, enquanto a Gaia emitiu R$ 1,05 bilhão, de tal forma que a soma dos montantes das duas securitizadoras equivale a 53,8% do total emitido por todas as securitizadoras do mercado.

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Mercado secundário de CRI registra aumento em 2012

Como pode ser acompanhado na série mensal de artigos no Orbis relacionada ao mercado primário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), o montante emitido de CRI em 2012 até o final de agosto está em um nível substancialmente abaixo daquele registrado no mesmo período em 2011. Em 2012, até o final do mês passado, foram emitidos R$ 4,09 bilhões, o equivalente a uma redução de 44,3% do montante emitido nos primeiros oito meses de 2011, que tinha sido de R$ 7,36 bilhões.

Na direção contrária está o mercado secundário desses títulos. Quando se soma o montante de negociações registrado na CETIP com o negociado na BM&FBOVESPA, até agosto deste ano, chega-se a cifra de R$ 9,98 bilhões, um aumento significativo de 109,1% em relação ao mesmo período do ano de 2011, quando este mesmo montante estava em R$ 4,77 bilhões. Quando se analisa o número de negócios também se observa um aumento de 27,3%. Em 2012 até agosto foram 2.818 negócios e no mesmo período de 2011 tinham sido 2.213 negócios.

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