Novo CRA incentivado pela Nufarm recebe classificação

A Moody's atribuiu a classificação de risco (P) Aaa.br (sf) para a 1ª série da 11ª emissão de CRA a ser emitida pela Octante Securitizadora, no montante de até R$ 170,0 milhões. Os CRA serão lastreados por cédulas de produto rural financeira (CPR Financeira) e certificados de direitos creditórios do agronegócio (CDCA) emitidos por produtores rurais e distribuidores, respectivamente. A operação se trata de um programa de securitização incentivado pela Nufarm Indústria Química e Farmacêutica. Os recebíveis que lastrearão a operação serão beneficiados por uma apólice de seguro de crédito emitida pela AIG Insurance Company of Canada. A emissão tem prazo de vencimento em 48 meses. Esta série trata-se de um título sênior e conta com suporte de crédito de 15% a ser fornecido por meio de CRA Mezanino (10%) e CRA Subordinado (5%).

Primeira operação de CRA da Ápice recebe classificação A-

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘A-(exp)sf(bra)’ à proposta da 1ª série da 1ª emissão de CRA da Ápice Securitizadora, em montante de até R$ 70,0 milhões. A proposta de emissão será lastreada por uma CPR-F emitida pela Bartira Agropecuária S.A (Bartira), em favor da Morumbi Agropecuária S.A. (Morumbi), por meio da aquisição de soja. A Morumbi é subsidiária integral da Bartira. A CPR-F conta com o aval da Brookfield Incorporações e da Bartira Agro-Industrial, que fazem parte do mesmo grupo econômico da emissora da CPR-F. A operação de CRA terá seu vencimento previsto para agosto de 2020 e remuneração atrelada ao CDI acrescido de spread fixo de 0,8% ao ano. A taxa efetiva para a série será definida em processo de bookbuilding. A estrutura da operação contempla a Pentágono DTVM como agente fiduciária e a Itaú CV como agente escrituradora. O Itaú será o agente de pagamento e o banco liquidante. A Brookfield Incorporações, além de avalista da CPR-F, será responsável pelas despesas relativas aos CRAs e por quaisquer valores devidos oriundos do descasamento das taxas de juros.

Direcionamento de recursos captados com LCA é alterado

Em 31 de maio de 2016 foi publicada pelo Banco Central a Resolução CMN Nº 4.497. Entrando em vigor já no dia 1º de junho de 2016, a norma altera as regras de direcionamento dos recursos captados por meio das emissões de LCA. Com a alteração, os recursos captados por meio da emissão de LCA devem ser objeto de direcionamento pelas instituições financeiras para a aplicação em operações de crédito rural correspondente a 35% do saldo médio diário dos títulos. Dos 35%, no mínimo 40% devem ser aplicados em operações de custeio rural a taxa efetiva de juros de até 12,75% a.a., e até 60% podem ser aplicados a taxas livremente pactuadas. Anteriormente, no mínimo 50% do saldo médio diário das LCA deveria ser direcionado para operações de crédito rural, mas o percentual se referia apenas aos títulos com lastro em empréstimos rurais concedidos com recursos de depósitos à vista ou da poupança rural.

Demanda no primário de CRA segue dominada por investidor Pessoa Física

Nos primeiros meses de 2016, seguindo-se ao ocorrido no ano passado, tem sido ostensiva a presença do investidor pessoa física adquirindo Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) diretamente no mercado primário. Além da isenção do imposto de renda nesta categoria de investimento, os prazos e as taxas praticados no mercado indicam estar também exercendo influência na preferência sendo dada por parte do investidor pessoa física.  Há ainda um nível de classificação de risco atribuída para a maioria destas operações que parece atender eficientemente à demanda por parte deste investidor.

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Novo CRA devido pela JSL recebe classificação

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brA+ (sf)’ à 83ª série da 1ª emissão de CRA da EcoSec. Os títulos terão como lastro um CDCA devido pela JSL S.A. (JSL). O CDCA contará com garantia da cessão fiduciária dos recebíveis oriundos de um contrato de prestação de serviços de transporte de madeira. O montante total da emissão será de aproximadamente R$ 200,0 milhões. A rentabilidade alvo dos CRA será definida em processo de bookbuilding. Os CRA desfrutarão de seis pagamentos semestrais de juros e de dois pagamentos de amortização de principal os quais ocorrerão no 24º e 36º mês após a emissão. O vencimento dos títulos será em junho de 2019. Esta é a segunda operação de CRA com risco JSL a ser realizada pela EcoSec, a primeira foi emitida em outubro de 2015 no montante de R$ 150,0 milhões.

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Estoque de CRA já cresce mais de 40,0% no mês de abril

Ao longo do mês de abril deste ano o montante em estoque de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vem se elevando fortemente, tendo já acumulado 40,1% de crescimento. Depois de ter se mantido praticamente estável entre meados de dezembro de 2015 e fins de março de 2016, este indicador saltou nas últimas semanas, alcançando sua maior marca desde a criação deste título. Tal comportamento se deve ao considerável volume de emissões de CRA ocorrido ao longo de abril. Ao todo, já foram mais de R$ 2 bilhões emitidos antes mesmo do fim do mês.

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CRA com risco JSL é rebaixado

A S&P rebaixou a classificação de risco atribuída à 72ª série da 1ª emissão de CRA da EcoSec, de ‘brAA- (sf)’ para ‘brA+ (sf)’. A ação de rebaixamento se deu após a revisão da qualidade de crédito da JSL S.A. (JSL), que teve sua nota de crédito rebaixada de ‘brAA-’ para ‘brA+’ em 14 de abril de 2016 pela mesma agência. A operação é lastreada por um CDCA devido pela JSL. O CDCA conta com garantia da cessão fiduciária de recebíveis oriundos de um contrato de prestação de serviços de transporte de madeira. O montante total da emissão foi de R$ 150,0 milhões e o vencimento será em dezembro de 2017. A rentabilidade alvo dos CRA é equivalente à Taxa DI acrescida de um spread de 1,2% ao ano.

PMKA e Demarest são os líderes dos movimentados rankings de advogados de CRA

O mercado de prestadores de serviços para o segmento de securitização do agronegócio reflete características centrais decorrentes de um mercado em forte crescimento, mas ainda em desenvolvimento. Isso é perceptível especialmente quando se analisa o histórico recente das colocações conquistadas pelos escritórios de advocacia nos rankings de assessoria jurídica de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). As colocações de cada escritório nos rankings se mostram oscilantes no decorrer dos anos, assim como as participações de mercado individuais de cada escritório.

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Nova oferta de CRA da Octante recebe registro

No último dia 11 de abril foi registrada na CVM a oferta pública da 1ª série da 10ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Octante Securitizadora. A oferta totaliza um montante de R$ 500,0 milhões e será coordenada pelo Banco Votorantim. A emissão terá como lastro uma carteira de direitos creditórios do agronegócio representados por uma Nota de Crédito à Exportação (NCE) de emissão da Suzano Papel e Celulose em favor do Banco Votorantim. Estes CRA têm prazo de vencimento previsto para abril de 2020 e remuneração alvo de 99,5% da taxa DI. A classificação de risco “brAA” foi atribuída pela S&P.

CRA com lastro avalizado pela VLI recebe classificação

A agência Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA(exp)sf(bra)’ à proposta de emissão da 5ª série da 1ª emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), da RB Capital Companhia de Securitização, em montante inicial de até R$ 294,5 milhões. A proposta de emissão é lastreada por um CDCA emitido pela VLI Multimodal S.A., contando com aval da VLI S.A. O CDCA tem como lastro um contrato de serviços de logística a serem prestados pela VLI Multimodal à Multigrain S.A. O CRA terá prazo de vencimento de três anos e remuneração alvo ainda a ser definida em procedimento de bookbuilding. A estrutura da operação contempla ainda a Vórtx DTVM como agente fiduciária, registradora e custodiante da operação. A VLI é uma operadora logística, com atividade de armazenagem, transporte ferroviário e serviço portuário, operando com cargas gerais. O grupo opera corredores logísticos com capilaridade e penetração para alcançar os principais segmentos de sua área de atuação: commodities agrícolas e minerais, produtos industrializados e siderúrgicos.

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