CRA com risco JSL é rebaixado

A S&P rebaixou a classificação de risco atribuída à 72ª série da 1ª emissão de CRA da EcoSec, de ‘brAA- (sf)’ para ‘brA+ (sf)’. A ação de rebaixamento se deu após a revisão da qualidade de crédito da JSL S.A. (JSL), que teve sua nota de crédito rebaixada de ‘brAA-’ para ‘brA+’ em 14 de abril de 2016 pela mesma agência. A operação é lastreada por um CDCA devido pela JSL. O CDCA conta com garantia da cessão fiduciária de recebíveis oriundos de um contrato de prestação de serviços de transporte de madeira. O montante total da emissão foi de R$ 150,0 milhões e o vencimento será em dezembro de 2017. A rentabilidade alvo dos CRA é equivalente à Taxa DI acrescida de um spread de 1,2% ao ano.

PMKA e Demarest são os líderes dos movimentados rankings de advogados de CRA

O mercado de prestadores de serviços para o segmento de securitização do agronegócio reflete características centrais decorrentes de um mercado em forte crescimento, mas ainda em desenvolvimento. Isso é perceptível especialmente quando se analisa o histórico recente das colocações conquistadas pelos escritórios de advocacia nos rankings de assessoria jurídica de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). As colocações de cada escritório nos rankings se mostram oscilantes no decorrer dos anos, assim como as participações de mercado individuais de cada escritório.

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Nova oferta de CRA da Octante recebe registro

No último dia 11 de abril foi registrada na CVM a oferta pública da 1ª série da 10ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Octante Securitizadora. A oferta totaliza um montante de R$ 500,0 milhões e será coordenada pelo Banco Votorantim. A emissão terá como lastro uma carteira de direitos creditórios do agronegócio representados por uma Nota de Crédito à Exportação (NCE) de emissão da Suzano Papel e Celulose em favor do Banco Votorantim. Estes CRA têm prazo de vencimento previsto para abril de 2020 e remuneração alvo de 99,5% da taxa DI. A classificação de risco “brAA” foi atribuída pela S&P.

CRA com lastro avalizado pela VLI recebe classificação

A agência Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA(exp)sf(bra)’ à proposta de emissão da 5ª série da 1ª emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), da RB Capital Companhia de Securitização, em montante inicial de até R$ 294,5 milhões. A proposta de emissão é lastreada por um CDCA emitido pela VLI Multimodal S.A., contando com aval da VLI S.A. O CDCA tem como lastro um contrato de serviços de logística a serem prestados pela VLI Multimodal à Multigrain S.A. O CRA terá prazo de vencimento de três anos e remuneração alvo ainda a ser definida em procedimento de bookbuilding. A estrutura da operação contempla ainda a Vórtx DTVM como agente fiduciária, registradora e custodiante da operação. A VLI é uma operadora logística, com atividade de armazenagem, transporte ferroviário e serviço portuário, operando com cargas gerais. O grupo opera corredores logísticos com capilaridade e penetração para alcançar os principais segmentos de sua área de atuação: commodities agrícolas e minerais, produtos industrializados e siderúrgicos.

Mercado de CRA segue expandindo; ofertas já se aproximam de R$ 3 bi em 2016

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vem se posicionando como alternativa competitiva de financiamento para empresas com negócios no âmbito do agronegócio no Brasil. Como confirmação desta tendência, entre o pipeline e investimentos já integralizados, constata-se um volume de R$ 3,00 bilhões em ofertas deste título no primeiro semestre de 2016. Até o momento no ano, são cinco as ofertas públicas (ICVM 400) em processo de emissão e uma já completamente integralizada, além de três ofertas públicas com esforços restritos (ICVM 476) sendo realizadas. O montante consolidado já previsto no ano corresponde a quase 60% do total emitido ao longo de todo o ano de 2015, quando se registrou recorde histórico de emissões por larga margem. São cinco as securitizadoras do agronegócio que estão realizando emissões neste início de 2016.

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Nova emissão de CRA da Ourinvest Securitizadora recebe classificação

A S&P atribuiu a classificação de risco final ‘brAA- (sf)’ à 4ª série da 2ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Ourinvest Securitizadora S.A.. Os CRA serão lastreados por um contrato de fornecimento de madeira no qual a Duratex S.A. obriga-se a adquirir, semestralmente, um volume específico de madeira da Duratex Florestal Ltda. Os CRA contarão com uma fiança fornecida pela Duratex S.A., estabelecida no contrato de cessão, a qual garante o pagamento pontual e integral dos compromissos de pagamentos devidos pela Duratex Florestal Ltda. Os juros remuneratórios dos CRA serão equivalentes a 98% da Taxa DI over, e serão pagos semestralmente, enquanto o principal será pago em uma única parcela no vencimento em 1º de abril de 2022. O Prospecto Preliminar da oferta prevê um volume inicial de R$ 500,0 milhões. Ourinvest Securitizadora é a nova denominação da Brasil AgroSec. A mudança de nome ocorreu em janeiro de 2016 após a Ourinvest assumir o controle acionário da companhia em 2015. A última emissão desta securitizadora, ainda com o antigo nome, havia sido realizada em 2013.

CRA da Gaia Agro recebe classificação preliminar

A S&P atribuiu a classificação preliminar ‘brAA- (sf)’ à 1ª série da 15ª emissão de CRA da Gaia Agro, cujo montante será de até R$ 114,8 milhões. Os recebíveis serão originados e cedidos pela CCAB Agro. A carteira será composta por duplicatas ou por pedidos de compras vinculados a contratos de fornecimento de insumos. Estes títulos contam com subordinação de 15% proporcionada pela 2ª série da 15ª emissão de CRA da securitizadora. Segundo a S&P, a classificação preliminarmente atribuída reflete: (i) as premissas de perda e diluição que a agência estabeleceu para a carteira; (ii) os mecanismos de proteção de crédito disponíveis, como a subordinação; (iii) a ausência de proteção de crédito suficiente para suportar um cenário de classificação acima do soberano do Brasil; (iv) a classificação do Banco Bradesco, provedor da conta bancária dos CRA; (v) a avaliação da S&P sobre os riscos operacionais associados ao CRA, os quais, na opinião da mesma, atualmente não limitam a classificação atribuída; e (vi) o entendimento da agência de que o contrato de recompra e fiança estabelecidos pela Syngenta atendem os critérios legais para a avaliação de garantias de crédito.

SLW volta a liderar rankings de agente fiduciário de CRA em 2015

Os dois rankings de agente fiduciário atuantes no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) em 2015 foram compostos pelas mesmas três instituições, as quais ocuparam as mesmas posições relativas em ambas as classificações, pelo critério de número de operações e em termos do montante emitido. A liderança de ambos os rankings foi ocupada pela SLW Corretora, que participou no ano como agente fiduciário de nove operações de CRA, que somaram R$ 2,12 bilhões. Em 2014 este participante havia atuado em doze operações, que haviam somado R$ 784,2 milhões. Estes números haviam garantido à SLW Corretora naquele ano o primeiro lugar do ranking por número de operações e o segundo por montante emitido.

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CRA pulverizado da EcoSec recebe classificação A

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘Asf(bra)’ à 75ª série da 1ª emissão de CRA da EcoSec, emitida em montante de R$ 316,7 milhões. A operação é uma securitização de uma carteira estática de recebíveis referentes a vendas a prazo de defensivos e fertilizantes da Syngenta para seus clientes, como fabricantes, indústrias, distribuidores e fazendeiros, o que perfaz 157 devedores. O CRA tem prazo de vencimento de dez meses e a rentabilidade-alvo é equivalente a 16,26% ao ano. Não há descasamento entre as taxas de juros dos ativos e dos passivos desta operação. Além disso, a operação conta com sobrecolaterização de 15%, e subordinação de 18%, proveniente da emissão da 76ª série da 1ª emissão, o CRA subordinado, em montante de R$ 55,9 milhões. Segundo a agência, a nota se fundamentou, entre outros, na boa performance histórica do colateral cedido, na elevada concentração setorial -soja e milho - e geográfica -devedores localizados preponderantemente no Paraná e no Rio Grande do Sul – que se traduz em expectativa de menor inadimplência em comparação a devedores localizados em outras regiões do país. Finalmente, a agência aponta que os pagamentos feitos pelos devedores deverão ser realizados por meio de depósitos bancários na conta da Syngenta, responsável por transferir o montante para a conta do CRA, não havendo reserva de caixa para mitigar a fungibilidade e reembolsar a estrutura no caso de perdas, embora este fato esteja em linha com a nota atribuída.

CRA lastreado em créditos originados pela Bayer recebe classificação AAA

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brAAA (sf)’ à 1ª série da 7ª emissão de CRA da Octante no valor de R$ 102,0 milhões. Está série classificada é um CRA sênior que faz parte de uma operação que contará também com emissões de CRA mezaninos e subordinados, que não foram classificados pela agência. Estes CRA são lastreados por uma carteira de direitos creditórios representados por CDCA e CPR-Financeiras, ambos originados por operações de venda de produtos a prazo realizadas a distribuidores e produtores rurais pela Bayer S.A. A agência elenca os seguintes mecanismos como reforços de qualidade de crédito relevantes: Subordinação de certificados, com um mínimo de 15%, sendo 5% de CRAs subordinados e 10% de CRAs mezanino; Apólice de seguro fornecida pela AIG que deverá cobrir perdas relacionadas a recebíveis inadimplidos, no limite máximo equivalente ao total de principal e juros devidos aos CRAs seniores; Opção de venda contra a Bayer S.A. se houver falha na execução das tarefas de responsabilidade do agente administrativo (Bayer S.A.). Os juros remuneratórios auferidos aos CRA sênior serão equivalentes à Taxa DI acrescida de um spread a ser definido em processo de bookbuilding. Todas as séries possuem prazo de vencimento para junho de 2018.

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