Agência atribui classificação final à 33ª série da 1ª emissão de CRA da Octante

A S&P atribuiu classificação de risco ‘brAAA (sf)’ à 33ª série da 1ª emissão de CRA da Octante. A carteira é composta por direitos creditórios oriundos de operações de compra e venda a prazo de insumos agrícolas realizadas pela Nufarm no Brasil. Em 5 de maio de 2015, a carteira atendia todos os critérios estipulados nos documentos da operação e era composta por 466 devedores, com saldo nominal total de R$ 136 milhões. O reforço de qualidade de crédito disponível aos CRA sênior é proporcionado pela subordinação de certificados, mínima de 27%, e pelo spread excedente. A análise de crédito da operação se baseia na adequação entre o nível mínimo de proteção de crédito disponível para os certificados sênior e as estimativas de perdas dimensionadas pelas reservas mínima e dinâmica, conforme especificado na metodologia da agência. Além disso, a S&P considerou que os agentes de cobrança da transação (Afort Serviços e Soluções Financeiras  e Luchesi Advogados) são participantes cujo papel pode afetar o desempenho da carteira. 

1ª Série da 14ª emissão de CRA da Gaia Agro recebe classificação de risco

A agência Moody’s atribuiu classificação de risco “Aaa.br” à 1ª Série da 14ª emissão de CRA da Gaia Agro, em montante de R$500,0 milhões. A nota anunciada reflete a classificação “Aaa.br” atribuída à cédula de produto rural financeira (CPRF) que é pré-fixada e constituirá o lastro da operação. Os CRA se beneficiarão do suporte de crédito da Raízen Energia e do aval da Raízen Combustíveis, tendo em vista que, por meio dos documentos da operação, ambas são solidariamente responsáveis pelo pagamento integral da CPRF, além de proverem fiança em relação ao ajuste de valor da cessão das CPRF à securitizadora, para cobrir potenciais descasamentos das taxas de juros do CRA, devido à sua remuneração atrelada ao DI. A estrutura da operação classificada terá a Gaia Agro como emissora, a Raízen Energia como devedora, a Raízen Combustíveis como avalista, a Agrícola Ponte Alta (subsidiária integral da Raízen Energia) como cedente, a Planner Trustee DTVM como agente fiduciário, a Planner corretora de valores como custodiante, o Bradesco BBI como coordenador líder e os Bancos Citibank, BB Banco de investimentos e Itaú BBA como coordenadores. Segundo a agência, o risco de produção da safra é totalmente mitigado, devido à natureza do lastro do CRA ser uma CPRF, onde o comprometimento é quanto ao pagamento do valor nominal e não à entrega física do produto rural.

Tirando o raio-x da composição de custos de ofertas de CRA

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), principal título de securitização do agronegócio no país, tem despertado crescente interesse por parte de captadores e investidores de recursos, além dos variados prestadores de serviços presentes neste tipo de operação. Tal atratividade resulta da forte expansão verificada nas dimensões deste segmento, acompanhada de um ritmo em inovações que reflete a vitalidade atual das operações de CRA. Estas vêm apresentando uma diversidade de participantes envolvidos e de funções exercidas. Estruturas pioneiras passaram a viabilizar o financiamento, através de uma mesma operação, de mais de um ciclo de safras produzidas por um conjunto diversificado de produtores rurais. Além disto, operações de monta e de prazo mais longo, lastreadas em crédito único corporativo e de perfil de risco operacional, têm sido crescentemente estruturadas.

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Ourinvest se torna controladora da Brasil Agrosec

A Brasil Agrosec publicou, em 9 de abril, Fato Relevante no qual relata que foi aprovado, em Assembleia Geral Extraordinária da companhia, um aumento de capital no valor de R$ 310 mil, mediante a emissão de 1.629.167 novas ações ordinárias. As ações foram subscritas desproporcionalmente à participação dos acionistas no capital social, tendo em vista que alguns dos acionistas renunciaram ao direito de preferência na subscrição das referidas novas ações. Com isso, do total das novas ações, 1.410.963 ações ordinárias foram subscritas e integralizadas pela acionista Ourinvest Participações S.A.. Com a referida subscrição, a participação da Ourinvest no capital social aumentou de 47,50% para 70,31% e ela se tornou a controladora da companhia. Em razão da aquisição do controle societário, a Ourinvest informou, entre outros, que embora a subscrição de parte das novas ações tenha resultado na aquisição do controle societário da Brasil Agrosec, o objetivo da subscrição foi tão somente manter o processo de capitalização da companhia no nível necessário para que ela possa desenvolver suas atividades. 

DR ampliam as possibilidades dos mercados de CRA e CRI

Em 2014 os mercados primários de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) estabeleceram novos recordes anuais de emissão. O mercado de CRA, particularmente, apresentou forte tendência de crescimento, praticamente dobrando o nível de emissões do ano anterior. Este é um segmento ainda em estágio de evolução, sendo que, em 2014, muito se viu em inovação. Os resultados alcançados tornam-se ainda mais relevantes quando se considera que, diferentemente de outros mercados, como o de ações, por exemplo, nestes mercados praticamente não existe a participação do investidor estrangeiro. Historicamente, considerando uma amostra de R$ 48,83 bilhões dentre todas as operações de CRI já realizadas no mercado primário, este tipo de investidor adquiriu diretamente apenas R$ 88,3 milhões, equivalente a uma participação de apenas 0,2% frente ao total.

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O mercado de CRA segmentado por tipo de remuneração e vencimento

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), que acumula montante emitido consolidado de R$ 4,26 bilhões, volume este bastante concentrado em emissões realizadas a partir de 2014, tem atualmente a maior parte de suas operações estruturadas com lastro corporativo, conforme abordado no artigo de ontem, Lastro Corporativo é predominante nas operações de CRA. Além de começar a apontar este tipo de perfil dominante em relação ao lastro de suas operações, o mercado de CRA já pode ser segmentado por outros tipos de corte, como por exemplo através do tipo de remuneração e do prazo de vencimento de seus títulos emitidos.

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Lastro corporativo é predominante nas operações de CRA

De maneira crescente as operações de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) têm sido utilizadas como alternativas de financiamento por diferentes participantes do setor homônimo no Brasil. A viabilização do custeio de alguns participantes deste segmento através do mercado de capitais e, especificamente, do mercado de securitização, tem se mostrado desafiadora ao mesmo tempo que inovadora, resultando na diversificação de estruturas e carteiras-lastro sendo utilizadas. Dentre estas variações chamam a atenção também os diversos tipos de devedor presentes nas operações de CRA. Em relação a todo o conjunto de operações realizadas no mercado até o fim de 2014, é possível segmentar este universo entre três principais categorias representativas de lastro: Crédito Corporativo, Crédito Pulverizado e Outros.

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Octante prepara ofertas de CRA em montante de R$ 374 milhões

No dia 10 de fevereiro a CVM conferiu o registro definitivo de oferta pública (ICVM 400) de CRA para a 28ª série da primeira emissão da Octante.  Esta série será emitida em montante de R$ 74,1 milhões, tendo data de vencimento em 31 de maio 2017. Os direitos creditórios são oriundos de operações de compra e venda mercantil a prazo realizadas pela CCAB Agro. A remuneração dos CRA será equivalente à taxa DI acrescida de um spread definido em processo de bookbuilding, sendo o teto equivalente à taxa DI acrescida de 2% ao ano. A série conta com reforço de crédito – subordinação – proporcionada pela 29ª série, em mínimo de 26%. Há ainda a fiança oferecida pela Syngenta de até 10% do valor de emissão. Além disso, foi publicado aviso ao mercado de distribuição pública da 1ª série da 2ª emissão da mesma securitizadora. Ainda em análise pela CVM, a série perfaz montante de R$ 300,0 milhões e será lastreada por um CDCA emitido pela Copersucar, que, por sua vez, será lastreado em CPR emitida pela cooperativa de produtores de cana-de-açúcar, açúcar e álcool. Os recursos captados pela Copersucar serão utilizados para o reforço de seu capital de giro para gestão ordinária de seus negócios, relacionados com atividades de comercialização de açúcar e etanol. A data de vencimento dos CRA será 20 de março de 2018. A remuneração será definida em procedimento de bookbuilding, sendo equivalente a, no máximo, 105,5% da taxa DI.

Ápice agora poderá emitir CRA

Reunidos em assembleia no dia 30 de janeiro de 2015, os acionistas da Ápice decidiram pela ampliação do objeto social da companhia, com a consequente reforma e consolidação do Estatuto Social, de forma a incluir em suas atividades a securitização de créditos oriundos de direitos creditórios do agronegócio. Além disso, a Ápice Securitizadora retirou o termo “Imobiliária” de sua denominação social. Com efeito, a partir desta data a Ápice poderá emitir, além dos CRI, Certificados de Recebíveis do Agronegócios (CRA), sendo mais um integrante do crescente rol de securitizadoras com tal objetivo, reflexo do efervescente mercado de securitização do agronegócio.

Emissões de CRA duplicam entre 2013 e 2014 e ultrapassam R$ 2,4 bi

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) prossegue em vigoroso crescimento, trilhando caminho para a consolidação da securitização como um importante instrumento de captação de recursos para o agronegócio brasileiro. O movimento de expansão é notório ao se analisar os números referentes às emissões de títulos realizadas neste mercado em 2014. Ao longo do ano, o volume emitido em CRA alcançou a expressiva marca de R$ 2,40 bilhões, crescimento de 97,2% em relação ao volume relativo ao ano de 2013. Naquele ano havia sido emitido R$ 1,22 bilhão em CRA. Se comparado com os números históricos deste mercado, desde seu início em 2009, a quantia registrada em 2014 supera em 29,9% todo o montante emitido até então, algo da ordem de R$ 1,85 bilhão. No entanto, não houve crescimento em termos de número de operações de CRA realizadas no último ano. Tanto em 2013 como em 2014 foram realizadas 22 operações em cada ano.

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