Com recorde de participantes, EcoSec domina ranking de emissões de CRA

Ao longo do ano de 2015, o volume emitido em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) alcançou a marca de R$ 5,12 bilhões em 18 operações realizadas. Houve, assim, um crescimento de 113% em relação ao volume relativo ao ano de 2014 e um recuo de 18,2% em termos do número de operações. Em 2014 haviam sido emitidos R$ 2,40 bilhões em CRA, distribuídos em 22 operações. Em paralelo a ampliação destes indicadores do mercado primário, pode ser observado também um crescimento no número securitizadoras atuantes neste segmento. Em 2015, RB Capital e Brazilian Securities ingressaram no mercado de securitização de direitos creditórios do agronegócio, contribuindo para que o número total de securitizadoras atuantes neste ano atingisse o recorde de cinco. Por sua vez, a liderança dos rankings Uqbar de securitizadoras do agronegócio em 2015, tanto em termos de montante emitido como de número de operações, ficou por conta da EcoSec.

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Mercado de CRA se expande com novas emissões da Brazilian Securities

O advento do mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), além de fomentar o aparecimento de securitizadoras do agronegócio, franqueou o acesso a mais um segmento do mercado de securitização por aquelas securitizadoras anteriormente dedicadas somente às operações do ramo imobiliário. Isto se exemplifica pelo crescente número de securitizadoras que, após alteração do respectivo estatuto social, incluíram em suas atividades a securitização de direitos creditórios do agronegócio. A mais recente securitizadora imobiliária a cruzar o campo foi a Brazilian Securities, que em outubro emitiu R$ 700,0 milhões em CRA.

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Investidores discutem renegociação de lastros de CRA

Seguem abaixo os resumos referentes às assembleias de CRA divulgadas entre outubro e novembro de 2015.

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Ofertas de CRA encostam em R$ 4 bi em 2015 – tipo de lastro se expande

O cômputo das ofertas públicas de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes mesmo do fim de 2015 já indica expressivo crescimento frente ao ano inteiro anterior. Até outubro de 2015 a soma das nove ofertas de CRA registradas sob o regime da Instrução CVM nº 400 (ICVM 400) e da Instrução CVM nº 414 (ICVM 414) perfizeram montante de R$ 3,54 bilhões, o que significa que esta cifra mais que duplicou quando comparada com o montante de ofertas públicas registradas na autarquia ao longo dos doze meses de 2014. O aspecto significativo do patamar alcançado em ofertas públicas registradas de CRA fica mais evidente quando o mesmo é comparado com o desempenho de título análogo e de mercado mais antigo, o dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Apenas cinco ofertas públicas deste título imobiliário foram registradas na CVM, somando a tímida quantia de R$ 264,5 milhões.

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1ª série da 7ª emissão de CRA da Gaia Agro recebe classificação

A S&P atribuiu classificação preliminar ‘brA (sf)’ à 1ª série da 7ª emissão de CRA da Gaia Agro, no montante de até R$ 81,0 milhões. O CRA terá como lastro CDCA  emitido pela Jalles Machado, que  contará com a cessão fiduciária de recebíveis decorrentes de contrato de fornecimento de etanol, o penhor dos estoques de etanol, o penhor agrícola de safras futuras de cana de açúcar e com qualquer montante depositado na conta vinculada. Contudo, a cessão fiduciária e os penhores não implicaram em alteração na classificação atribuída aos CRA, a qual é diretamente ligada à classificação corporativa da Jalles Machado. A classificação atribuída também refletiu os fatores de risco de crédito, risco operacional, risco de contraparte (do Banco Bradesco como provedor da conta bancária e da Jalles Machado como devedora do CDCA), risco legal e estabilidade da classificação.

CRA devido pela Alcoeste recebe registro

No último dia 29 de outubro foi registrada na CVM a 74ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Eco Securitizadora (EcoSec). A oferta totaliza um montante de R$ 35,0 milhões e será coordenada pela XP Investimentos CCTVM. A emissão terá como lastro uma CPRF devida pela Alcoeste Destilaria Fernandópolis S.A. à Agropecuária Araraki, sendo que esta última realizou a cessão da cédula para a securitizadora. A operação conta com aval da cedente, que assim estará obrigada a adimplir quaisquer parcelas inadimplidas pela devedora da CPRF. Os juros remuneratórios dos CRA serão correspondentes a 100,0% da Taxa DI acrescida de spread de 2,5%. Os títulos apresentarão pagamentos mensais de remuneração a serem realizados a partir de novembro de 2015, com a amortização de principal ocorrendo em seis parcelas pagas entre agosto de 2018 e a data de vencimento da operação, esta prevista para janeiro de 2019. Constituída no ano de 1980, a Alcoeste tem por objeto o cultivo, exploração, produção, comércio, fomento agrícola, certificação e a industrialização de produtos agropecuários, especialmente a cultura e a industrialização de cana-de-açúcar e seus subprodutos para a produção de álcool e açúcar. Tanto a cedente quanto a devedora da operação fazem parte do conglomerado empresarial denominado “Grupo Araraki”.

Investidor pessoa física predomina no mercado de CRA

O mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vem se caracterizando pela participação crescente e predominante do investidor pessoa física. A análise histórica nos últimos anos revela a magnitude deste crescimento: em 2013, este tipo de investidor havia adquirido R$ 24,9 milhões de CRA, ou 27,9% do montante emitido consolidado naquele ano; em 2014, a cifra aumentou para R$ 1,40 bilhão, ou 58,4% do total; e agora, em 2015, até o último dia 21 de outubro, investidores pessoa física já arremataram R$ 3,01 bilhões deste título, o equivalente à expressiva parcela de 76,9% do montante total emitido no ano. O perfil deste investidor é o de private banking e a maior pulverização de CRA em mãos de pessoas físicas pode representar algum aumento de transações de mercado secundário.

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Investidores das 48ª e 49ª e das 56ª e 57ª séries da EcoSec aprovaram vencimento antecipado de lastros de CRA

Seguem abaixo os resumos referentes às assembleias de CRA divulgadas entre agosto e setembro de 2015.

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Nova oferta de CRA da Eco Agro recebe registro

No último dia 20 de outubro foi registrada na CVM a 73ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Eco Securitizadora (EcoSec). A oferta totaliza um montante de R$ 675,0 milhões e será coordenada pelo Banco Itaú BBA. A emissão terá como lastro uma Nota de Crédito à Exportação cedida pelo Itaú-Unibanco S.A. e devida pela Fibria-MS Celulose Sul Mato-Grossense Ltda (Fibria-MS). O reforço de qualidade de crédito disponível aos CRA será proporcionado pelo aval fornecido pela Fibria S.A., controladora da devedora dos CRA, no âmbito da NCE, o qual garante o pagamento integral dos compromissos da Fibria-MS. Os juros remuneratórios dos CRA serão correspondentes a 99,0% da Taxa DI. Os títulos terão pagamentos semestrais de juros, com a amortização de principal ocorrendo em uma única parcela seis anos após a emissão dos certificados e possuem prazo de vencimento para outubro de 2021. A Fibria Celulose S.A. e suas empresas controladas têm como atividade preponderante o negócio florestal renovável, bem como a industrialização e o comércio de celulose de fibra curta.

Emenda prevê que CRA seja indexado ao dólar

Emenda aditiva à Medida Provisória nº 695, de 2015, apresentada pela deputada Tereza Cristina, prevê que CRA possam ser emitidos tendo como lastro Cédulas de Produto Rural (CPR) representativas de produtos rurais negociados ou referenciados em bolsas de valores e cotados em moeda estrangeira. Contudo, segundo a norma, os títulos só poderiam ser negociados com investidores não residentes. A emenda acrescentaria o artigo 42-A à Lei 11.076, que instituiu os CRA, mas ainda precisa ser emitido parecer da Comissão Mista da Medida Provisória, e, caso aceita, a proposição estará sujeita à apreciação do plenário da Câmara e do Senado.

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