Ápice agora poderá emitir CRA

Reunidos em assembleia no dia 30 de janeiro de 2015, os acionistas da Ápice decidiram pela ampliação do objeto social da companhia, com a consequente reforma e consolidação do Estatuto Social, de forma a incluir em suas atividades a securitização de créditos oriundos de direitos creditórios do agronegócio. Além disso, a Ápice Securitizadora retirou o termo “Imobiliária” de sua denominação social. Com efeito, a partir desta data a Ápice poderá emitir, além dos CRI, Certificados de Recebíveis do Agronegócios (CRA), sendo mais um integrante do crescente rol de securitizadoras com tal objetivo, reflexo do efervescente mercado de securitização do agronegócio.

Emissões de CRA duplicam entre 2013 e 2014 e ultrapassam R$ 2,4 bi

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) prossegue em vigoroso crescimento, trilhando caminho para a consolidação da securitização como um importante instrumento de captação de recursos para o agronegócio brasileiro. O movimento de expansão é notório ao se analisar os números referentes às emissões de títulos realizadas neste mercado em 2014. Ao longo do ano, o volume emitido em CRA alcançou a expressiva marca de R$ 2,40 bilhões, crescimento de 97,2% em relação ao volume relativo ao ano de 2013. Naquele ano havia sido emitido R$ 1,22 bilhão em CRA. Se comparado com os números históricos deste mercado, desde seu início em 2009, a quantia registrada em 2014 supera em 29,9% todo o montante emitido até então, algo da ordem de R$ 1,85 bilhão. No entanto, não houve crescimento em termos de número de operações de CRA realizadas no último ano. Tanto em 2013 como em 2014 foram realizadas 22 operações em cada ano.

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Ofertas públicas de CRA superam R$ 1 bi e ultrapassam as de CRI

No dia 16 de dezembro de 2014 foi concedido, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), registro de nova oferta pública de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Somando R$ 146,3 milhões, a 26ª série da Octante se soma a outras oito ofertas públicas de CRA registradas em 2014. Até aquele dia no ano, a soma das ofertas de CRA registradas sob o regime da Instrução CVM nº 400 (ICVM 400) perfizeram montante de R$ 1,41 bilhão, o que já supera, por larga margem, a cifra referente às ofertas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), de apenas R$ 682,3 milhões, das quais a última foi registrada há mais de seis meses. Além disso, constam na autarquia três pedidos ainda em análise de oferta de CRA, que podem se converter em oferta de fato em um futuro breve. Estes três pedidos somam R$ 328,2 milhões, monta cerca de dez vezes superior ao referente aos pedidos atuais de análise de oferta de CRI.

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Agência classifica nova operação de CRA da Octante

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brAAA (sf)’ à 28ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) a ser emitida pela Octante Securitizadora. Trata-se de um título sênior no montante preliminar de R$ 85,0 milhões. A carteira será composta por direitos creditórios oriundos de operações de compra e venda mercantil a prazo realizadas pelo “Consórcio Cooperativo Agropecuário Brasileiro - CCAB Agro” no Brasil. Como reforços de crédito a emissão de CRA conta com subordinação mínima de 26% para as cotas sênior e ainda fiança de até 10,0% do total da emissão oferecida pela Syngenta. A rentabilidade alvo dos títulos será equivalente à Taxa DI acrescida de um spread a ser definido em processo de bookbuilding. O cronograma não prevê amortizações programadas, sendo que os CRA serão integralmente pagos na data de vencimento, observada a preferência dos CRA sênior sobre os CRA subordinados. O vencimento dos CRA está previsto para maio de 2017.

Maior oferta pública histórica de CRA recebe registro na CVM

Na última semana foi concedido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro definitivo de oferta pública daquela que, até o momento, é a maior operação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) já realizada neste mercado. Realizada pela Gaia Agro, a operação de R$ 675,0 milhões contempla dois diferentes títulos, com seus lastros apartados entre si, compostos, cada um, por Cédula de Produto Rural Financeira (CPR-F), e vinculados ao seus respectivos CRA através de regime fiduciários distintos. Os dois títulos diferem em prazo e juros remuneratórios. As CPR-F são emitidas pela Raízen, empresa do setor energético formada pela joint-venture entre Cosan e Shell. A oferta é coordenada por Itaú BBA, Citibank e J.P. Morgan.

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Nova série de CRA da Octante recebe classificação

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brAAA (sf)’ à 26ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Octante Securitizadora, no montante de até R$ 140,6 milhões. Os títulos serão lastreados por uma carteira de direitos creditórios oriundos de operações de venda de produtos a prazo, realizadas a distribuidores e produtores rurais pela Syngenta Proteção de Cultivos (Syngenta) e a outros distribuidores por ela aprovados, segundo a agência. O CRA sênior contará com reforço de crédito proporcionado pelos seguintes mecanismos: subordinação (mínimo de 5%), a partir da emissão da 27ª série subordinada; fiança fornecida pela Syngenta, com um limite de até 5% dos certificados; apólice de seguro fornecida pela AIG que deverá cobrir perdas relacionadas a recebíveis que excederem 10% de inadimplemento dos certificados; opção de venda contra a Syngenta se houver falha na execução das tarefas de responsabilidade do agente administrativo (Syngenta). As rentabilidades alvo dos CRA sênior e subordinado serão equivalentes à Taxa DI over acrescida de um spread a ser definido em processo de bookbuilding. Ambas as séries têm vencimento final legal previsto para fevereiro de 2017.

CRA da Eco Sec recebe classificação

A Liberum atribuiu a classificação de risco “AA-(fe)” para a 48ª Série da 1ª Emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Eco Securitizadora. Trata-se de um CRA sênior cujos recebíveis são oriundos de Cédulas de Produtor Rural – Financeiras emitidas por produtores rurais de soja.  A estrutura desta operação conta ainda com a 49ª série, um CRA subordinado não foi classificado pela agência, que proporciona uma subordinação de 35,0% para os títulos sênior. A série sênior está indexada ao IPCA e ainda acrescida de um spread de 7,5% ao ano. Ambas as séries foram emitidas em janeiro de 2013 e somam juntas R$ 150,0 milhões, sendo R$ 97,5 milhões para sênior e R$ 52,5 milhões para subordinada. A operação tem prazo previsto de duração de 7 anos.

Volume de emissões cresce e mercado de CRA promete forte expansão para 2014

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vem crescendo de forma intensa, se apresentando como opção relevante para captação de recursos para o setor. Essa expansão é percebida quando se analisa os números referentes às operações realizadas entre janeiro e meados de setembro de 2014. Segundo dados da CETIP, o volume depositado em CRA, este ano, chegou à marca de R$ 644,0 milhões em 24 de setembro de 2014, crescimento de 122,0% em relação ao volume referente ao mesmo período de 2013 (R$ 289,7 milhões). Em termos de montante em estoque de CRA na CETIP a taxa de crescimento é mais alta, tendo aquele indicador saltado de R$ 450,2 milhões, em setembro de 2013, para R$ 1,13 bilhão, ao fim de setembro deste ano, o equivalente a um aumento de 151% em apenas doze meses.

CRA da Gaia Agro, no valor R$ 500 milhões, trazem primeira classificação da Moody´s

A Moody’s atribuiu a classificação de risco provisória ‘Aaa.br’ para as 1ª e 2º séries da 10ª emissão de CRA da Gaia Agro Securitizadora, num montante total de até R$ 500,0 milhões. Os CRA serão lastreados por duas CPRF emitidas pela Raízen Energia. Segundo a agência, a classificação se baseia em fatores como: a capacidade da Raízen e da Raízen Combustíveis (avalista) de honrarem os pagamentos das CPRF; o fato da devedora ser a responsável pelas despesas do CRA; a instituição do regime fiduciário para a operação; e o cronograma de pagamento dos CRA, que segue o cronograma das CPRF com uma defasagem de dois dias, a qual, segundo a agência, permite tempo suficiente para que os pagamentos sejam realizados. Os recursos decorrentes da emissão serão utilizados pela devedora em suas atividades relacionadas ao agronegócio. Segundo a agência, alterações nas classificações de risco da dívida sênior sem garantias da Raízen Energia ou Raízen Combustíveis poderiam levar a uma alteração nos ratings dos CRA. Esta é primeira operação de certificados de recebíveis do agronegócio para a qual a Moody's atribuiu uma classificação de risco. 

Oferta de CRA totalizando R$ 270,0 milhões recebe registro da CVM

A Gaia Agro Securitizadora obteve, em 30 de junho, o registro definitivo de oferta pública da primeira série da 3ª emissão de CRA. Em montante que perfaz R$ 270,0 milhões, a oferta ocorre sob a ICVM 400 e tem como coordenador líder o Banco Votorantim. Os CRA são lastreados em debêntures emitidas pela Coteminas, devedora da operação, que, segundo o Anúncio de Início de distribuição publicado em 3 de julho, utilizará os recursos obtidos exclusivamente para a aquisição de algodão para beneficiamento e industrialização, necessário para a continuidade das atividades da empresa durante os anos de 2014 e 2015. Os títulos, que não serão objeto de classificação de risco, vencem em 15 de junho de 2017, e sua remuneração corresponde à 110,0% da taxa DI.
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