Retorno anual estimado dos rendimentos de FII fecha a 8,8% em junho

O retorno estimado médio linear dos rendimentos das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA cedeu para 8,8% no mês de junho, contra 9,1% no mês anterior.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais dos últimos doze meses e o preço médio da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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Rentabilidade efetiva anual do setor de FII cai para 22,3% no final de junho

Os dezoito Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até junho de 2010, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 22,3% no período. Esta rentabilidade, medida em termos anuais, vem caindo ao longo do primeiro semestre. No final de março ela tinha atingido 34,4%, cedendo para 29,3% no fim de abril e 26,0% no término de maio. Este movimento de queda na taxa anual se deve ao fato do início de 2009 ter sido mais rentável que o início de 2010.Utilizando a nova ferramenta do Orbis de elaboração de consultas, o usuário pode construir o ranking de rentabilidade efetiva nos últimos doze meses no setor de FII negociáveis no mercado secundário (ver instruções abaixo). O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota.  Assim, o ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.Apenas o FII Panamby apresentou rentabilidade anual acima de 50,0%, com 77,3%, bem melhores que os 51,1% alcançados no fim de maio. O FII ABC Plaza Shopping caiu para a segunda posição, agora com uma rentabilidade de 45,4%, abaixo de suas taxas anuais obtidas no final de maio, de 55,1%, e no final de abril, de 60,2%. Em terceiro lugar está o FII Continental Square Faria Lima, com 39,8%.É importante qualificar a rentabilidade atingida pelos três fundos que estão posicionados nas três primeiras posições. Os dois primeiros fundos apresentam uns dos menores níveis de montante médio mensal negociado nos últimos doze meses. Em termos de número de negócios, o quadro melhora muito pouco, conforme pode-se observar na tabela da seção de “Consultas” do Orbis. Ao passo que o FII Continental Square Faria Lima, terceiro colocado, apresenta um nível de montante negociado relativamente mais alto.Para construir o ranking, basta ir na aba “Dados”, clicar com o botão direito do mouse no tópico Consultas, e selecionar “Download Consultas”. Clicar em FII - Títulos - Rentabilidade - TIR para fazer o download desta consulta. Salve-a com seu nome preferido e defina os parâmetros para fazê-la rodar ao seu modo. Para visualizar exatamente a classificação referida nesta Curta, defina o período de  06/2009 até 06/2010. Clique na aba rentabilidade para ordenar a classificação dos fundos.

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Liquidez no secundário de FII sinaliza consolidação em níveis mais elevados

O nível de liquidez apresentado nos últimos meses no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA vem se consolidando em patamares historicamente mais elevados. Em junho de 2010 foram R$ 18,5 milhões em cotas de FII que trocaram de mãos de investidores, em cima de 1.535 negócios, contra R$ 18,6 milhões no mês anterior, em cima de 1.545 negócios.

Desde março de 2010, o nível de montante negociado e de número de negócios de cotas de FII no secundário da BM&FBOVESPA tem girado em torno de R$ 18,5 milhões e 1.700 respectivamente. Estas cifras praticamente dobraram de nível comparadas com as dos meses imediatamente anteriores à março. Não fazem parte destes números as negociações de cotas do FII Votorantim Securities, um fundo dedicado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), registradas na Cetip.

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FII Nossa Senhora de Lourdes é o fundo mais rentável do mercado em 2010

Com uma rentabilidade efetiva acumulada neste ano, até junho, de 19,2%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Nossa Senhora de Lourdes (NSL) lidera o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. O FII NSL vem se posicionando entre os dois fundos mais rentáveis desde o começo do ano, quando obteve uma rentabilidade efetiva de 9,9% somente durante o mês de janeiro. No final de abril a rentabilidade acumulada estava em 15,7%, e no final de maio em 17,6%. Em 2009, o FII NSL ficou em décimo-segundo lugar com uma rentabilidade efetiva acumulada naquele ano de 34,7%.

A Uqbar publica hoje o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2010 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2009 e de junho deste ano.

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Valorização anual de cotas de FII cai para 10,5%

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos de variação de preço em períodos anuais, continuou em queda no mês de junho. Este tipo de rentabilidade vem caindo nos primeiros meses de 2010, refletindo um começo de ano não tão rentável como os primeiros meses de 2009.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até junho de 2010, ficou em 10,5%. Esta rentabilidade anual estava em 29,0% no final de dezembro de 2009, tendo declinado para 14,2% no final de maio. Este fenômeno de taxas anuais de valorização declinantes ao longo do primeiro semestre de 2010 encontra forte similaridade com o movimento de preços no mercado de ações. O índice Bovespa caiu de uma taxa anual de valorização de 82,7% no final de dezembro de 2009 para 20,1% no final de junho de 2010.

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FII Nossa Senhora de Lourdes lidera o ranking de variação de preço em 2010

Publicamos hoje o ranking de variação acumulada de preço de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) em 2010 até o mês de junho. A média linear da variação acumulada no ano do setor, sem considerar ponderações por valor de mercado, está em 1,6% até agora, contra 2,5% no final de maio e 2,4% no final de abril. No último mês, a média linear foi de - 0,6%. Porém, se não considerarmos os cinco fundos que tiveram montante mensal negociado inferior à R$ 50.000,00, a média sobe para 0,1%. No período mensal anterior, a média linear de variação mensal de preço de cotas para todos os fundos tinha sido de 0,1%.

O FII Nossa Senhora de Lourdes voltou à liderança, com uma valorização de preço de sua cota de 12,8% acumulada no ano. Subindo da terceira para a segunda posição, encontra-se o FII Shopping Pátio Higienópolis, com 10,5% de valorização no ano. Em terceiro lugar agora vem o FII Parque Dom Pedro Shopping Center, um dos fundos cuja cota tem se mostrado uma das mais líquidas, com 7,3% de valorização no ano.

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Retorno estimado dos rendimentos de FII em 9,1% em maio

O retorno estimado médio linear dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA cedeu para 9,1% no mês de maio, contra 9,2% no mês anterior.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais nos últimos doze meses e o preço da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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Rentabilidade efetiva anual do setor de FII cede para 26,0% no final de maio

Os dezoito Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até maio de 2010, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 26,0% no período. Esta rentabilidade, medida em termos anuais, vem caindo ao longo do primeiro semestre. No final de fevereiro ela tinha atingido 37,4%, cedendo para 34,4% no fim de março e 29,3% no fim de abril. Este movimento de queda na taxa anual se deve ao fato do início de 2009 ter sido mais rentável que o início de 2010.

Abaixo apresentamos o ranking de rentabilidade efetiva nos últimos doze meses no setor de FII negociáveis no mercado secundário. O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota. Assim, o ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.

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Investidor pessoa física com papel crescente em ofertas de FII em 2010

A participação do investidor pessoa física no mercado de emissão de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) vem crescendo, tendo representado 59,3% da demanda nas colocações das ofertas de cotas de FII em 2010, até 21 de junho. Esta participação se compara com a de 44,0% registrada ao longo de 2009.

Em 2010, até agora, foram R$ 408,7 milhões em cotas adquiridas por pessoas físicas, em emissões de cinco FII diferentes. Se somado o número de pessoas físicas adquirentes de cotas de FII nestas ofertas, o total atinge 4.373, desconsiderando a eventual contabilidade múltipla devido à participação de uma mesma pessoa física em mais de uma emissão.

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Rentabilidade efetiva de setor de FII em 2010 atinge 6,5% até final de maio

A média linear de rentabilidade efetiva acumulada em 2010, até maio, para o conjunto de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas são negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA, ficou em 6,5%. Somente para o mês de maio a média foi de 0,8%. Estes seriam os rendimentos líquidos esperados para uma pessoa física capaz de manter uma carteira linearmente diversificada de cotas de FII.

A Uqbar publica hoje o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2010 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2009 e de maio deste ano.

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